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  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    FAQ– Como usar o Windows Azure sem pagar (gratuito)?

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    Boa noite a todos!

    [Atualização 21/12/2011 21:52] - Conforme as novidades do release de Dezembro de 2011, há mecanismos de billing cap para evitar gastos acima da expectativa. Veja este post.

    [Atualização 05/05/2011 22:36] – Conforme a disponibilidade em produção do serviço Windows Azure AppFabric Caching, ele já está presente nas ofertas da Plataforma Windows Azure. Veja nos quadros abaixo a atualização. Importante salientar que este serviço será cobrado a partir de 01/agosto/2011

    [Atualização 14/04/2011 23:53] - Conforme as novidades do MIX11, os tamanhos das franquias dos serviços da Platforma Windows Azure foram ajustados. Veja as atualziações neste novo post.

    A cada semana, em média, tenho 2 reuniões com parceiros ou desenvolvedores que querem saber quais as ofertas que o Windows Azure tem, e como elas funcionam. Bem, para compartilhar este conhecimento, vamos entender que a Plataforma Windows Azure tem diversas ofertas para contratar, onde podemos dividir em três categorias:

    Categoria

    Nome da oferta

    Descrição

    Gratuita “oferta introdutória” ou “introductory offer” ou “oferta especial de lançamento” ou “trial offer” Disponível para qualquer pessoa pode ativá-la.
    MSDN Subscription Ativada para quem é assinante do msdn subscription
    cloud essentials para parceiros Disponível para quem é parceiro microsoft.
    Compromisso com descontos Windows Azure Development Accelerator Core(DAC) Recebe um conjunto de recursos já previamente definidos (máquina virtual, transferência de dados, armazenameto, conexões de serviços e autenticações)
    SQL Azure Development Accelerator (SAC) Recebe um banco de dados de 10 GB de tamanho
    Windows Azure Developlement Accelerator Extented (DAE) União da windows azure development accelerator core (DAC) com a sql azure development core (SAC)
    Paga pelo consumo “pay as you go” ou “pago pelo consumo” ou “consumption” Você paga somente pelo que usar do windows azure, permitindo ter variabilidade do consumo conforme a sua demanda

    Como pode ser visto, há diversas maneiras de assinar o azure, seja para propósitos de testes ou até mesmo projetos de longo prazo. bem, neste post vamos falar especificamente sobre as ofertas gratuitas.

    Categoria – Ofertas Gratuitas

    As ofertas gratuitas, pelo próprio diz, são as ofertas que um desenvolvedor e/ou empresas podem ativar e começar a usar sem custos. Elas fornecem o conjunto recursos dos serviços do Windows Azure, que se respeitado dentro dos limites não terá custo para quem ativá-la. Vamos para algumas perguntas relacionadas às ofertas gratuitas:

    Pergunta

    Resposta

    “oferta introdutória” ou “introductory offer” ou “oferta especial de lançamento” ou “trial offer”

    MSDN Subscription

    Cloud Essentials para Parceiros

    Qual é o propósito desta oferta ? O propósito desta oferta é permite que desenvolvedores e empresas possam usar o Windows Azure para aprendizado, conhecendo em situação real, como os serviços funcionam e suas capacidades. Ela tem o tempo de duração de 90 dias. Os assinantes do MSDN Subscription podem ativar serviços de Windows Azure, e assim aprender como funcionam os serviços. não há restrição esta oferta para hospedar aplicações em produção. Para quem é parceiro Microsoft, pode usar o pacote de serviços chamado “Cloud Essentials Pack”. Assim como a MSDN, ele pode ativar e usar aprender ou até mesmo publicar aplicações em produção com o windows azure.
    Quem pode assinar esta oferta? Qualquer pessoa (jurídica ou física) que tenha um cartão de crédito nacional ou internacional. Quem é assinante do MSDN Subscription.  Quem é parte do programa de parceria da Microsoft conhecido como MPN (Microsoft Partner Network).
    Quanto tempo vale esta oferta ? Esta oferta vale até o dia 30/06/2011 30/09/20112. O período de uso da oferta é de 90 dias, desta maneira, usando dentro dos limites até esta data, não haverá nenhum débito no cartão de crédito.Após este período de 90 dias, a oferta será convertida na oferta “pay as you go”. Esta oferta é válida durante 8 meses e renovada continuamente desde que você mantenha a sua inscrição do MSDN Subscription ativa. Durante o programa de parceria com a Microsoft.
    Por que preciso de um cartão de crédito para ativar a oferta se ela é gratuita?

    O uso do cartão de crédito pode ser interpretada como uma relação contratual entre a Microsofte você. Pelo lado da Microsoft, ela se responsabiliza em manter o seu serviço no ar e em caso de falha, terá um meio de pagamento para creditar os seus direitos conforme o SLA. Além disso, uma vez você tenha já desenvolvido alguma coisa com as ofertas acima, basta simplesmente usar a sua oferta gratuita pagando apenas diferença entre a franquia e o consumo real.

    Tenho medo de possa esquecer algum serviço rodando com esta oferta e ultrapassando serei debitado no cartão de crédito. A Microsoft tem alguma maneira de me notificar sobre o meu consumo?

    Sim, com o feature de “billing cap”, você estabelecer o limite de gasto na sua assinatura do Windows Azure. Veja este post sobre os novos anúncios:

    Sim, há um e-mail será enviado para o Windows Live ID registrado como administrador da inscrição do Azure. Este e-mail será enviado quando você consumir 75%, 100% e 125% da franquia da sua oferta. Por isto, é muito importante que a caixa postal do Windows Live ID utilizado seja periodicamente verificada.

    Se eu estourar a franquia, quais os valores que a Microsoft cobrará?

    Como o novo mecanismo de “billing cap”, você pode configurar a expectativa de gasto. Inicialmente é feito o valor “0”, por default. Para caso, esteja com o “billing cap” desativado, ou acima da franquia estabelecida a cobrança será baseada na diferença entre o seu consumo e o tamanho da franquia. Os valores serão os utilizados na oferta "paga pelo consumo”.

    Há algum lugar que eu possa consultar o relatório de consumo? Sim, dentro do portal de gerenciamento dos serviços online da Microsoft (também conhecido como Microsoft Online Customer Portal ou MOCP). Nele há um relatório sobre o consumo dos serviços. em média este relatório é atualizado em tempo real, minuto-a-minuto uma vez por dia. Desde os anúncios de dezembro de 2011, os relatórios de consumo e acompanhamento da conta, é feito dentro do portal do próprio Windows Azure.
    Onde posso assinar esta oferta ? Clicando no link da intro offer, você será automaticamente direcionado para o MOCP. O MOCP funciona como um carrinho de compras de sites de comércio eletrônico. Para ativar os seus benefícios de windows azure, entre no link do MSDN Subscription e veja o passo-a-passo como ativar. Para ativar os seus benefícios de windows azure para parceiros, entre no link do Microsoft Cloud Partner e veja o passo-a-passo como ativar.
    Onde vejo mais detalhes desta oferta ?

    veja neste link.

    veja neste link.

    veja neste link.

