Olá pessoal, tudo certo?
Uma pergunta que surge sobre o uso do Windows Azure é quando iremos para o ambiente enterprise e quando iremos para a nuvem, isto é, quais aplicações são indicadas para o enterprise e quais podem ser colocadas na nuvem.
Para essa análise podemos avaliar dois aspectos interessantes: controle e economia de escala.
Já falamos um pouco sobre essa visão aqui no blog, veja aqui.
Pensando em controle vs. economia de escala, temos 3 grandes participantes em nossa composição de TI: o ambiente on-premise (onde participa o hardware de nossa empresa, local), o ambiente de hosting (baseado em provedores locais, onde podemos inclusive fazer o deploy de servidores colocados) e o ambiente elástico da nuvem, the cloud (onde contratamos por demanda capacidades de computação, provisionando de forma dinâmica e acessando esses recursos através de tecnologias de internet, SOAP, REST, etc.).
Porém, mesmo após nossa decisão sobre a melhor composição entre os diferentes ambientes de TI, vamos conviver com questões de integração entre os ambientes. Aplicações presentes no on-premise deverão ser integradas com aplicações e serviços em hoster's locais ou mesmo na nuvem. Como tratar aspectos de controle de acesso, autenticação e autorização entre esses ambientes?
Pensando na integração com a nuvem, o Windows Azure oferece um mecanismos de autenticação e autorização chamado "Geneva".
O que é o "Geneva"?
O modelo de Claims-Based Access previsto para o Azure envolve vários componentes no ambiente enterprise e cloud, como vemos na arquitetura a seguir:
O que é uma declaração? (Claim)
O que é o "Geneva Server"?
O que é o Microsoft Services Connector?
Microsoft Services Connector - Connecting Business to Services Ref.: http://www.microsoft.com/servicesconnector/
O que é o Federation Gateway?
O que é o "Geneva Framework"?
Como ficaria uma solução envolvendo o "Geneva" para a integração entre o enterprise e a nuvem?
Como sempre, esse post foi apenas uma introdução sobre o assunto.
Resumindo, podemos dizer que o "Geneva" Server implementa um serviço de tokens de segurança (Windows-based STS), o CardSpace "Geneva" oferece um seletor de identidades para clientes Windows, o "Geneva" Framework é uma biblioteca padrão para a criação de aplicações e serviços que suportam segurança por declarações (claims-aware) e finalmente, o Windows Azure oferece o Federation Gateway e o Access Control, que oferecem mecanismos de autenticação/autorização para aplicações na nuvem, de uma forma integrada com o ambiente enterprise.
Alguns links que usei para escrever esse post relaciono a seguir:
Microsoft Code Name “Geneva” Ref.: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?familyid=1e3c3efc-e980-4895-9095-86e51c1cd9d8&displaylang=en&tm
“Geneva” Team Blog Ref.: http://blogs.msdn.com/card/default.aspx
Geneva Whitepapers and Datasheet Ref.: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?familyid=9CA5C685-3172-4D8F-81CB-1A59BDC9F7E3&displaylang=en#filelist
Também, temos algumas sessões gravadas do PDC 2008 no Channel9 que são imperdíveis, confira:
.NET Services: Access Control Service Drilldown Ref.: http://channel9.msdn.com/pdc2008/BB28/
Identity: "Geneva" Server and Framework Overview Ref.: http://channel9.msdn.com/pdc2008/BB42/
Identity: "Geneva" Deep Dive Ref.: http://channel9.msdn.com/pdc2008/BB43/
Identity: Windows CardSpace "Geneva" Under the Hood Ref.: http://channel9.msdn.com/pdc2008/BB44/
Finalmente, o próprio SAML 2.0 é um assunto bem interessante. Mas vou deixar o tema para nosso amigo Markus :) Confira aqui.
Por enquanto é só! Até o próximo post :)
Waldemir.