Desenvolvendo o menu Iniciar

Criando o Windows 8

Nos bastidores com a equipe de engenharia do Windows

Desenvolvendo o menu Iniciar

Rate This
  • Comments 4

Esta postagem inicia uma série de postagens sobre o design da tela do menu Iniciar e a evolução de atividades básicas de inicialização e alternância de programas. Algumas pessoas estão chamando a tela do menu Iniciar de "Metro shell" do Windows 8, mas, para nós, essa é a evolução do menu Iniciar e funções associadas. Estamos vendo os comentários com atenção, bem como todo tipo de reação esperada quando ocorrerem as alterações principais da interface. Desejamos usar essas postagens do blog para criar um diálogo que refletirá nos comentários, de forma que começaremos a fazer com que você acompanhe o histórico e as decisões que conduziram ao design atual. Como o Developer Preview está concentrado nos aplicativos de criação e a experiência básica do usuário ainda está em desenvolvimento, desejamos ter certeza de que nossas discussões comecem dos princípios gerais e cheguem ao design, a fim de oferecer um contexto mais completo para sabermos em que ponto estaremos na próxima etapa do projeto.

Esta postagem foi criada por Chaitanya Sareen, gerente líder de programas na nossa equipe de Evolução da experiência geral. Você pode se recordar de Chaitanya, já que ele também trabalhou na experiência do Windows 7 e criou postagens no blog Desenvolvendo Windows 7.

–Steven

Gostaríamos de compartilhar uma série de postagens do blog sobre a forma e o motivo da reconstrução do menu Iniciar. Esta primeira postagem se refere ao histórico e à evolução do menu Iniciar, bem como a vários problemas e tendências que soubemos de você. Achamos sempre importante compreender de onde viemos antes de falar a respeito de para onde iremos. Teremos outra postagem que aprofundará a forma como criamos a nova tela do menu Iniciar e, em seguida, veremos aonde a discussão desembocará. 

Reconhecemos que para algumas pessoas qualquer alteração do Windows causará transtorno, então queremos ter certeza de que continuaremos um diálogo aberto sobre essas alterações. Já que o Windows é parte integrante da vida de tantas pessoas, a maioria das alterações pode gerar reações fortes, do tipo "como posso desativar isso" ou discussões intensas sobre o que é mais e menos eficiente.

A discussão em torno da tecnologia touch hoje em dia se parece estranhamente com a discussão nos anos 1980 sobre se o mouse era apenas um truque, um desperdício do tempo de produtividade ou uma inovação na experiência do usuário. Dizemos isso com base nos vários comentários enfáticos sobre a superioridade do mouse em relação à tecnologia touch. Diferentemente de quando o mouse foi apresentado - antes dos programas de publicação do desktop, havia pouco uso do mouse, exceto nas primeiras versões de programas como o Paint -, hoje em dia, somos cercados por telas sensíveis ao toque (no aeroporto, no posto de gasolina, no cinema, em todos os caixas de supermercado e, evidentemente, nos nossos telefones). O único lugar em que a tecnologia touch não se tornou padrão é no mais poderoso de todos os dispositivos que você usa. Como na introdução do mouse, inovações como essas não ocorrem sem um novo suporte ao sistema operacional, novos aplicativos e novo hardware. Acreditamos que, como no caso do mouse, veremos a tecnologia touch crescer, mas sem substituir a maioria dos aspectos da experiência com o PC no decorrer do tempo. Esse objetivo começou a ser alcançado com o Windows 8 Developer Preview. Com isso, vamos começar o diálogo sobre como as tecnologias evoluem, não apenas quanto à experiência básica do usuário, mas quanto ao hardware e aplicativos.

