December, 2011

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  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Um insight sobre o desenvolvimento para smartphones + nuvem

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    DevicesToolkits[1]

    Bom dia a todos !

    Durante anos, o desenvolvimento de aplicações vem sofrendo o efeito pendular do desenvolvimento ora centralizado no cliente (client-centric), ora centralizado no servidor (server-centric). Hoje, com proliferação dos dispositivos móveis (smartphones, tablets) e a liderança pelos sistemas operacionais como iOS, Android, WP7, podemos notar que as aplicações necessitam de uma arquitetura cliente-servidor híbrida.

    Este movimento significa que os desenvolvedores/empresas precisam juntar mais peças do que antes. Como conciliar linguagens, necessidades, frameworks, alta-disponibilidade em uma aplicação para smartphones ? Em resposta a esta pergunta, sentimentos o surgimento de plataformas que procuram tratar a funcionalidade híbrida de uma maneira mais transparente e produtiva. Estas plataformas procuram incluir desde armazenamento de dados, notificar acontecimentos e até mesmo autenticar os usuários em múltiplos serviços.

    Do Cliente, passando pelo servidor para o Híbrido

    Apesar de eu ser relativamente novo (35 anos), passei por alguns momentos importantes das indústria da computação no Brasil. Em me lembro no final dos anos 80 para 90, que comecei a trabalhar com ambientes caracteres e algumas vezes baseados no ambiente cliente. Naquele período, o mundo era menos conectado, as redes locais ainda estavam aparecendo aos poucos (LANtastic, Netware e Windows NT), naquele momento os usuários acreditavam que as aplicações podiam rodar em modo offline, e que os dados deveriam estar armazenados nos seus discos locais (algumas vezes, nos disquetes de 5 1/4 ou 3 1/2).

    À medida que as redes locais aumentavam o seu desempenho e os sistemas operacionais ganharam novas capacidades, algumas atividades que antes eram feitas no cliente passaram para o servidor, exemplo clássico, processamento e armazenamento de dados em banco de dados relacional (surgem os bancos Oracle, Sybase, SQL Server e outros). Este movimento tornou-se cada vez mais forte com o aparecimento da Web. Na realidade, a Web (meados de 00’s), criou-se a rede das redes, aplicações foram aos poucos se movendo para a Web afim de compartilhar entre si os seus dados (mesmo que de maneira muito rudimentar).

    Neste momento, é que vemos a transformação do browser no cliente de vital importância na perspectiva do usuário, de qualquer lugar, bastava abrir o browser, ir para uma URL e pronto ! Da perspectiva do desenvolvedor, o pêndulo se moveu para o desenvolvimento centralizado no servidor (server-centric). Basicamente, estamos falando um modelo de browser requisita uma ação, o servidor a processa e retorna o resultado. Quem nunca, começou a desenvolver os seus formulários para receber dados no padrão (post->->action->result). O ASP (Active Server Pages) foi um modelos mais comumente usados neste período e com a sua ferramenta de desenvolvimento Visual Interdev.

    Avançando no tempo até os nossos dias atuais, a rede e a disponibilidade da comunicação tornaram parte vitais de várias empresas. Em recente podcast, ouvi que devemos mudar a contabilização de tempo na Internet para tempo que não estamos conectados. Afinal de contas, através do seu celular você recebe notificações de e-mail, recados do Facebook, tweetes que te colocam em destaque e assim vai (always on). É claro, que esta disponibilidade ainda não é totalmente presente no Brasil (basta viajar para interior de Minas Gerais, e ver que estamos carentes de infraestrutura de telecomunicações), mas apesar desta “questão”, as nossas redes evoluíram muito (de modens de 9.600bps para redes de 1 MB mesmo no interior de Minas Gerais, é eu sei pois estive lá há 4 dias atrás).

    Nesta jornada, os desenvolvedores/empresas encontram uma necessidade diferente, os nossos usuários querem que suas aplicações em smartphones estejam sempre online e acessível de qualquer lugar. Querem estar conectados conectados 24 horas por dia para receber as informações, dados e notificações mesmo que a rede não esteja disponível.

    Desenvolvimento para uma arquitetura híbrida é complicado

    Para os desenvolvedores/empresas reunir as capacidades online e offline não é tarefa fácil. Isto significa reunir para o desenvolvimento de uma simples aplicação: estilos de desenvolvimento em múltiplos ambientes (celular e nuvem), múltiplas linguagens de programação (C#/Silverlight, Object-C, Java) e até mesmo em IDEs diferentes (Eclipse, Visual Studio e outros). Além disso, o modelo deve contemplar a conexão, sincronização de dados de maneira que aparentam sempre disponíveis (online), com centralização de dados em modo offline; e manter sempre um ambiente de alta-disponibilidade para que os dados nunca se percam.