    Quais os limites dos recursos que ela tem?

    veja abaixo os limites de cada oferta.


    Limites de cada oferta

    Os limites de cada oferta podem ser vistos abaixo. É muito importante salientar que os tamanhos de cada oferta podem mudar, por isto, mantenha se atualizado pelo site oficial das ofertas do Windows Azure.

    Serviço

    Descrição

    Recurso

    Ofertas

    “oferta introdutória” ou “introductory offer” ou “oferta especial de lançamento” ou “trial offer”

    MSDN Subscription

    * 2A oferta MSDN Subscription teve alterações substanciais
    após o MIX11. Veja:

     

    Cloud Essentials para Parceiros

    Windows Azure Hospedagem de aplicações Quantidade de horas de máquina virtual do tipo extra-small instance1

    750 horas

    não tem

    750 horas

    Quantidade de horas de máquina virtual do tipo small instance

    25 horas

    750 horas

    25 horas

    Transferência de dados entre o datacenter do windows azure e consumidor dos dados

    Entrada de dados

    0,5 GB

    20 GB2

    7 GB

    3 GB

    25 GB2

    Saída de dados

    0,5 GB

    20 GB2

    14 GB

    6 GB

    25 GB2

    Windows Azure Storage Armazenamento de dados não-relacional (blob, table e queue) Espaço para armazenamento

    0,5 GB

    20 GB2

    10 GB

    3 GB

    20 GB2

    Quantidade de transações

    10.000

    50.0002

    1.000.000

    250.000

    Windows Azure AppFabric Barramento de serviços, autenticação e caching Número de conexões do service bus4

    Não haverá cobrança até 31/03/20124

    Não haverá cobrança até 31/03/20124

    Não haverá cobrança até 31/03/20124

    Quantidade de autenticações com o access control service

    100.000

    1.000.000

    100.000

    Quantidade de Megabytes para Caching

    128 MB3

    128 MB3

    128 MB3

    SQL Azure Banco de dados relacional Tamanho do banco de dados

    1 banco de dados de 1 GB durante os primeiros 90 dias

    3 bancos de dados de 1 GB cada

    1 banco de dados de 1 GB

    1 A máquina virtual do tipo extra-small instance ainda está em fase beta. Por isto, uma vez você assina esta oferta, entre no portal do Windows Azure e requisite a sua participação na fase beta.
    2 Atualizado conforme as novidades do MIX11. Veja as novidades neste post “Anúncio–Novos tamanhos dos serviços do Windows Azure para as ofertas gratuitas”.
    3 O serviço do Windows Azure AppFabric Caching não será cobrado até o dia 01/agosto/2011
    4 O serviço de Windows Azure Service Bus sofrerá mudanças no modelo de compra, sendo assim, até a data de 31/03/2012, o serviço estará gratuito. Veja mais detalhes neste anúncio


    Espero que este post tenha esclarecido algumas dúvidas sobre como assinar as ofertas do Windows Azure. Se tiver mais dúvidas, deixe o seu comentário.

    abs e t+
    condé

    versão 7.0

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Cauda longa, SaaS e Neo-tribalização - Exemplo

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    Boa noite a todos !

    Cauda longa

    Para quem está atuando ou estudando o mercado de SaaS, S+S, provavelmente já esbarrou com o termo Cauda Longa. O editor chefe da revista Wired, Chris Anderson, realizou um estudo detalhado sobre o efeito da convergência digital e Internet sobre os mercados de consumo, e concluiu que os rompimentos de barreiras físicas/virtuais gerou novas ofertas de produtos/serviços, permitindo assim aos consumidores experimentarem estas novas ofertas, que até então não existiam ou simplesmente não eram prioritárias no processo de decisão da produção. Este movimento de experimentação, permitiu que novos mercados surgissem, mas ao contrário dos mercados tradicionais (larga escala), estes novos mercados são de nichos, especializados e de pequeno volume. Alguns estudos antropológicos realizados, dizem que está aglutinação de pessoas ao redor de interesses comuns em ofertas de de produtos/serviços especializadas, pode ser chamado de “Neo-tribalização”.

    Cauda longa

    Esta “Neo-tribalização” pode ser vista claramente como funciona estes mercados especializados, eles possuem duas características que gostaria de esclarecer: em primeiro lugar estes os mercados especializados não não possuem o mesmo tamanho do que os mercados tradicionais de larga escala, em segundo lugar, cada mercado especializado apesar de pertencer a uma mesma categoria genérica, possuem características individualmente únicas. Vamos a um exemplo? Desde que o Napster criou a capacidade de troca (não vou me prender sobre os assuntos de Copyrights) de arquivos MP3 entre pessoas, o mercado fonográfico sofreu mudanças comportamentais. Apesar que todos nós consumimos músicas pela Web, um fato é que as nossas preferências nos tornam exclusivos e únicos, podemos observar o surgimento de grupos de interesse ao redor de pequenos temas musicas, tais como: grupos que gostam de músicas dos anos 70, grupos que só gostam de trilhas sonoras, grupos que gostam de debater sobre a sonoridade das notas musicas em músicas clássicas e assim por diante. Veja, todos coletivamente pertencemos ao grupo consumidores de música, mas os nossos interesses nos tornam individualmente diferentes, que em mercado gigante, podemos ter similaridades de gostos com outros indivíduos.

    Os comportamentos de exclusividade, personalização e ao mesmo economia de escala já ultrapassaram a linha antropológica e atingiram o capitalismo. O próprio surgimento de redes sociais na Web é uma demonstração que todos queremos nos conectar, mas mantendo a nossa indivualidade. Outro exemplo, é surgimento de mecanismos de buscas especializados (vertical engines search), que permitem realizar buscas apenas em blogs, imagens, notícias. Até mesmo grupos de sites voltados a busca por carros genericamente, carros de luxos, ou de imóveis e assim por diante.

    E para nós arquitetos, desenvolvedores, o que nos afeta? A cauda longa pode nos afetar em vários aspectos, um que sempre vem à minha mente é o equilíbrio na relação “Projetar um Software que seja genérico suficientemente para aceitar várias entradas X permite a personalização em níveis detalhados”. O que tenho visto é que as nossas soluções procuram um comportamento auto-ajustáveis (crescer e se adequar), mas que tenham processos automatizados de customizações, permite gerar pequenas versões para cada mercado, mas compartilhando um ambiente em comum. Estas tendências vêem de encontro às idéias SaaS (Software as a Service) , S+S (Software + Services). Para facilitar o entendimento, vamos pegar um exemplo que foi desenvolvido pelo nosso time de P&P. Mas antes de falar sobre o nosso exemplo, segue abaixo uma palestra do Chris Anderson sobre Cauda Longa.

