lendo este post hoje, fui levado a um artigo muito interessante escrito por Tom DeMarco. ele está relacionado com um dos tópicos que tenho conversado com alguns amigos. embora não tenha a experiência dele, concordo com vários aspectos do que ele menciona.

ele faz uma reflexão sobre o que ele acreditava décadas atrás sobre o controle e métricas em projetos de software. o que é muito interessante no artigo é que ele admite que não acredita mais nas mesmas coisas. ele mesmo havia escrito um livro sobre o assunto e mudou de opnião.

ele cita que a principal frase do livro “You can’t control what you can’t measure” foi mal utilizada por ele mesmo. como se o controle fosse um dos, ou o, aspecto mais importante de um projeto de software. e embora esta frase seja verdadeira, ele não acredito mais que isto realmente seja o aspecto mais importante do projeto de software. 

“This leads us to the odd
conclusion that strict control is something that
matters a lot on relatively useless projects and
much less on useful projects. It suggests that the
more you focus on control, the more likely you’re
working on a project that’s striving to deliver
something of relatively minor value.”

para provar seu novo pensamente ele compara um projeto de software a criação de um filho. muito interesasnte a linha de raciocínio. ele então menciona seu apoio ao aspecto incremental da escola ágil.  

“I’m advocating a management
approach, one that might well steer
the team toward agile methods, at least
toward the incremental aspects of the
agile school.”

“Consistency and predictability are still
desirable, but they haven’t ever been the
most important things.”

“Software development is
and always will be somewhat experimental.
The actual software construction isn’t
necessarily experimental, but its conception
is. And this is where our focus ought
to be. It’s where our focus always ought
to have been.”

 

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