Em relação à experiência básica do usuário, particularmente o menu Iniciar, percebemos alguns temas nos comentários. Haverá uma maneira de fechar os aplicativos no estilo Metro sem ir para o Gerenciador de Tarefas? (Sim, mas também desejamos falar sobre por que você provavelmente não precisaria usar esse recurso.) Faremos de tudo para tornar o mouse mais eficiente quanto à navegação nos programas no menu Iniciar? (Sim. Vamos aprimorar a experiência e mostrar mais recursos na versão beta.) Alguns de vocês têm falado a respeito da menor eficiência para rodar os programas recentes em comparação com o uso da barra de tarefas (falaremos mais sobre isso nas próximas postagens). Há outros comentários, mas o ponto aqui é apenas ter certeza de que você sabe que estamos cientes desses problemas. Alguns aspectos serão mais fáceis de serem discutidos se antes concordarmos com uma terminologia compartilhada. Por exemplo, o estilo Metro é uma linguagem de design que podemos aplicar a qualquer elemento do Windows, e a tela do menu Iniciar é a evolução do menu Iniciar (bem como a barra de tarefas, as notificações e gadgets), e não de fato o "Metro shell". Outro exemplo é que não consideramos o "Metro" um modo do Windows, mas uma forma de descrever os atributos de aplicativos feitos no WinRT (como nessas conversas da //build/ sobre as características dos aplicativos do estilo Metro e princípios do estilo Metro). Ainda há muito o que fazer. Sabemos que com nosso foco inicial na plataforma e nas ferramentas, provavelmente não iremos oferecer contexto prévio suficiente em torno das alterações na experiência do usuário nesse blog.

O menu Iniciar é uma das partes mais visíveis do Windows e, por isso, investimos pesadamente nas alterações que fizemos. O ambiente do Windows mudou bastante desde que apresentamos o menu Iniciar, de forma que precisamos ter certeza de que estamos fornecendo uma experiência que seja relevante e direcionada para o mundo dinâmico da computação em que vivemos hoje em dia. A evolução do menu Iniciar está associada inevitavelmente ao desenvolvimento de vários outros recursos relacionados, além de conceitos distintos, como a inicialização e alternância de aplicativos, as notificações do sistema e os gadgets. O histórico por trás desses e de outros caminhos divergentes criam uma oportunidade para nós de fazer um trabalho muito melhor, a fim de oferecer um forma mais nítida, avançada e uniforme de trabalhar com a ampla variedade de aplicativos e PCs usados hoje em dia. A nova tela do menu Iniciar incorpora esse esforço.

Antes de abordar o Windows 8, vamos voltar no tempo e ver o que sabemos sobre o menu Iniciar.

Um breve história do menu Iniciar

O design do menu Iniciar estreou em 1992 no Windows 95. O menu foi criado em um ambiente em que as torres do PC e os monitores CRT de 15" ocupavam um grande espaço. A Web ainda estava em fase de teste, e as pessoas tinham que recorrer a uma loja para comprar software. Eram tempos antigos. O objetivo fundamental do menu foi oferecer um local nítido em que as pessoas pudessem iniciar suas tarefas computacionais. Ele substituiu o respeitável Gerenciador de Programas e a ideia do Windows 3.x, que inseriu atalhos em uma janela flutuante que interferia na área de trabalho e em outros aplicativos. Com base na barra de tarefas, o menu Iniciar foi uma porta de entrada consistente e consolidada para os aplicativos e funções do sistema. Foi basicamente a maneira mais rápida de iniciar programas, sem a necessidade de buscar um arquivo executável em algum local do sistema.

Menu Iniciar do Windows 95 com submenus de programas apontando para Acessórios, Inicialização, Microsoft Exchange, Prompt do MS-DOS, Microsoft Network e Windows Explorer
Fig 1: Menu Iniciar do Windows 95

