Olá pessoal, vou aproveitar para repassar aqui um mail que acabei de receber sobre o Microsoft BPOS. Nem preciso dizer que são leituras obrigatórias.
1. Microsoft Online Services Quick Start Guide
This easy-to-read resource provides service administrators with a handy set of checklists to help them set up Microsoft Online Services e-mail and document collaboration services,
including signing in, provisioning users, and configuring e-mail services. Access the Quick Start guide<http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=123953&CLCID=0x416>.
2. Microsoft Online Services Demo
See real-life examples of how to take advantage of the powerful communication and collaboration benefits of Microsoft Online Services – including Exchange Online, Office SharePoint Online, and Office Live Meeting Online – for both network administrators and information workers. View the demo<http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=124318&CLCID=0x416>.
3. Security Features in Microsoft Online Services White Paper
The Security Features in Microsoft Online Services white paper details how Microsoft Online Services helps ensure increased security at each stage of your online transactions. This can help your organization gain cost advantages while helping to avoid many of the security risks associated with Web-based software services. Read the white paper<http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=123955&CLCID=0x416>.
E vamos aguardar por 2010, lembre-se que assim que o Sharepoint 2010 for lançado, o Sharepoint Online baseado em Sharepoint 2007 será migrado para Sharepoint Online 2010!!!!
Abraços,
Daibert
Olá pessoal, uma nova demo do AppFabric foi disponibilizada no Codeplex. Esta demo é focada no AppFAbric Caching (antigo “Velocity”). Ao contrário do Tailspin Demo, ela é bem simples de instalar e configurar.
Aqui vai uma dica importante para compila-la:
Clique com o botão direito em cima do projeto VelocityShop.Win.UI e clique em propriedades. Selecione a guia Signing e desmarque a opção Sign the ClickOnce manifests.
Pronto, já pode compilar.
Referência:
http://velocityshop.codeplex.com/
Abraços,
Daibert

Olá pessoal. No Keynote do Bob Muglia no PDC 09 foi apresentado uma Demo (cruz credo! rs) que cobre as tecnologias ASP.NET MVC 2 beta, Windows Identity Foundation RTM, e o beta do Windows Server AppFabric.
Esta Demo é o Tailspin Travel application, que já está disponível no codeplex neste endereço: http://tailspintravel.codeplex.com/ .
A aplicação é um marcador de viagens. A idéia é bem simples, mas a aplicação é muito bem feita. Ele cobre praticamente todas as novas funcionalidades das tecnologias e permite que você mude o comportamento da aplicação em Runtime para poder testa-las.
Essa é a relação de funcionalidades cobertas pela Demo:
Visual Studio 2010
- Assembly Dependency Graph
- Multi-monitor
- Navigate To dialogue
- IntelliTrace
- New WF designer
- MSDeploy
- Coded-UI tests
.NET Framework 4 - ASP.NET MVC 2
- Windows Identity Foundation
- Windows Workflow Foundation
- Windows Communication Foundation
- Entity Framework
Server Platform - Windows Server AppFabric
- Service Hosting
- Workflow Hosting
- Caching
- Monitoring
- SQL Server 2008 R2
- DAC - Data-Tier Application
Você precisa do Visual Studio 2010 Beta 2 Ultimate para abrir e compilar o código. O SQL Server 2008 R2 só é obrigatório para o deploy do Data-Tier Application. Baixei e rodei nas minhas VMs com SQL 2008 sem problema.
Ufá, muita coisa pra estudar e, instalar tudo isso leva um bom tempo. Vou tentar fazer ainda esta semana um post explicando com o instalar e configurar o AppFabric + Tailspin Demo.
Para preparar o ambiente, além do Visual Studio 2010 Beta 2 Ultimate você precisará dos seguintes produtos:
Por enquanto é só.
Atualizado em 25 de novembro de 2009:
Algumas pessoas me falaram que durante a verificação de dependência apareceu o erro: "AuthorizationManager check failed.". A solução é bem simples e está descrita aqui: http://tailspintravel.codeplex.com/Thread/View.aspx?ThreadId=76189
Abraços,
Daibert
Antigo, mas bem legal este post. Não conheço muito de EF não, mas vou gastar um tempo hoje a noite pra conhecer e entender as implicações.
Abraços,
Daibert
Olá pessoal, a coisa está um pouco confusa ainda. Mas o que sabemos publicamente é que, diferente do anunciado anteriormente, o Beta 1 (antigo CTP4) do AppFabric (tanto do “Velocity” quanto do “Dublin") não possúi a licença GO-LIVE, ou seja, a próxima versão poderá sofrer alterações drásticas fazendo com que parte do seu projeto precise ser reescrito. Outra questão é que a licença para o AppFabric é “amarrada” ao Windows 2008.
Esta é a resposta oficial e pública do time do produto, pelomenos por enquanto.
“Windows Server AppFabric will be released out of band as a component of Windows Server and covered by Windows Server 2008 or greater licensense. So all you need for a Cache node is a Windows Server 2008 license. No additional cost. While we haven't made final decisions yet, some capabilities may require a Windows Server 2008 Enterprise Edition or greater license. We just released beta 1 this week and will RTM in 2010. You can download the Beta 1 bits here. Go-live licenses are not available at this time.”
Bom, qualquer novidade atualizo vocês.
Abraços,
Daibert
Oi pessoal. A tempos atrás eu postei sobre como fazer a instalação do então “Velocity”. Como escrevi no último post, uma das novidades no AF Caching Beta 1 é que ele não é mais um produto isolado e sim parte de uma plataforma. Desta forma, o instalador mudou. Nest post vou focar na instalação da Feature AppFabric Caching Beta 1, sem me preocupar com a instalação do AppFabric Worker (“Dublin”).
Este será um ambiente de desenvolvimento, então selecionei todos os componentes de Caching. São eles:
- Cache Service –> Serviço Windows do Distributed Cache.
- Cache Client –> Assemblies para serem utilizados nos projetos e no Visual Studio.
- Cache Admin –> Ferramenta de administração Power Shell.
Escolha o tipo do Cache a ser utilizado. Neste cenário, selecionei um novo cluster e selecionei o provedor de configuração SqlClient.
Basta clicar em Next e …