    Exemplo de uma aplicação SaaS para Cauda Longa

    LitwareHR_thumb4

    Nós sabemos que várias empresas tem espaços para publicação de currículos nos seus sites. Em teoria, a grande maioria desenvolve pequenas soluções, por exemplo, formulários html, ou endereços de e-mail para que um remetente possa encaminhar. Neste cenário, temos um exemplo de mercado especializado, que poderia ser resumido em: empresas que com sites pequenos, e querem utilizar a internet com plataforma de coleta de talentos, as grandes normalmente tem suas próprias infra-estruturas de TI para cuidar disto.

    O nosso time P&P desenvolveu o projeto LitewareHR, ele consiste de um website que permite a qualquer um se cadastrar e provisionar um ambiente customizado para receber currículos. Está característica de criar um ambiente customizado é chamado de Multi-inquilino (Multitenant), ou seja, cada “inquilino” terá a sua própria versão, com as customizações que julgar importantes e tudo rodará no mesmo ambiente computacional.

    Então, que características da cauda longa conseguimos ver no exemplo acima?

    1. Identificação de um mercado especializado
    2. Utilização de ferramentas tecnológicas que tem um plataforma em comum gerando um ganho de escala, mas que ao mesmo tempo eu dou aos meus clientes o poder de escolha e personalização.

    Além destes pontos de personalização X escala, existem outros pontos que devemos considerar:

    1. Como “faturar” em cima do modelo personalização X escala?
    2. Quais pontos da minha arquitetura de banco de dados preciso ter atenção para atender o desejo de personalização?
    3. Qual é a taxa escalabilidade necessária para esta aplicação? Como estruturar minha aplicação para que suporte o crescimento adequado neste mercado de nicho, mas que ao mesmo tempo é desconhecido das estatísticas tradicionais?

    No Link http://files.skyscrapr.net/users/saas/sampleApp/Videos/LitwareDemo.wmv é possível ver uma demonstração do LitewareHR funcionando.

    Conclusão

    A internet e convergência digital vem interligando o mundo e criando novas experiências para os nossos clientes e consumidores. E uma delas é a cauda longa, que fez surgir mercados de interesses específicos. Podemos utilizar a Tecnologia da Informação como ferramenta para providenciar serviços que tenham economia de escala e ao mesmo possam disponibilizar recursos de personalização.

    Momentos de reflexão

    1. Hoje, quando eu estou concebendo a minha aplicação, estou visualizando que mercados? Os tradicionais que já atendo? Ou os futuros mercados especializados?
    2. Se eu for para uma abordagem SaaS, quais os modelos de faturamento que posso empregar para financiar a operação?
    3. Como eu estruturo a minha arquitetura para atender as demandas de crescimento X personalização de conteúdo X modelo de negócios SaaS?

    abs
    Condé

    Versão 1.0

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Breve Enterprise Library 5.0

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    Boa tarde a todos !

    Muitas pessoas vêem utilizando a Enterprise Library na construção das suas aplicações. A EntLib (apelido carinhoso) contém uma série de blocos prontos que já podem ser utilizados. Vejam neste gráfico os blocos.

    Blocos presentes Blocos presentes com o Unity (Injeção de dependência)
    image image

     

    No último P&P Redmond Summit, Gregori Melnik apresentou algumas idéias para a EntLib 5. Vocês podem ver o vídeo que adicionei no meu blog. Basicamente algumas idéias são:

    • Simplificação da arquitetura e design da EntLib
    • Ajuste do Data Application block (DAB) para consumo de resultados de stored procedures e uso de LINQ
    • Ajustes de desempenho do Logging Application Block  (LAB) e uso de novos “tokens”
    • Manipulação dos objetos da EntLib via outras maneiras ( via EnterpriseLibraryContent.Current ou uso de dependência de injeção)
    • Uso dos atributos de validação System.ComponentModel.DataAnnotations junto com o Validation Application Block (VAB)

     

     

    Se você quiser saber mais informações sobre Enteprise Library, veja estes dois links:

     

    abs e T+
    Condé

    versão 1.0

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Bem vindo Windows 7

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    Boa tarde a todos !

    Hoje (22/10/2009) está ocorrendo o lançamento do Windows 7 em todo o mundo, após visitar algumas lojas e seus eventos, senti um pouco de nostalgia.

    Windows 1.0

    Já faz 24 anos que o Windows 1.0 chegou no mercado, eram meados de 1985. Tudo começou com gráficos rudimentares, pouca memória e alguns simples programas.

    Agora imaginem a quantidade de acontecimentos que veem ocorrendo desde 1985 até hoje. Só para lembrar: da guerra fria a grande tribo global, da televisão preto-branco para os monitores de altíssima resolução, do Cruzeiro (Cr$) até o Real (R$), de um planeta de 4 bilhões de pessoas para 6 bilhões.

    imagePara nós, Arquitetos, o sistema operacional é peça fundamental no comportamento da nossa aplicação. O SO é quem controla os nossos recursos computacionais e fornece a plataforma de desenvolvimento. Pelo menos em minha opinião, entender como um SO funciona deveria ser matéria obrigatória para todos que se aventuram na construção de soluções.

     

    Seguindo a sugestão do Luciano Palma, segue uma linha comparativa que fiz entre a evolução do Windows e os grandes filmes do cinema de cada época. Se não concordar com algum filme, deixe o seu comentário.

    Familia Windows e o cinema

    Concluindo, segue uma série de recursos interessantes que o Windows 7 tem:

    · Recurso de busca: Digitando “calculadora” na caixa de pesquisa do Botão Iniciar, veja os resultados na lista

    · Barra de Ferramentas: Podemos adicionar um programa para a Barra de Tarefa de maneira intuitiva.

    · Jumplist: Clicando com o botão direito em cima de algum programa na Barra de Tarefas, ele apresentará um menu de contexto com as principais funcionalidades.

    · Aero: Use o “Alt-TAB”, Aero Shake e divida as telas do computador.

    · Ligar & Desligar: Deixe o computador no modo suspensão e ligue na sequência.

    abs e T+
    Condé

    versão 1.9

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Palestra sobre Desenvolvimento para Windows Azure e SQL Azure no Evento de Parceiros

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    Boa noite a todos !

    Na última quinta-feira (19/08/2010), fiz uma palestra sobre o “Desenvolvimento para Windows Azure e SQL Azure” no evento de parceiros e competividade. Particularmente, a palestra foi ótima, com excelente perguntas sobre como usar migração, utilização, boas práticas. Para aqueles que não puderam estar no evento, deixo aqui a apresentação,

    abs
    Condé

    versão 1.1

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    SaaS – Cenário Fictício – Levantamento de Cenários e Requisitos

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    Boa tarde a todos !