Observando o menu Iniciar do Windows 95, você poderá perceber imediatamente as áreas de aprimoramento às quais as versões subsequentes do Windows se dirigiram com alterações adicionais. Por exemplo, vimos um comentário dizendo que colocar uma lista de programas em ordem alfabética em um submenu tornava lenta a navegação. O Windows XP levou isso em consideração na apresentação da seção MFU (mais frequentemente utilizado), que fez surgir os programas usados regularmente. Por sua vez, essa alteração apresentou novos problemas porque não houve nenhuma forma de personalizá-la e algumas pessoas tiveram dificuldade de entender como o MFU foi preenchido (uma abordagem heurística complexa determinou os aplicativos mais usados). Para abordar o aspecto da personalização, o Windows XP (e as versões posteriores, Windows Vista e Windows 7) apresentaram uma seção em que era possível fixar os aplicativos mais importantes para você para colocá-los ao seu alcance. No entanto, essa funcionalidade ainda estava limitada. Era possível colocar aplicativos na seção fixa e reordená-los, mas ainda não era possível agrupá-los ou organizá-los se você tivesse muitos itens.

Havia ainda problemas durante o acesso a Todos os Programas no Window XP. Não raro o mouse “saía” do menu e você teria de reiniciar a tarefa novamente (isso era particularmente complicado para usuários de laptops que utilizavam trackpads ou para quem possuía pouca destreza). Era igualmente difícil exibir toda a UI em telas de baixa resolução. O Vista lidou com esse problema ao introduzir um menu único e um controle em árvore que exigia menos acrobacias com o mouse. No entanto, Todos os Programas ainda parecia espremido, já que o menu utilizava uma barra de rolagem (figura 2). O menu Iniciar já começava a ficar lotado.

O menu Iniciar do Windows 7 aberto para a exibição de Todos os Programas com uma lista de 20 programas à mostra
Fig 2: Todos os Programas no menu Iniciar do Windows 7

Outra etapa crítica na evolução do menu Iniciar foi a introdução da pesquisa instantânea. Ambos o Vista e o Windows 7 facilitaram a tarefa de abrir o menu para que você digitasse o que quisesse. Sabemos que muitos de vocês gostam desse poderoso método, já que reduz o “tempo de inicialização”. A introdução de comandos avançados também reduziu a necessidade de se usar a caixa de diálogo Executar. De toda maneira, sabíamos que ainda haveriam áreas a serem aperfeiçoadas. Os resultados da pesquisa, que às vezes pareciam conter informações em excesso com muitos tipos diferentes de dados (email, arquivos, configurações do painel de controle, etc.), nem sempre funcionavam em uma coluna de tamanho padrão direcionada a todo tipo de dado. Alguns de vocês perguntaram se a tela do menu Iniciar do Windows 8 também oferecerá suporte à pesquisa. Sim, oferece - na tela do menu Iniciar, basta começar a digitar para imediatamente ver os resultados da pesquisa, que você pode filtrar por aplicativos, arquivos ou configurações. E, assim como no Windows 7, todos os recursos da pesquisa estarão disponíveis no Explorer.

Com base nesses desafios e em seus comentários, continuamos a aprimorar a experiência no menu Iniciar ao longo dos anos. No entanto, descobrimos que mesmo o menu Iniciar do Windows 7 ainda oferece dificuldades básicas de uso:

  • O menu parece espremido em relação ao espaço de tela disponível quando você tenta ver e navegar no catálogo completo de seus programas.
  • A pesquisa não tem o espaço que merece para mostrar a você com rapidez os resultados avançados de todas as fontes de informação, especialmente em telas grandes.
  • É difícil personalizar o menu para que você sinta que ele está do seu jeito.
  • Ícones e atalhos são estáticos e não tiram proveito dos pixels que vemos em interfaces gráficas modernas para estabelecer o uso de cenários interligados.

Claro, a lista acima não é uma lista completa de tudo o que estamos aperfeiçoando. Temos também como objetivo unificar o menu Iniciar com o resto do sistema e viabilizar novos cenários. Uma parte importante do design é às vezes dar um passo para trás e recriar algo do início ao fim para acrescentar a um produto mais do que melhorias superficiais. Isso é especialmente válido para algo como o menu Iniciar que nasceu em uma época bem diferente, quando não usávamos os PCs da maneira que usamos hoje.