… pronto. O AppFabric Caching está instalado e configurado.
Bom, este post é bem simples, mas era só pra mostrar a nova forma de instalação do “Velocity” … oooppss … o AppFabric Caching. Depois de quase dois anos mexendo com o produto, ainda vou demorar algum tempo para me acostumar com o novo nome.
Abraços,
Daibert
Olá pessoal.
Passado o PDC 09 temos uma série de novidades por ai. Como agora as informações são públicas, volto a falar sobre “Velocity”, ou melhor, sobre o Windows Server AppFabric Caching.
Bom, primeiramente o mais importante. O Windows Server AppFabric Caching é exatamente o mesmo produto que o “Velocity” CTP 3 (ou 4 para alguns). Nada foi alterado do ponto de vista de features. Além do nome, o que mudou foi a forma empacotamento e instalação. O AppFacric Caching, ou AF Caching, agora faz parte de uma plataforma chamada Windows Server AppFabric, junto com o “Dublin” e o .Net Services.

Novidades do CTP4 Beta 1:
- Segurança
- Novos contadores no Perfmon
- Tag Search na região Default
- Bulk Fetch por região
- 200-300k operações por segundo
- Permite fazer Lock em chaves (keys) que ainda não existem quando estiver trabalhando com Lock Pessimista
- Notificação por alterações em massa (batched)
Uma coisa que eu senti falta, pois em um release interno cheguei a testar, foi o Read-Through e o Write-Behind, que ficaram pra próxima versão.
Estou atualizando alguns posts que eu já havia escrito para alinhar com a nova visão da plataforma. Vou posta-los esta semana ainda, então não deixe de retornar ao blog.
Outra coisa que mudou foi o Roadmap. Veja como ficou:
Por enquanto, você pode ter mais informações nos links abaixo:
http://msdn.microsoft.com/en-us/windowsserver/ee695849.aspx
Videos complementares:
Dublin: What is it and why should I care? Intro to AppFabric and Workflow Services Lab Mais sobre AF Caching
Read the introductory whitepaper on AppFabric Caching E não deixe de conhecer os termos que são utilizados no AppFabric:
http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ee814766.aspx
Abraços,
Daibert

Este ano, pela primeira vez, o Microsoft Professional Developers Conference será transmitido ao vivo pelo Channel9. É uma oportunidade imerdível para quem não poderá ir a Los Angeles assisti-lo pessoalmente. Para mais informações acesse:
PDC ONLINE