    Continuando a nossa série “Cenários Fictícios” vamos a mais um capítulo.

    Veja os outros capítulos:
    Capítulo 1 : SaaS – Série - Cenário Fictício – Considerações iniciais
    Capítulo 2 : SaaS – Série - Cenário Fictício – Visão do Projeto

    Capítulo 3 – Necessidades de negócios (Deseja X Necessidade)

    No capítulo anterior da série “Cenários Fictícios”, falamos sobre a visão do projeto e as forças que estão presentes nele. Em várias conversar com profissionais de TI, uma importante discussão é sobre o entendimento do cenário de negócio onde o projeto está situado. Além do conhecimento de patterns, tecnologias, tendências, roadmap, como Arquiteto, conhecer o negócio e as motivações do mesmo são atributos imprescindíveis para desenhar uma arquitetura adequada.

    Requisitos (Requeriments)

    Uma maneira de auxiliar o entendimento do cenário de negócio é identificar os requisitos do projeto. O requisito (requeriment) pode ser entendido uma capacidade esperada pela aplicação. De uma maneira didática podemos dividir os requisitos em:

    Requisitos de negócios (Business Requeriments)
    Os Requisitos de Negócios são aqueles que a empresa acredita que são importantes para o sucesso do projeto. Eles mostram a visão e os objetivos da aplicação. É claro que estes requisitos precisam ser transformados itens reais e tangíveis afim de serem contabilizados no projeto. Podemos citar os exemplos abaixo:

    • A aplicação deve fornecer uma API aberta para ser consumida por outras aplicações, através de protocolos abertos
    • A aplicação deve fornecer um conjunto de Widgets para que outros sites possam compor mesh-ups.

    Note que podemos entender “novos mercados” como a capacidade da aplicação em se integrar com outros serviços Web 2.0, através de uma realidade mais tangível (APIs, mesh-ups).

    Os Requisitos de Negócios são muitas vezes chamados de high-level requeriments, eles representam as visões sem detalhamento técnico.

    Requisitos de usuário (User Requeriments)
    Os Requisitos de Usuários são as tarefas que eles devem executar para atingir os seus objetivos. Por exemplo:

    • O usuário de internet deve ser capaz de publicar uma reclamação através da Internet
    • O usuário de internet deve ser capaz de visualizar o status das suas reclamações
    • O Gerente deve ter um relatório para acompanhamento da evolução das reclamações via internet

    Tipicamente os Requisitos dos Usuários são modelados através de casos de usos. Os casos de usos são ferramentas lúdicas que permite uma interpretação visual de “como” o usuário deve executar as suas tarefas. Por ser de fácil desenho e utilização, é muito comum o emprego de casos de usos nos diversos projetos atuais.

    Requisitos funcionais (Functional Requeriments)
    Os Requisitos Funcionais ou especificações funcionais representam o que os desenvolvedores devem construir para atingir os outros requisitos (Requisitos de Negócios). Estes requisitos são detalhados, normalmente escritos por um líder técnico ou arquiteto.

    Os Requisitos Funcionais podem incluir protótipos de telas, pseudo code, diagramas. Quanto mais detalhado melhor para o desenvolvimento do projeto. Os Requisitos Funcionais são chamados de low-level requeriments.

    Requisitos de Qualidade de Serviço (Quality of Services)
    Os Requisitos de Qualidade de Serviço (Quality of Service) são os requisitos que definem de maneira contratual o comportamento da aplicação. Eles são normalmente categorizados em requisitos de desempenho, escalabilidade, segurança e padrões. Podemos dar alguns exemplos:

    • Quando o usuário de internet for salvar uma reclamação, o tempo esperado é de menos de 3 segundos para salvar e retornar uma resposta.
    • A aplicação deve suportar 1.500 usuários de internet simultaneamente
    • A aplicação utilizará um mecanismo próprio de autenticação
    • O tempo esperado de downtime (SLA) é de 99% por mês corrido

    Note que os Requisitos de Qualidade de Serviço influenciam na escolha das tecnologias, plataformas, ferramentas de desenvolvimento e de produção.

    Levantamento de requisitos

    Identificar requisitos dentro de um projeto é um trabalho intensivo. Técnicas de entrevistas, JAD, Brainstorm, UML, Casos de Usos são algumas ferramentas para auxiliar a equipe de construção em entender, refinar, classificar e montar um requisito.

    Em vários cursos e palestras que já fiz, sempre falo de que entender um requisito é separar o Desejo da Necessidade.  Aprendi que todo o projeto de desenvolvimento de software tem esta raiz comum. Para completar este raciocínio, compartilho aqui um conceito que é chamado de Hierarquia das Necessidades de Maslow. Simplificando a teoria dele, as necessidades são os guias da motivação humana, se uma determinada necessidade não for satisfeita, ela gera comportamentos negativos (por exemplo: agressivade, falta fé, pessimismo, medos) no indíviduo. Estas necessidades estão organizadas e dispostas em níveis, numa hierarquia de importância e de influência, numa pirâmide, em cuja base estão as necessidades mais baixas (necessidades fisiológicas) e no topo, as necessidades mais elevadas (as necessidades de auto realização).

     
    Maslow, Hierarquia

     

    De acordo com Maslow, as necessidades fisiológicas constituem a sobrevivência do indivíduo e a preservação da espécie: alimentação, sono, repouso, abrigo, etc. As necessidades de segurança constituem a busca de proteção contra a ameaça ou privação, a fuga e o perigo. As necessidades sociais incluem a necessidade de associação, de participação, de aceitação por parte dos companheiros, de troca de amizade, de afeto e amor. A necessidade de estima envolvem a auto-apreciação, a autoconfiança, a necessidade de aprovação social e de respeito, de status, prestígio e consideração, além de desejo de força e de adequação, de confiança perante o mundo, independência e autonomia. A necessidade de auto-realização são as mais elevadas, onde cada pessoa é elevada a realizar próprio potencial e o desenvolvimento contínuo.

    Usando Maslow, então podemos observar que os desejos são na realidade, ferramentas que materializam-se em objetos (serviços dependendo do caso) para satisfazer as nossas necessidades. Por exemplo, porque um alguém compra uma Ferrari e não um fusca? Tecnicamente, o propósito de qualquer automóvel é locomover, ou seja, levar do ponto A para o ponto B. Mas o que leva alguém a comprar uma ferrari ao invés de um fusca? Isto pode ser explicado por Maslow, o consumidor em potencial de uma ferrari não está buscando uma ferramenta de deslocamento, mas sim uma que satisfaça a necessidade status.