É importante que não percamos de vista a extensão do problema do espaço. O menu Iniciar é quase exclusivamente usado para iniciar itens (exceto pelo subconjunto da funcionalidade de pesquisa). A experiência completa do programa no Windows 7 também inclui alternância e fixação na barra de tarefas, alertas na área de notificação e gadgets na área de trabalho. À medida que continuamos nossa troca de ideias, falaremos sobre como o Windows 8 reúne tudo isso de maneira harmoniosa.

Como o menu Iniciar é utilizado?

Agora que discutimos brevemente a história do menu Iniciar, vamos descobrir como as pessoas realmente o utilizam. Pensávamos que seria interessante ver como o uso do menu mudou ao longo do tempo. A figura 3 revela a mudança no uso do menu Iniciar em duas versões do Windows.

Recurso do menu Iniciar

Alterar no uso

Imagens

-61%

Documentos

-56%

Painel de controle

-54%

Itens fixos

-51%

Todos os Programas

-42%

Computador

-40%

MFU

-28%

Menu Abrir

-11%

 
Fig 3: Mudanças no uso do recurso do menu Iniciar entre o Windows Vista e o Windows 7

É notável a grande diferença de uso do menu Iniciar entre o Windows Vista e o Windows 7. Algumas das Pastas Especiais (como chamamos aqueles itens no lado direito do menu) sofreram queda de uso de mais de 50%. Da mesma maneira, as pessoas acessaram os itens fixos no menu Iniciar do Windows 7 com a metade da frequência que acessaram no Vista. As pessoas também acessaram Todos os Programas e o MFU com muito menos frequência. Por fim, vemos uma queda de 11% na frequência com que as pessoas estão abrindo o menu Iniciar. Se 11%, a princípio, parece ser um número baixo, considerando as centenas de milhões de clientes do Windows, é revelador observar tamanha queda de um elemento universalmente reconhecido na interface do Windows. Não estamos falando aqui de uma configuração oculta que é ajustada por uma minoria - estamos falando de uma parte fundamental do Windows que as pessoas estão usando cada vez menos.

Então, qual o motivo da mudança na maneira das pessoas utilizarem o menu Iniciar? Aqui vai uma dica - isso tem algo a ver com a barra na parte inferior da tela que foi introduzida no Windows 7.

A “Barra iniciar”

A evolução da barra de tarefas do Windows impactou diretamente no menu Iniciar. O que antes estava confinado a um menu, de repente, veio para perto de você. Os avanços mais óbvios foram a introdução do Início Rápido na Atualização da área de trabalho do Windows do Internet Explorer 4.0 em 1997, assim como a fixação na barra de tarefas mais recentemente no Windows 7.

Uma curiosidade: você sabia que o Início Rápido foi inicialmente desabilitado por padrão no Windows XP porque algumas pessoas acreditavam que a lista do MFU e a fixação no menu Iniciar seriam o suficiente? Vimos muitas evidências que indicavam o contrário, e, por isso, revertemos a decisão (embora, na época, os dados nos quais baseamos essas decisões fossem limitados e não sabíamos o que uma grande parte dos clientes estavam fazendo). O que aprendemos com isso foi que era importante para você poder designar os aplicativos de que mais gosta, vê-los todos em um único lugar, e tê-los todos a um clique de distância, em vez de tentar adivinhar o que é mais importante através de uma heurística de software ou ter itens importantes misturados com itens menos importantes.

Para realmente aplicar todas essas funcionalidades, vejamos antes onde as pessoas estão fixando seus aplicativos. A figura 4 revela que 85% das pessoas têm três ou mais itens fixos na barra de tarefas comparado com apenas 23% que têm o mesmo número fixo no menu Iniciar. Embora a barra de tarefas e o menu Iniciar tenham diferentes itens fixos por padrão, muitas pessoas personalizam ambos quando querem. Fica claro que a maioria quer a maior parte de seus aplicativos na barra de tarefas em vez de ter de procurá-los no menu Iniciar.