Oi pessoal. Gerenciamento de identidade sempre me perseguiu. Quando eu trabalhava em Belo Horizonte prestando serviço pra Borland em idos de 2001, participei do desenvolvimento de um produto para gerenciamento de identidade que acabamos vendendo para uma das maiores empresas de telecom do país. Acabei ficando quase 5 anos dentro deste cliente customizando e integrando cerca de 80 aplicações de N plataformas diferentes que iam de Oracle Application, Visual Basic, C#, People Soft, Java, C++ e até TLC.
O produto começou a ser escrito em Delphi 5 utilizando MTS e com o tempo fui migrando para Delphi 6, 7 e COM+. Quando saiu o .net 1.0 começamos a escrever a versão em .net C#. Este produto se integrava com a Certificate Authority do Windows 2003 e controlava a emissão e validação de certificados para empresas parceiras.
Foi uma época bem divertida da minha vida, tirando é claro os plantões aos fins de semana rs. Bom, mudei para São paulo e fiz minha pós em segurança da informação, porém fiquei uns dois anos sem trabalhar diretamente com esta parte de segurança até que um belo dia me deparei em um projeto adivinhem de que ? Gerenciamento de identidade !!!! O projeto foi bem divertido. Basicamente o cliente possuía um Open Ldap no unix e suas aplicações autenticavam neste Open Ldap. Quando estes clientes precisavam trocar sua senha do Windows, eles precisavam acessar uma página PHP que executava um script e trocava a senha no Open Ldap e depois no Active Directory (AD).
O problema era que se um usuário trocasse a senha no AD, a senha perdia o sincronismo e o usuário não conseguia utilizar suas aplicações que se autenticavam no Open Ldap. Daí acabei utilizando o Microsoft Identity Lifecycle Management (ILM 2007) em conjunto com o Microsoft Identity Integration Services (MIIS) e o Password Change Notification Service (PCNS) para customizar um agente que interceptava a senha que o usuário trocava em sua estação no momento em que ela seria gravada no AD e “empurrava” esta senha para o Open Ldap no unix. Enfim, um projeto bem bacana (Um dia quando estiver mais tranquilo vou reproduzir um video que fiz mostrando um lab disto).
O interessante é que o ILM 2007 evoluiu para a linha de produtos Forefront. Agora com o nome de Forefront Identity Manager 2010 ou FIM 2010 ele está em sua versão RC1. Esta versão é um salto incrível. O ILM deixa de ser um produto e vira uma plataforma no FIM 2010.
Mas o que nos leva a pensar em implantar em nossas empresas ferramentas para gerir as identidades dos usuários?
Podemos citar os principais motivadores e desafios de implementação de um ferramenta de gestão de identidade:
- Conformidade
- Eficiência Operacional
- Agilidade
- Segurança
O quadro abaixo mostra um pouco mais em detalhe estes itens.
E em que o Forefront Identity Manager 2010 pode nos ajudar?
O FIM 2010 vem com uma série de funcionalidades novas, e com melhoria nas funcionalidades que já existiam. São elas:
Criação
- Provisionar usuários
- Provisionar credenciais
- Provisionar recursos
Atualização
- Mudanças de papel
- Reset de Password e PIN
- Requisição de acesso
Gestão de políticas
- Criação de Políticas
- Aplicação de Políticas
- provações e notificações
- Trilhas de auditoria
Deprovisionamento
- Desprovisionar identidades
- Revogar credenciais
- Deprovisionar recursos
E qual a visão da Microsoft sobre Gerenciamento de Identidade?
Software baseado em políticas para gestão de identidade, credenciais e recursos em ambientes heterogêneos com experiência rica para o usuário final.


O FIM 2010 se entegra com toda plataforma Microsoft e também com produtos de terceiro como Open Ldap, SAP, entre outros.
Novidades no FIM 2010:
O FIM 2010 vem com uma inovação que eu achei sensacional. Ele se integra com o Sharepoint disponibilizando um portal de administração para as tarefas de Criação, Atualização, Gestão de políticas, Deprovisionamento, Listas de Distribuição entre outas.
Central de Administração:
É o ponto de partida para administração das tarefas comuns dos administradores. Através dele, o administrador da solução pode delegar funcionalidades do portal para os usuário comuns como criação de listas de distribuíção, reset de senha.
Grupos gerenciados manualmente:
- Permite Adicionar ou Remover membros manualmente.
- Permite definição de Gestor do Grupo e Restrições.