    O conflito de necessidades e desejos persegue todo projeto, você pode sentir isto naquele momento que o cliente já diz assim "Olha, quero um sistema que faça x, y e funciona na web". Isto é o tipo de discurso que o cliente está apresentando o desejo dele, mas não foi analisado a necessidade para aquela aplicação, como por exemplo: A plataforma web é mais recomendada para o tipo de problema? Será que as funcionalidades apresentadas conseguirão atender e resolver o problema atual?.

    Neste ponto, que exige do interlocutor do projeto, a capacidade de mostrar que aquele desejo pode não resolver a necessidade latente, e junto com a equipe mostrar qual é o caminho a seguir. Fácil né? Bem, no IRL (In real life ou na vida real) não é tão fácil, pois a partir do momento que o cliente escuta "não", a coisa muda de figura e começa os jogos de poder.

    Controlar as necessidades e os desejos, exige muito trabalho, precisará aguentar uma pressão, desconfiança, os conflitos. Mas se sobreviver a este momento, todos começaram a concordar e confiar. As dicas que dou para viver neste momento são:

    1. Procure ouvir mais do que discutir. 
    2. Procure prototipar a idéia. As pessoas discutem e pensam melhor, a partir do momento que possuem material paupável. Seja como a televisão, conquiste pelo coração.
    3. Procure ver a rotina de quem usará. Bem, observando a rotina de trabalho do usuário, poderá entender porque talvez ele precise daquela solução.
    4. Aprenda a dizer não. Lembre-se, doi falar não, mas doi mais ainda é dizer sim e depois não entregar o projeto.
    5. Use o príncipio SMART do Microsoft Solutions Framework (Specific, Measurable, Achievable, Results-oriented, Time-bound) para entender e classificar os requisitos.

    Nos próximos posts vamos continuar com esta discussão. E para quem não leu, segue os capítulos anteriores:

    Capítulo 1: http://blogs.msdn.com/conde/archive/2009/05/12/saas-s-rie-cen-rio-fict-cio-considera-es-iniciais.aspx

    Capítulo 2: http://blogs.msdn.com/conde/archive/2009/06/01/saas-s-rie-cen-rio-fict-cio-vis-o-do-projeto.aspx

    abs e T+
    Condé

    versão 1.0

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Condé Demo – Construindo uma solução auto-escalável dentro do Windows Azure

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    · Boa noite a todos !

    Esta “Condé Demo” é a mais antiga que já publiquei no Channel9. Ela foi concebida para o evento S+S Day de Dezembro de 2010, apesar dos 6 meses de idade, continua muito atual. Em algumas reuniões com parceiros e start-ups uma das perguntas que surgem é “O Windows Azure suporta auto-escalabilidade ?”, a primeira resposta é não. Então, é neste momento que surge a expressão de interrogação, “Como assim? Não estamos falando de computação elástica?”, bem primeiramente é necessário esclarecer que a capacidade computação elástica refere-se a possibilidade crescer ou encolher o uso de poder de processamento e armazenamento no Azure. Já quando falamos sobre auto-escalabilidade, na realidade é a existência de uma a inteligência em reconher um padrão de comportamento de uma aplicação, e assim baseado em conjunto de thresholds/SLAs/Notificações, esta inteligência deve incrementar ou encolher o consumo de recursos da aplicação. 

    Bem, pode-se notar que determinar qual comportamento padrão e os quais os thredsholds são medidas estritamente ligadas à aplicação e não a uma plataforma de serviços. Mas nem tudo são problemas, através de um conjunto de recursos do Azure é plenamente possível a construção de aplicação que suporte auto-escalabilidade.

    Em novembro de 2009, em um bate-papo com o Arquiteto-Chefe Otavio Pecego, ele lançou o desafio de apresentarmos no S+S Day uma solução que suportaria auto-escalabilidade. O desafio foi aceito e concluído com sucesso.

    Teoria do Controle

    A inspiração para a construção da aplicação de auto-escalabilidade veio da Teoria de Controle da Mecânica . Para entender esta teoria, vamos a um exemplo comum, “Como manter a velocidade constante de um veículo, independente da carga que ele transporta?”; agora imagine como construir um mecanismo para responder à esta pergunta. Para que este motor possa manter a sua velocidade é necessário que uma inteligência esteja continuamente analisando os fatores externos (condição da estrada, resistência do evento, peso atual do veículo), e uma vez tendo estes fatores externos esta inteligência pode enviar comandos aumentar ou reduzir a aceleração do veículo.

    Na imagem abaixo, você pode ver o desenho padrão da Teoria do Controle. Nela estão presentes alguns aspectos importantes, são eles:

    o Processo: Entidade que recebe os comandos do Controlador e executa as ações

    o Controlador: Entidade que compara o valor desejado (SP) com o valor do processo (PV) e determina com base em um algoritmo qual é o valor de correção que o Processo deve executar para aproximar do valor desejado (SP).

    o Feedback: Conjunto de dados que o controlador utilizará para medir o quanto deve incrementar ou reduzir o valor do processo (PV), baseado na relação Valor Desejado (SP)  X Valor do Processo (PV).

    clip_image001

    Patterns

    Aplicando a Teoria do Controle dentro de uma solução para cloud computing, podemos ver dois patterns interessantes que podemos ver. O primeiro pattern chama-se “Scale Unit”, podemos defini-lo como a quantidade de recursos que uma aplicação consome para atender uma demanda definida. Um exemplo deste pattern seria definirmos, por exemplo, que uma aplicação para atender 250 usuários simultaneamente ela precisasse de 1 WebRole e 1 WorkerRole.

    clip_image002

    Já o segundo pattern é o “Heart Beat”, este pattern funciona como uma coleta contínua de dados estatísticos das Roles/Scale Units, e assim baseando em threshold, o mecanismo de Controle envia comandos de incremento ou decremento no número de Scale Units que a aplicação vem consumindo ao longo da sua execução.

    clip_image003

    E uma vez o “Heart Beat Service” detecte alguma anomalia no desempenho da aplicação, ele envia para a aplicação o comando de incrementar o número de “Scale Units” e assim consegue manter o desempenho esperado.

    Arquitetura da Demonstração

    Uma vez conhecendo o modelo e os patterns apresentados, chegou o momento de vermos qual é a arquitetura da aplicação apresentada na demonstração. O propósito da aplicação é realizar cálculos de números fatoriais que são submetidos para uma fila do Windows Azure Storage. Uma vez estes números são submetidos para uma fila, um WorkerRole captura estes números, calcula e escreve dentro uma table.