 A barra superior do gráfico mostra que 41% dos usuários fixam 0 aplicativos no menu Iniciar, 21% fixam 1 aplicativo no menu Iniciar, e 5% ou menos fixam 5 ou mais aplicativos no menu Iniciar. A barra inferior do gráfico mostra que 9% ou menos dos usuários fixam entre 0 e 10 aplicativos na barra de tarefas, enquanto 30% fixam 3 aplicativos na barra de tarefas, 23% fixam 4 aplicativos na barra de tarefas, e 15% fixam 5 aplicativos na barra de tarefas.
Fig 4: Número de aplicativos fixos no menu Iniciar (superior) e na barra de tarefas (inferior)

Sabemos também que os mais entusiastas, em especial, usam a barra de tarefas do Windows 7 ainda mais do que o menu Iniciar. Atalhos de teclado como Win + <n> (em que n corresponde à sequência de um ícone de aplicativo na barra de tarefas) torna ainda mais rápido para que os especialistas em teclado instantaneamente iniciem e alternem os itens na barra de tarefas (e aqueles atalhos funcionarão também no Windows 8). Quando visitamos os profissionais em TI, não é incomum que vejamos uma barra de tarefas repleta de ícones para a área de trabalho empresarial padrão. Vemos até itens como o Painel de Controle fixo na barra de tarefa para poupar uma viagem até o menu Iniciar. A fixação vem também se tornando cada vez mais popular porque permite fixar sites na sua barra de tarefas do IE 9. Felizmente, há bastante espaço na barra de tarefas - mesmo em 1024x768 a barra de tarefas é capaz de suportar 22 ícones pequenos. Adicione o potencial das Listas de atalhos, e teoricamente, você terá acesso à 220 arquivos, pastas e sites na mesma resolução! Isso significa que para aqueles que desejam usar apenas aplicativos de área de trabalho, a barra de tarefas fornece o espaço para acessar rapidamente o que você precisa todo dia sem ir ao menu Iniciar.

E falando em Listas de atalhos, vimos também o quanto fixar o Explorer por padrão na barra de tarefas e popular suas Listas de atalhos com pastas comuns torna ainda mais fácil o acesso às pasta de sistema como Documentos (não por acaso, o uso da pasta Documentos no menu Iniciar também caiu, como mostrado acima).

Resumindo, a barra de tarefas evoluiu para substituir muitos aspectos do menu Iniciar. Pode-se até dizer que a barra de tarefas revela muitas das fraquezas do menu Iniciar e que o menu não é mais tão importante quanto já foi no passado. A pesquisa e o acesso a Todos os Programas ainda são os melhores recursos do menu Iniciar de que você depende, mas quando se trata dos aplicativos que você usa diariamente, o acesso em um único clique da barra de tarefas é quase imbatível. Você, e muitos como você, são aqueles que nos deram esse forte retorno ao logo dos anos, que nos levaram a fazer da barra de tarefas um iniciador e alternador primário avançado para a área de trabalho. Na verdade, às vezes nos referimos à barra de tarefas no Windows 7 como a “Barra iniciar”, já que ficou claro que a maioria agora inicia com a barra em vez do menu.

Uma nova oportunidade para o menu Iniciar

Com a barra de tarefas do Windows se tornando um iniciador e alternador fundamental para a área de trabalho, e com o menu Iniciar se revelando um iniciador de tarefas ruim, surgiu a oportunidade de recriar o menu Iniciar e torná-lo algo mais valioso. Já que sabemos que a maior parte de vocês pode (e sabe) usar a barra de tarefas para acessar na área de trabalho aquilo que usa com mais frequência, ganhamos a possibilidade de tornar o menu Iniciar ainda melhor em seus pontos fortes únicos e abrir espaço para novos cenários. Pesquisa aperfeiçoada, mais espaço para todos os seus programas, mosaicos repletos de atividades, e personalização avançada: tudo isso se tornou possível quando o venerável, porém desgastado, menu Iniciar foi transformado em uma moderna tela Iniciar. Fique atento à nossa próxima postagem, em que falaremos sobre a tela Iniciar e como ela representa a maneira como usamos nossos PCs hoje.

Chaitanya Sareen