Grupos baseados em critérios:
Permite criar filtro do grupo com o Group Query Builder.
Grupos baseados em Gerentes:
Permite selecionar o gerente e funcionários diretos/indiretos.
Reset de Senha:
Talvez um dos maiores pesadelos dos help desks hoje é o reset de senha do usuário. O FIM 2010 possúi um utilitário para reset de senha integrado a tela de Login do Windows.
Road Map:
Links relacionados a este post:
Webcast e Podcast:
Getting Started
FIM 2010
ILM 2007
MIIS 2003
A idéia deste post era somente dar uma visão macro sobre a iniciativa de gestão de identidades baseada no FIM 2010.
Até breve.
Abraços,
Daibert
Olá pessoal. Enquanto não posso falar sobre as novidades do “Velocity” que serão apresentadas semana que vem no PDC 09, vou falar um pouco sobre o Microsoft Online Services que entrou no ar essa semana para Brasil e alguns outros países da America Latina.
Já falei aqui no blog um pouco sobre isso no ano passado (http://blogs.msdn.com/daibert/archive/2008/12/03/microsoft-business-productivity-online-standard-suite.aspx), mas de lá pra cá, muita coisa mudou e melhorou.
O Microsoft Business Productivity Online Standard Suite é um conjunto de soluções de colaboração e mensagens hospedado nos Data Centers da Microsoft pelo mundo.
O pacote inclui:
A Microsoft disponibiliza para o público em geral 30 dias para testar a suite. Você pode fazer seu cadastro e começar a utilizar no endereço: https://www.microsoftonline.com/
Depois de fazer o cadastro, você recebera um endereço para acessar seu Administration Center Online e sua senha de acesso.

Após fazer o login, você precisará trocar sua senha e logo depois terá acesso a seu Dashboard de configuração dos seus serviços: (O primeiro acesso é meio demorado mesmo, não se assuste)
Bom, vou falar rapidamente sobre a configuração do Exchange Online e logo em seguida, aproveitando a onda de posts que fiz sobre Sharepoint, vou mostrar a criação de um portal no Serviço Sharepoint Online.
Primeiramente deve-se selecionar no painel “Tasks I Need To Do” a opção “Add your domain to Microsoft Online Services”:
Você deve configurar seu dominio na tela que se abrirá e selecionar a opção de correio que você deseja utilizar. Não vou falar sobre estas configurações, pelomenos neste post, mas segue aqui um link com um doc da própria Microsoft mostrando como migrar mail boxes de Exchange On Premise para Exchange Online (http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=25350815-5c57-441a-b7fb-329ff5fe14b3&displaylang=en).
Agora vamos criar o portal no Sharepoint Online. No Administration Center selecione a opção “Add a Sharepoint site collection to setup portal”.

Preencha os dados do seu portal Online. Note que já existe a opção de Portugues Brasil. Clique em “Create”.
Após a criação do portal, você deve aguardar cerca de 15 min para ter acesso a ele.
Este é o endereço do portal Online criado: https://daibertmicrosoftonlinecom-1.sharepoint.microsoftonline.com
Depois disso você deve configurar as contas de usuário que terão acesso ao seu portal online. Primeiramente você deve cadastrar os usuários no BPOS, pois as contas são referentes ao BPOS como um todo e não pra cada serviço.
Para criar os usuários, acesso o Administration Center e clique em “Users –> User List” e no menu a direita clique em “Add new user”.

Preencha os dados do usuário que você deseja criar e clique em “Next”.
O password inicial é gerado automaticamente. Selecione as configurações do usuário e clique em “Next”.
Indique o email da pessoa para que o usuário que a utilizará receba as informações da conta que você criou.

Depois de criar o usuário no BPOS você deve associa-lo ao portal Online que você criou. Para fazer isto, você deve proceder normalmente como se estivesse utilizando o Sharepoint On Premise. Clique em “Ações do Site –> Definições do Site –> Pessoas e Grupos”.

Selecione o usuário que você criou no BPOS e clique em “OK”.
Pronto, o usuário já t erá acesso ao portal do Sharepoint Online.
Vale resaltar que, tanto o Sharepoint Online quanto o Exchange Online, são baseados nos produtos que estão em versão final hoje (ou no caso do Exchange, até ontem), ou seja: Exchange Online é baseado em Exchange 2007 e Sharepoint Online é baseado em MOSS 2007. Já existe previsão para migração dos serviços Online para a “Onda 14” (Exchange 2010 e Sharepoint 2010), mas não tenho essas infos agora.
Bom pessoal, por enquanto é só.
E não deixem de conferir aqui o blog, pois a partir da semana que vem começarei a postar uma série de posts que eu já escrevi sobre “Velocity” e estou esperando somente o PDC 09 começar para começar a divulgar.
Abraços,
Daibert
ATUALIZADO EM 13 NOV. 2009:
Seguem alguns links interessantes sobre Sharepoint Online para desenvolvedores.