    Além disso, uma aplicação de monitoramento (isolada do ambiente Azure) comporta como “Heart Beat”, coletando continuamente o número de itens pendentes na fila. E se o número de itens pendentes ficar acima do threshold, a aplicação de acompanhamento envia uma requisição de incremento do número de WorkerRoles. E vice-versa, e o número de itens ficar abaixo do threshold, ela solicita que reduza o número de WorkRoles.

    clip_image004

    Código-fonte e documentos

    Conteúdo

    Link

    Observações

    Pré-requisitos para a produção

    Código-fonte para a aplicação a ser hospedada no Azure

     

    Esta solução foi desenvolvida em cima do Visual Studio 2010 Ultimate

    Verifique o arquivo Readme.txt para saber onde deve fazer as modificações abaixo

    Projeto SetupAzureStorage

    1. Configurar dentro do app.config as chaves “AzureStorage” e “AzureKey” com os valores para acessar o Windows Azure Storage
    2. Executar a aplicação e pedir para criar a fila e a tabela dentro do Windows Azure Storage

    Projeto SPSDayDemoAutoScaling01

    1. Configurar no arquivo serviceconfiguration.csfg os valores para “DataConnectionString” e “DiagnosticsConnectionString” com os valores do Windows Azure Storage

    Código-fonte da aplicação de monitoramento.

     

    Esta solução foi desenvolvida em cima do Visual Studio 2008 VSTS

    Em alguns casos, pode ocorrer falha de rede na execução do aplicativo, sugiro aumentar o tempo de atualização do gráfico.

    Verifique o arquivo Readme.txt para saber onde deve fazer as modificações abaixo

    Projeto SPSDayDemoAutoScaling01Health

    1. Configurar dentro do app.config as chaves “AzureStorage” e “AzureKey” com os valores para acessar o Windows Azure Storage
    2. Configurar a chave “CertificateFilename” dentro do app.config o caminho do arquivo de certificado (extensão .CER).
    3. Ter um certificado válido (Self-signed certificate é suficiente) registrado localmente na máquina e também dentro do Azure Portal
    4. Configurar dentro do app.config a chave  “SubscriptionID” com o SubscriptionID que está dentro da parte Account do Azure Portal

     Condé Demo

    Abaixo tem o vídeo do Channel 9, se quiser ver mais vídeos entre em http://channel9.msdn.com/niners/luconde

    Get Microsoft Silverlight

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    Condé

    versão 1.3

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Arqpod – Novos podcasts sobre Arquitetura

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    Boa noite a todos !

    No ano passado lancei o ArqPod, que é uma série de podcasts de arquitetura voltado para quem desenha conhecer, ou até mesmo fazer uma atualização dos seus conhecimentos. Desde o início do mês venho fazendo uma publicação silenciosa de novos podcasts de arquitetura, já há 4 disponíveis e pelo menos mais 4 devem estar disponíveis até o final do mês.  Confira abaixo:

    Título

    Descrição

    Link

    ArqPod Brasil - Principios para desenho de uma arquitetura

    Neste Podcast, Luciano Condé fala sobre quais são os princípios importantes na construção de uma arquitetura de solução, de acordo com Application Architecture Guide 2.0 (AppArchGuide).

    http://channel9.msdn.com/posts/luconde/ArqPod-Brasil-Principios-para-desenho-de-uma-arquitetura/
    ArqPod Brasil - Autorização e autenticação Neste Podcast, Luciano Condé discute sobre os princípios de autenticação e autorização dentro de arquitetura de soluções, de acordo com Application Architecture Guide 2.0 (AppArchGuide). http://channel9.msdn.com/posts/luconde/ArqPod-Brasil-Autorizao-e-autenticao/
    ArqPod Brasil - Concorrência e Transação Neste Podcast, Luciano Condé discute sobre os princípios de concorrência e transação dentro de arquitetura de soluções, de acordo com Application Architecture Guide 2.0 (AppArchGuide). http://channel9.msdn.com/posts/luconde/ArqPod-Brasil-Concorrncia-e-Transao/
    ArqPod Brasil - Acoplamento e coesão Neste Podcast, Luciano Condé discute sobre os princípios de acoplamento e coesão dentro de arquitetura de soluções, de acordo com Application Architecture Guide 2.0 (AppArchGuide). http://channel9.msdn.com/posts/luconde/ArqPod-Brasil-Acoplamento-e-coeso/
    ArqPod Brasil – Acesso a dados Neste Podcast, Luciano Condé discute sobre os princípios de acesso a dados dentro de arquitetura de soluções, de acordo com Application Architecture Guide 2.0 (AppArchGuide).

    http://channel9.msdn.com/posts/luconde/ArqPod-Brasil-Acesso-a-dados/

    ArqPod Brasil – Gerenciamento de Estado Neste Podcast, Luciano Condé discute sobre os princípios de gerenciamento de estado dentro de arquitetura de soluções, de acordo com Application Architecture Guide 2.0 (AppArchGuide).

    http://channel9.msdn.com/posts/luconde/ArqPod-Brasil-Gerenciamento-de-estado/

    ArqPod Brasil – Divisão em camadas Neste Podcast, Luciano Condé discute sobre os princípios de divisão de camadas dentro de arquitetura de soluções, de acordo com Application Architecture Guide 2.0 (AppArchGuide).

    http://channel9.msdn.com/posts/luconde/ArqPod-Brasil-Diviso-de-camadas/

    ArqPod Brasil – Princípios de Arquitetura Além de todos os princípios que foram apresentados nesta série de Podcasts, Luciano Condé apresenta algumas considerações que são importantes para o desenho de uma arquitetura.

    http://channel9.msdn.com/posts/luconde/ArqPod-Brasil-Princpios-de-Arquitetura-Consideraes-importantes/

    Se quiser ouvir os anteriores, basta acessar os links abaixo:

    Título

    Descrição

    Link

    ArqPod Brasil - O que é Arquitetura Utilizando o AppArchGuide 2.0 como referência, Luciano Condé descreve neste podcast, a definição de arquitetura e quais aspectos que sobre a definição. http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-O-que--Arquitetura/
    ArqPod Brasil - Divulgação da arquitetura

    Neste Podcast, Luciano Condé fala sobre a importância do engajamento na divulgação de uma arquitetura dentro de um projeto e empresas

