O primeiro ponto é conseguir isolar onde ocorre o problema e para isso é necessário ter instrumentação na aplicação para ser possível um diagnóstico. Para isso você precisa coletar dados de diagnóstico pela importação do módulo Diagnostics dentro do modelo do serviço e pela configuração das fontes de dados para o dados possam ser coletados.

O Windows Azure possui um conjunto de serviços de diagnósticos que pode ser utilizado na aplicação. Você pode começar configurando e gerenciando o diagnóstico e como sugestão seguir os seguintes passos:

O artigo “Getting Started with Windows Azure Diagnostics” traz uma visão detalhada dos passos acima.

Além dos passos sugeridos acima, o novo portal do Windows Azure traz uma série de novidades sobre o assunto, recomendo a leitura do artigo “How to Monitor Cloud Services”.

Outro ponto muito importante é entender o que monitorar, seguem alguns exemplos:

Mais sobre a parte de instrumentação, o Visual Studio em conjunto com o Windows Azure tem uma funcionalidade de profiling onde é possível ligar a instrumentação do código. Este artigo traz mais conteúdo sobre o assunto: Profiling a Windows Azure Application.”

 

Para complementar o post, seguem outras referencias sobre o assunto. São vídeos, artigos e laboratórios:

 

Até o próximo post!