ATUALIZADO EM 13 DE NOVEMBRO:
Post sensacional sobre as novas features do SP 2010.
http://blogs.msdn.com/arpans/archive/2009/11/09/sharepoint-2010-platform-differentiation.aspx
Continuando no processo de aprendizado de Sharepoint 2010, segue uma lista de 14 treinamentos obrigatórios para quem quer dominar a plataforma.
Basta fazer o download de training kit no link abaixo.
Este é o conteúdo do treinamento:
Getting Started with SharePoint 2010
· What’s New in SharePoint 2010
· All of the PowerPoint decks used in the training
SharePoint 2010 Developer Roadmap
· What’s New in SharePoint 2010
· Major Shifts in the SharePoint 2010 UI
· Getting Started with SharePoint 2010 Development
· New Developer Tools for SharePoint 2010
· SharePoint 2010 Integration with PowerShell
SharePoint Development with Visual Studio 2010
· VS10 SharePoint 2010 Developer Tools
· The SharePoint Explorer
· The Feature Node & Feature Designer
· The Package None and Packaging Support
· Extensibility for Creating Custom SPIs and Context Menus
SharePoint UI Advancements
· The New SharePoint User Experience
· Branding and Compliancy in SharePoint 2010
· Customizing the User Interface
· InfoPath Forms and SharePoint
Designing Lists and Schemas
· New events for SharePoint sites & lists
· List Relationships and Joins
· Unique Column Constraints
· Managing and Querying Large List Support
· Wide List Governance
· List & List Item Validation
· XSL-Based Views
LINQ to SharePoint
· LINQ Primer
· Lambda Expressions
· Anonymous Types
· LINQ to SharePoint
· The DataContext Object
· Creating Typed Data Classes
Client Object Model
· Motivation for a Client Object Model
· The .NET Client Object Model
· The Silverlight Client Object Model
· Astoria Support
· Silverlight Web Parts
· The JavaScript Client Object Model
SharePoint 2010 Workflow
· Business Process Management
· Workflow Foundation
· What’s New in SharePoint 2010 Workflow
· Designing Workflows with SPD
· Developing Workflows with Visual Studio 10
The SharePoint 2010 Services Architecture
· Changes from MOSS 2007 to SharePoint 2010 Service Model
· Service Model Components
· Service Applications
· Service App Proxies and Service App Groups
· OOTB Service Applications
· Creating Custom Service Applications
External Data in SharePoint (BCS)
· Enterprise Landscape
· Business Connectivity Services
· External Content Types
· Creating Applications
· Publishing Applications
· Visual Studio 2010 support
Enterprise Content Management (ECM)
· Web Content Management (WCM) Improvements
· Enterprise Content Management (ECM)
· Advanced Routing
· Metadata Everywhere
· Asset Library
· Document Sets
· In-Place Records Management
Extending Search
· Search “App Taxonomy”
· The Connector Framework
· Creating a .NET Shim
· The Query Pipeline
· Search Center Enhancements
BI Solutions with Performance Point Server 2010
· What is Business Intelligence
· BI Tools in SharePoint 2010
· Performance Point Services
· Excel Services
Sandboxed Solutions
· Application Hosting and Customization
· Site Collection Solutions
· Developing Sandboxed Solutions
· Administrating the sandboxing infrastructure
SharePoint 2010 and Claims-based Security
· SharePoint 12 Authentication
· ACLs and Securable Objects
· Claims-based Security
Abraços,
Daibert