    http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Divulgao-da-arquitetura/
    ArqPod Brasil - Elementos em uma arquitetura Neste Podcast, Luciano Condé fala sobre os elementos de um desenho de uma arquitetura http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Elementos-em-uma-arquitetura/
    ArqPod Brasil - Elementos em uma arquitetura Neste Podcast, Luciano Condé fala sobre os elementos de um desenho de uma arquitetura. http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Elementos-em-uma-arquitetura/
    ArqPod Brasil - Por que precisamos de arquitetura Neste Podcast, Luciano Condé fala sobre porque precisamos de arquitetura e as motivações do assunto. http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Por-que-precisamos-de-arquitetura/
    ArqPod Brasil - Pensando na arquitetura e se preparando para o futuro Neste Podcast, Luciano Condé fala sobre a relação das perspectivas de futuro e a arquitetura. http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Pensando-na-arquitetura-e-se-preparando-para-o-futuro/
    ArqPod Brasil - Desenhando uma arquitetura Neste Podcast, Luciano Condé fala sobre como prosseguir no desenho um arquitetura. E a relação arquitetura x design. http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Desenhando-uma-arquitetura/
    ArqPod Brasil - Requisitos em Arquitetura Neste Podcast, Luciano Condé fala sobre a relação sobre entre os requisitos de um projeto e a arquitetura http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Requisitos-em-Arquitetura/
    ArqPod Brasil-Overview - Introdução à plataforma .NET Neste podcast Luciano Condé apresenta a visão a plataforma .NET e fala sobre os pilares desta plataforma http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Overview-Introduo--plataforma-NET/
    ArqPod Brasil-Overview - Tecnologias para confecção de Interfaces Neste podcast Luciano Condé fala sobre os tipos de interfaces com usuário (Web, desktop e mobile) e quais as opções tecnológicas para cada tipo de interface dentro da plataforma .NET http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Overview-Tecnologias-para-confeco-de-Interfaces/
    ArqPod Brasil-Overview - Tecnologias para confecção de serviços Neste podcast Luciano Condé fala sobre as opções da plataforma .NET para construção de camada de serviços http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Overview-Tecnologias-para-confeco-de-servios/
    ArqPod Brasil-Overview – Tecnologias para integração, orquestração e workflows Neste podcast Luciano Condé fala sobre as opções da plataforma .NET para construção de integrações e orquestrações http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Overview--Tecnologias-para-integrao-orquestrao-e-workflows/
    ArqPod Brasil-Overview – Produtos Servidores Neste podcast Luciano Condé fala sobre os principais produtos de servidores da Microsoft que podem se unir a plataforma .NET http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Overview--Produtos-Servidores/
    ArqPod Brasil-Overview - Produtos para desenvolvimento Neste podcast Luciano Condé fala sobre os principais produtos para a construção das aplicações dentro da plataforma .NET http://channel9.msdn.com/posts/Markus+Christen/ArqPod-Brasil-Overview-Produtos-para-desenvolvimento/

    Também confira no Channel9 do Brasil, mais vídeos do time de arquitetura.

    Se tiver sugestões de novos temas para podcasts, comente !

    abs e T+
    Condé

    versão 1.4

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Anúncio–GA (Produção) de Máquinas Virtuais (Windows, Linux), Rede Virtual, redução de preço e muito mais

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    Bom dia a todos !!!

    imageHoje é um dia excitante para a Microsoft, Windows Azure e todos os nossos clientes ao redor do mundo. Tenho o prazer de anunciar a disponibilidade geral dos Serviços de Infraestrutura do Windows Azure. Agora com este novo serviço, torna-se possível para os clientes moverem suas aplicações para a nuvem. Veja o resumo das novidades, programados e como aprender mais sobre Windows Azure.

    O anúncio de hoje é um passo significativo para a nossa estratégia de computação em nuvem, que foi influenciando diretamente pelas nossas discussões com os clientes e parceiros ao redor do mundo. Ao longo destas conversas, uma coisa é verdadeira em cada discussão – empresas sabem que o sucesso do uso da nuvem está no poder do “E”. Clientes não querem simplesmente remover ou trocar a infraestrutura atual para obter o benefício da nuvem; eles querem os pontos fortes dos investimentos locais (on-premises) e a flexibilidade da nuvem. Não é apenas a conversa entre Infraestrutura como Serviço (IaaS) ou Plataforma como Serviço (PaaS), mas sim o poder dos Serviços de Infraestrutura e Serviços de Plataforma e cenários híbridos. A nuvem deve ser um facilitador para a inovação, e uma extensão natural para o TI da sua empresa, ao invés de ser simplesmente uma maneira elegante de dizer que nuvem é uma infraestrutura barata e hospedagem de aplicações.

    Clientes também vem me falando que eles não querem ter que escolher entre um baixo preço ou um bom desempenho; eles querem baixo preço e bom desempenho. E é por isto que, estamos anunciando o nosso compromisso da paridade de preços com a Amazon Web Services para os serviços básicos como computação, armazenamento e largura de banda. Este compromisso já inicia com a redução dos preços das Máquinas Virtuais e Serviços de Nuvem entre 21-33%. Independentemente de como você optar pela compra do Windows Azure, você receberá o benefício da redução de preço. Como disse nosso Gerente Geral de Operações, Steven Martin, “Se você tinha dúvidas sobre o Windows Azure ser mais caro, hoje, nós estamos colocando de lado estas preocupações”.

    Ao ouvir o feedback dos clientes, nós aprendemos muito sobre as cargas de trabalhos (workloads) que você desejam rodar no Windows Azure. Como parte da nova versão dos Serviços de Infraestrutura, nós adicionamos novas instâncias com grande memória (28 GB/4 core e 56 GB/8 core) para rodar suas cargas de trabalhos mais exigentes. Nós também aprendemos muito sobre as aplicações que vocês querem rodar, desta maneira adicionamos um novo número de instâncias validadas baseadas em Microsoft na nossa lista, que inclui: SQL Server, Sharepoint, Biztalk Server e Dynamics NAV.

    É gratificante ver os nossos clientes já usando a nossa abordagem única de solução híbrida para inovar. Por exemplo, a empresa de marketing automotivo e mídia social, Digita Air Strike, vem utilizando os Serviços de Infraestrutura e Plataforma do Windows Azure para criar um mecanismo instantâneo de feedback para todas as compras de carros e serviços transacionais para a gigante do setor automotivo, General Motors. Isto permite que a GM monitore a saúde dos seus relacionamentos com os clientes em tempo real, fornecendo observações de negócios profundas e ricas.

    O CMO da Digital Air Strike nos disse recentemente que eles estavam estudando Amazon Web Services e outros provedores de nuvem, mas concluiram que “quando você trabalha para o mundo corporativo, você tem que escolher Microsoft”. Nós estamos honrados com esta declaração, e vem de encontro com a nossa vontade de continuar a liderança no campo corporativo, não apenas com a nossa plataforma de classe mundial, mas também com as décadas de experiência e suporte sem paralelo – Enterprise está nosso DNA. Nós nunca falaremos que uma aplicação Microsoft dentro da nossa máquina virtual está “acima da pilha” e não apoiá-lo, pelo contrário nós suportaremos e trabalharemos para o seu sucesso. E fazemos fazer isto com Acordos de Nível de Serviço (SLA) mensais que estão entre os mais altos do setor.

    Nós reconhecemos que os clientes tem a escolha, e por isto, hoje estamos tornando isto de maneira fácil – plataforma de computação em nuvem híbrida e completa, com excelente suporte, sem barreira de preço. Visite o site do Windows Azure para assinar uma oferta gratuita e experimente o poder do “e”.