    Combinando todos estes aspectos, ficou claro que a taxa de produtividade ficou baixa. E com este “problema” em mãos que podemos ver o surgimento das plataformas de nuvem para desenvolvedores.

    As Plataformas

    Nestes últimos anos, vemos o surgimento de várias plataformas de nuvem. Há várias no mercado, que vão desde de amplo uso (Amazon, Azure, AppEngine), até as mais centralizadas em frameworks/linguagens (Heroku, Mailgun, dotCloud). Todas estas plataformas de nuvem tem um próposito em comum: aumentar a produtividade dos desenvolvedores/empresas, permitindo que eles se concentram no desenvolvimento da aplicação ao invés de detalhes de uma infraestrutura.

    No caso do Windows Azure, é ele quem cuidará dos detalhes da redundância dos dados, conectividade na Internet, alta-disponibilidade do serviço e etc. O que um desenvolvedor/empresa precisa apenas é aprender um conjunto de APIs (Application Programming Interface) para consumir os seus serviços. Sim, uma parte de sua arquitetura você deixará de ter o controle e delegará para um terceiro, mas afinal de contas não é este o movimento natural do mercado? Nem todo mundo consegue reunir em uma mesma cabeça: perfeito pizzaolo, desenvolvedor, executivo e especialista em reatores nucleares. Em algumas funções nos concentramos mais e em outras simplesmentes deixamos para que o mercado possa fazer por nós.

    Aumentar a produtividade através da concentração no desenvolvimento da aplicação é dos principais motivadores da inovação na Plataforma Windows Azure. A Microsoft vem lançado continuamente plugins, APIs, bibliotecas e todo o vasto material para que desenvolvedores/empresas possam mover de maneira mais adequada e eficiente suas aplicações para a nuvem. Veja os anúncios mais recentes.

    O que venho encontrando em várias palestras, reuniões com clientes/parceiros, desenvolvedores e comunidades é alto interesse no desenvolvimento para Smartphones + Windows Azure. Por outro lado, com toda a mudança no mercado, existem os “receios”. Uma mensagem que sempre procuro mostrar são as dores que muitas tem, mas se acostumaram a sentir. Quem nunca preciso conectar aplicações entre si? Quem nunca teve um site que caiu por excesso de acesso ? Quem nunca precisou integrar dados, aplicações e dispositivos e sentiu o parto que foi? Acredito que precisamos pensar além do óbvio, a produtividade é algo inerente ao mercado, quanto mais rápido, melhor e eficiente; maior a tendência de ter sucesso. Quem nunca gostou de mostrar “what the next big thing”?

    Onde busco mais informações?

    Para que aquelas empresas/desenvolvedores que gostaram do post, deixo aqui alguns links para download :

    abs e T+
    Condé

    versão 1.0

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Anúncio–Novidades Dezembro 2011–150 GB de SQL Azure, Novo sistema de Billing e outras

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    Boa tarde a todos !

    Desde o seu lançamento, a Plataforma Windows Azure vem atualizando e melhorando os seus serviços continuamente. Grande parte destas melhorias são baseadas nas sugestões, feebacks e comentários dos nossos parceiros, clientes e comunidade. Por isto sempre é importante manter esta linha aberta para que possamos transformar ainda mais os serviços. 

    Neste mês de dezembro de 2011, colocamos em produção algumas funcionalidades (mais de 20) importantes que acredito que todos estarão satisfeitos pela evolução e compromisso da Microsoft em tornar o Windows Azure uma plataforma aberta, flexível e robusta.

    Facilidade de Uso:

    • Novo portal: A experiência Web é a primeira a ser vista por que contrata um serviço de computação em nuvem. Desde a semana passada, mudamos o nosso portal para um novo visual. Confira : www.windowsazure.com/pt-br
    • Oferta Trial livre de risco: Além da simplificação do processo para assinatura para 3 passos, ao assinar a Oferta Trial do Windows Azure, você poderá usar os serviços durante o período de 90 dias e atribuir um limite máximo de gasto. Mais controle e menos sustos na gestão da sua conta. O serviço de “billing cap” está disponível para as ofertas MSDN e Trial Offer.
    • Novos relatórios de consumo: Um dos pedidos mais recorrentes em vários feedbacks é melhorar o processo de controle de consumo dentro do Windows Azure. Com o novo sistema de billing agora é possível: mudar o plano de consumo de assinatura sem recriar uma nova assinatura, botão de cancelar a assinatura (não precisa mais ligar para o suporte) e visualizar minuto-a-minuto o seu consumo dos serviços do Windows Azure.
    • Alerta MSDN Subscription: Se o seu Windows Live ID estiver associado com uma MSDN Subcription, agora receberá alerta que pode ativar e usar o serviço de “billing cap” para controlar os seus custos
    • Novo portal de Gerenciamento do SQL Azure: Você sabia que você gerenciar os seus bancos do SQL Azure diretamente pelo portal? Com uma nova interface baseada em metro, agora você poderá acompanhar como está o seu banco, queries executando, consumo, plano de execução e outros recursos.
    • SQL Azure Federation: A técnica de “sharding” (particionar um banco de dados em múltiplos bancos integrados) é das maneiras mais elegantes para criar o efeito elástico. Com o SQL Azure Federation, você criar múltiplos bancos de dados operando como se fosse um.
    • Bancos de 150GB: Foi triplicado o tamanho máximo de um banco de dados do SQL Azure de 50GB para 150GB.

     

    Interoperabilidade

    • Windows SDK para Node.Js: Estamos lançando o SDK para Node.Js. Este é mais um movimento de tornar o Windows Azure uma plataforma aberta para vários tipos de frameworks e linguagens open-source. O SDK contém bibliotecas para acessar Blobs, Tables e queues. Também inclue comandos PowerShell para desenvolver e fazer o deploy de aplicações Node.Js para Window Azure.
    • Bibliotecas no GitHub: O GitHub tem se mostrado como um dos importantes repositórios para códigos e tecnologias open-source. Desta maneira, nada mais que justo que disponibilizar os nossos SDKs para este repositório. Além do SDK para Node.Js, também encontra o SDK para .NET e Java, todos operando sob a licença open-source Apache 2.
    • Preview do suporte ao Apache Hadoop no Windows Azure: O movimento do BigData (grande quantidade de dados e não-necessariamente relacionais) já é uma realidade de várias empresas. O Apache Hadoop é uma implementação open-source do algoritmo map-reduce mais usada atualmente. Desta maneira, estamos iniciando um preview que permitirá a desenvolvedores realizaram a implementação dele dentro do Windows Azure. Neste preview (ainda fechado, mas se quiser participar entre no formulário) permitirá instalar o Hadoop no Azure em dias, novas bibliotecas Javascript e ODBC driver para acessar os dados via Excel e Powerpoint.
    • Atualização do plugin Eclipse/Java: Atualização do plugin do Windows Azure para o Eclipse/Java, adicionando novas funcionalidades. Assista este vídeo para uma pequena demonstração.
    • MongoDB no Azure: Para os fãs de NoSQL, através da parceria com a 10Gen e a comunidade MongoDB foi lançado um exemplo de deployment de MongoDB rodando no Windows Azure.
    • Solr/Lucene: Um dos pedidos recorrentes é o suporte a mecanismos de full-text, através do Solr/Lucene é possível realizar um deployment deste recursos usando as principais tecnologias que vem ganhando cena sobre search. Confirma o exemplo pronto no site Solr dentro do GitHub.
    • Memcached: Já tinha surgido na Internet alguns exemplos de deploy do Memcached no Azure, para facilitar lançamos um exemplo pronto para auxiliar a todos na adoção,

     

    Novos valores

    • Redução do preço do Data Transfer: Com efeito imediato, estamos reduzindo os preços da Zona 1 (América do Norte e Europa) para USD 0,12/GB (antes era de USD 0,15/GB) e a Zona 2 (Ásia Pacífico) para USD 0,19/GB (antes era de USD 0,20/GB).
    • Limite do preço para grandes bancos de dados: Com a triplicação do tamanho de banco de dados (50GB para 150GB), gostaríamos de anunciar o limite fixo de USDD 499,95 por banco de dados. Isto significa que estamos usando o mesmo valor de um banco de dados 50GB (antes da mudança) para as empresas que consumirem um banco de dados 150 GB. Isto representa uma economia de 67% para as empresas que adotarem bancos grandes.
    • Simplificação do modelo para Service Bus e período gratuito: O Service Bus é um serviço de conexão de aplicações, baseado no feedback estamos simplificando o modelo de contratação para Relay Hours e Message Operations. Durante este período de transição o serviço Service Bus não será cobrado até o dia 01/abril/2012. Veja as alterações que ocorrerão:
      • Relay Hours: USD 0,10 por 100 horas
      • Message Operations: USD 0,01 para 10.000 messagens.

     

    Veja mais detalhes na página de preços

    abs e T+
    Condé

    versão 1.0

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