Pessoal, esse documento do David Chapell é leitura obrigatória pra quem trabalha ou pretende trabalhar com Sharepoint 2010 ou arquitetura de portais corporativos. http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?displaylang=en&FamilyID=5184cb27-98d9-4cc0-bb0b-4b24d5b62db6
Abraços, Daibert
Alguém me mandou um mail com uma lista interessante de referências para Sharepoint 2007 e estou postando aqui.
“Plan for Software Boundaries”
http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc262787.aspx
“Data protection and recovery for Office SharePoint Server”
http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc262129.aspx
“Physical storage recommendations for Office SharePoint Server”
http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc298801.aspx
“Case Study: Using Microsoft Office SharePoint Server to implement a large-scale content storage scenario with rapid search availability”
http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc262067.aspx
“White paper: Working with large lists in Office SharePoint Server 2007”
http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc262813.aspx
“Additional performance and capacity planning factors”
http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc263061.aspx
“Configure High Availability”
http://technet.microsoft.com/en-us/library/dd207313.aspx
“How Microsoft IT Increases Availability and Decreases Rendering Time of SharePoint Sites"
http://download.microsoft.com/download/0/E/B/0EBA7263-A555-4279-B9D...
Abraços,
Daibert
Vou repoduzir aqui um “Press Release” sobre o Visual Studio 2010 pois estou sem tempo para terminar o post que estou escrevendo~.
Abraços,
Daibert
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Microsoft Anuncia a “Ultimate Offer”, benefício para empresas que já utilizam o produto
A Microsoft anunciou em 19 de outubro a disponibilidade imediata do Visual Studio 2010 e do .NET Framework 4 Beta 2 para empresas que possuam Assinatura MSDN; a disponibilidade geral através do site do produto ocorrerá em 21 de Outubro. A empresa também esboçou em linhas gerais a nova linha de produtos, bem como os novos benefícios para os assinantes MSDN que incluí a “Ultimate Offer”, disponível para todos os assinantes ativos do MSDN Premium no lançamento oficial do produto em 22 de Março de 2010.
Os clientes podem começar a avaliar desde já as grandes inovações em cada uma das tecnologias e novos produtos nessa onda de lançamentos. “Com o Visual Studio 2010 a Microsoft reforça seu comprometimento em entregar produtos e tecnologias para que as empresas tenham alta produtividade na plataforma .NET e ferramentas para auxiliar em cada uma das etapas do ciclo de desenvolvimento, desde a gestão de demandas , arquitetura, desenvolvimento, testes e manutenção”, diz Carlos Zimmermann, Gerente de Produto, “tudo isso com relatórios gerenciais para o acompanhamento do desenvolvimento, seja ele interno ou terceirizado”, complementa.
As grandes novidades são as ferramentas para arquitetura, testes e colaboração que ajudarão a garantir maior controle no processo de desenvolvimento, código estável e seguro, menos retrabalho e melhor comunicação entre membros da equipe. Ferramentas específicas para testadores criarem plano de testes e executarem suas atividades diárias como testes manuais, automatizados e carga estão presentes nessa nova versão do produto. Uma das grandes novidades é a possibilidade de gerenciar um ambiente virtualizado para testes, isso ajuda a enfrentar o desafio de ‘bugs não reproduzíveis’, onde o testador conseguirá anexar à atividade de correção de um ‘bug’ várias informações do ambiente, e se necessário anexar a máquina virtual para que o desenvolvedor consiga reproduzir o erro rapidamente.
Muitas melhorias foram feitas para facilitar o desenvolvimento para Silverlight, WPF, SharePoint e sem dúvida total suporte para desenvolvimento para Windows 7. A completa integração com a plataforma de aplicação Microsoft continua sendo o grande diferencial, porem grandes novidades como suporte a diagramas UML (engenharia reversa) e SCM e Testes multiplataforma chamam a atenção das empresas que possuem um ambiente heterogêneo.
Com o .NET Framework 4, os desenvolvedores tem opção de um instalador muito menor, com redução de até 81% do tamanho do framework usando o “Client Profile”. Outros benefícios do .NET Framework 4 para desenvolvedores incluem uma nova linguagem DLR (Dynamic Language Runtime), o suporte a “middle-tier applications” para alto desempenho como “parallel programming”, “workflow” e “service-oriented applications”. Existe total compatibilidade com versões anteriores através de instalações simultâneas e paralelas do .NET Framework 3.5 e 4.0.