    Resumo

    Serviços em Produção (GA – General Availability)

    • Máquinas Virtuais Windows: IaaS para Máquinas Virtuais rodando Windows
    • Máquinas Virtuais Linx: IaaS para Máquinas Virtuais rodando Linx
    • Rede Virtual: Montagem de rede virtual entre ambientes on-premises e a nuvem
    • Windows Azure Active Directory: Serviço de integração de identidade com o Active Directory.
    • Novas opções de instâncias com muita memoria: Disponibilidade de máquinas virtuais de 28 e 5GB para rodar os workloads que precisam de mais memória
    • Produtos da Microsoft validados e suportados no Windows Azure: Os produtos Project Server 2013, Sharepoint 2010/2013, Dynamics NAV 2013 e SQL Server 2008 R2/2012 são suportados nativamente no Windows Azure
    • Imagens pré-configuradas com BizTalk Server 2013, SQL Server 2008 R2/2012 e Sharepoint Server 2013 Trial: Além de usufruir dos produtos Microsoft validados, clientes poderão comprar diretamente pelo portal do Windows Azure máquinas virtuais pré-configuradas com o BizTalk Server 2013, SQL Server 2008 R2/2012 e pagando pelo valor hora das mesmas.

    Novos Valores

    • Redução de preço para Máquinas Virtuais (PaaS & IaaS): Desconto de 21-33% para as máquinas virtuais tanto para PaaS como IaaS. Veja mais detalhes neste link
    • Disponibilidade gratuita da Rede Virtual: Até o dia 01 de junho de 2013, o serviço de Rede Virtual será gratuito. Após esta data será iniciado a cobrança. Veja mais detalhes neste link.   
    • Aumento de 50 horas nas ofertas gratuitas e membros da Microsoft: Para os parceiros, desenvolvedores que utilizam as ofertas MPN, Trial Offer, MSDN receberão 50 horas adicionais nas suas franquias para usufruir das máquinas virtuais de muita memória. Veja mais detalhes sobre as ofertas para membros neste link.

     

    Outros

    • Windows Azure Backup Online em Preview: O Serviço de backup online do Windows Azure integrado com o Windows Server e System Center já está disponível para uso em preview pago para o Brasil. Veja mais detalhes neste link

     

     

    Eventos

    imageDurante o dia 27 d abril de 2013, será realizado globalmente o Windows Azure Global Bootcamp. Iniciativa liderada pelos MVPs de Azure ao redor do mundo, tem como objetivo realizar uma série de Hands-on-Lab sobre Windows Azure. No Brasil, já temos mais de 12 cidades já confirmadas e alguns ainda sendo tratadas.

    Acredito que a próxima pergunta é: Como faço para me inscrever? Simples, entre no portal do BootCamp, escolha a sua cidade e pronto !

    Se quer saber mais sobre isto, sugiro seguir o MVP de Azure Lucas Romão (twitter, Blog) que está liderando isto ao redor do Brasil.

     

     

     

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    Cursos de Windows Azure

    Além dos conteúdos disponíveis no Portal do Windows Azure, você pode conferir também os vários cursos disponíveis no Microsoft Virtual Academy (MVA). Para acessar basta entrar http://www.microsoftvirtualacademy.com e se registrar. Ou já use o link para acessar a busca por Windows Azure.

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    abs e T+
    Condé

    versão 1.0

  • Windows Azure e SQL Azure - Blog do Condé

    Princípios de Arquitetura - Disponibilidade

    • 1 Comments

    Boa noite a todos !

    Antes de escrever, gostaria de fazer uma correção, quando comecei a falar sobre estes princípios de arquitetura, eu tenho procurado é trazer à luz da discussão, quais são os atributos e princípios de pensamentos que norteam a construção de uma arquitetura. Disponibilidade e escalabilidade são atributos que toda a arquitetura deve pensar quando está sendo desenhada. Então a pergunta que me faço é quais princípios/idéias que precisamos refletir sobre arquitetura ? Está tem sido a pergunta motivadora destas reflexões. A correção sendo feita, vamos direta ao assunto.

    O princípio Disponibilidade está presente todas as arquiteturas, e está estritamente vinculado ao princípio Escalabilidade. Podemos entender a Disponibilidade, como a capacidade que uma solução tem de se manter funcional, apesar da ocorrência de falhas. Em português mais simplificado, “haja que houver, estará funcionando”. Os médicos chamam esta característica de resiliência.

    Devido a importância que a TI obteve nos últimos anos, a garantia de funcionamento do sistemas tornou-se  cada vez mais relevante. Imagine hoje, uma grande corporação sem e-mail? Ou a sua solução de CRM ficar fora do ar em pleno horário útil de trabalho? São estes tipo de perguntas, que chamam cada vez mais atenção para a disponibilidade.

    Quando falamos de disponibilidade, devemos considerar quais os aspectos que a aplicação foi desenhada. Vejamos um exemplo de uma aplicação de comércio eletrônico:

    • Os Servidores de Web estão rodando em balanceamento de carga?
    • Existe afinidade entre o visitante do site e os servidores?
    • Se está usando sessão ASP.Net, como ela está compartilhada entre os servidores?
    • E o servidor de banco de dados, está trabalhando em cluster?
    • Qual é o tipo de cluster (ativo/ativo, ativo/passivo) do banco de dados?

    E como qualquer aplicação, também precisamos nos preocupar com outros itens:

    • Atualização: Como serão realizadas as atualizações de sistema operacional, banco de dados ?
    • Suprimento de energia: Qual é a capacidade de autonomia do datacenter?
    • Segurança: Qual é o desenho de estrutura dos firewalls para proteger os servidores (web e banco de dados)?
    • Aplicação: A aplicação permite alterações (bugfixes, adição de módulos) on-the-fly? Ou preciso parar os serviços?

    A partir deste ponto, pode-se notar porque certas tecnologias implementam a capacidade de de alterar os seus componentes on-the-fly, um exemplo, são algumas DLLs do ASP.Net. Estás técnicas embutidas dentro das tecnologias permite a flexibilidade de disponibilidade ao arquiteto, desenvolver. Quem lembra do COM+ que precisava parar o serviço (shutdowm no processo W3wp.exe ou DLLHost.exe) para trocar a DLL?

    Por final é importante sempre ter em mente que disponibilidade está vinculada diretamente a capacidade de resposta da aplicação. Normalmente, a disponibilidade é medida como a taxa percentual de que a aplicação esteja on-line, em diversos projetos que participei já vi os números como 95%, 97% e até 99,9% do tempo disponível.

    Então, na sua próxima aplicação, primeiramente procure identificar qual é a taxa de disponibilidade esperada pela a sua aplicação, e posteriormente procure identificar quais técnicas, tecnologias e modelos que podem dar a flexbilidade necessária para que a sua aplicação mantenha o percentual esperado.

    Obrigado e T+
    Condé

    versão 3.0

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