Com a novidade sem precedentes chamada “Ultimate Offer”, os clientes que possuem o benefício chamado assinatura ‘MSDN Premium’, em contratos ativos, farão a transição para uma versão superior do produto na data do lançamento em março. Isso fornece acesso ao cliente o benefício de usufruir de uma versão mais completa da ferramenta e uma quantidade de novos recursos, incluindo o direito de acesso as novas ferramentas de arquitetura e testes em alguns casos.
“Os lançamentos da linha 2010 não tem como objetivo apenas a inovação tecnológica, mas também marca o comprometimento da Microsoft em ajudar nossos clientes a aproveitarem melhor seus investimentos”, diz o Diretor de Marketing da Microsoft, Dave Mendlen. “A ‘Ultimate Offer’ e os novos benefícios ao assinante MSDN foram combinados para proporcionar aos desenvolvedores acesso as novas ferramentas, suporte técnico e treinamento, oferecendo à organização ainda mais valor agregado”.
A Microsoft também simplifica a linha de produtos para o Visual Studio 2010. Na próxima versão, os clientes serão capazes de escolher entre três versões principais do Visual Studio 2010:
· Microsoft Visual Studio 2010 Ultimate com MSDN: é a opção mais completa, abrange ferramentas para tarefas em todo o ciclo de vida do desenvolvimento.
Principais funcionalidades: Architecture Explorer, Test and Case Management,UML Modeling, Load Test, Intelli Trace (Debug Avançado), etc.
· Microsoft Visual Studio 2010 Premium com MSDN: é a opção intermediária com foco em ferramentas avançadas para desenvolvimento, testes e dados.
Principais funcionalidades: UI Test Automation, Performance Profiling, Static Code Analysis, Test Impact Analysis, Code Coverage, Database Deployment, Test Data Generation, etc.
· Microsoft Visual Studio 2010 Professional com MSDN: é a opção básica e essencial para as tarefas do dia a dia do desenvolvedor
Principais funcionalidades: Cloud, Windows, WPF, SharePoint and Silverlight Development, WPF Editor, Multi-core development, etc.
A Microsoft também revelou novos benefícios para assinantes do MSDN, incluindo:
· Acesso ao Team Foundation Server (TFS) 2010, todo empresa que possuir assinatura MSDN ativa na data do lançamento em março terá acesso sem custo adicional ao TFS para gerenciamento do ciclo de desenvolvimento, controlando código fonte, métricas de desenvolvimento, controle de atividades e bugs e muito mais. Sem dúvida o Team Foundation é a melhor opção para substituir o Source Safe agregando muito mais valor para sua empresa.
· Desenvolvimento na Nuvem com Azure: os assinantes do MSDN Premium poderão desenvolver na Plataforma Windows Azure (plataforma de serviços na nuvem da Microsoft) com disponibilidade de recursos como armazenamento, transferências de dados, bases de dados do SQL Azure e o .NET Services.
· E-learning gratuito, até 40 horas por ano por assinante.
Parceria com o ITA possibilita interface em Português
Para a próxima versão a Microsoft disponibilizará um novo Language Pack para a edição Professional que estará disponível no próximo trimestre. O Language Pack é um complemento gratuito que será instalado sobre a versão em inglês do Visual Studio Professional Edition para exibir grande parte da interface traduzida para o português. A Biblioteca MSDN será exibida em um ambiente de Wiki de Tradução. A Microsoft está novamente estabelecendo uma parceria com o Departamento de Ciência da Computação do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) que fará a tradução. Esta é a terceira vez que a Microsoft trabalha junto com o ITA. “Temos o orgulho de dar continuidade a este importante trabalho que permite a Microsoft fornecer soluções no idioma local para o mercado brasileiro, sem gerar custos para os usuários e beneficiando toda a comunidade técnica”. diz Amintas Neto, Gerente de Relações Acadêmicas.
Para mais informações e download do Beta 2, acesse o site do produto em www.microsoft.com/visualstudio
Olá pessoal. Este post apresentará os tipos de cache que podemos ter no “Velocity. É muito importante conhecer e entender como funcionam cada tipo de Cache para definir a melhor arquitetura de Cache para sua solução.
Cada aplicação trabalha com um tipo específico de dados. Eles podem ser dados de consulta, dados transacionais ou dados distribuídos. O tipo de dado que sua aplicação acessará afetará diretamente na arquitetura de Cache que se deve propor.
Por isso vamos conhecer um pouco sobre esses tipos de dados.
DADOS DE CONSULTA
São dados agregados ou trasformados e tem a caracteristica de cada versão do dado ser única.
Dados pouco atualizados ou atualizados com baixa frequência
EXEMPLOS:
- Alicações Web e Coorporativas como catalogos de produtos
- Usuários, Dados de Funcionários
TIPO DE ACESSO:
- Maior quantidade de leitura
- Acesso concorrente e compartilhado
ESCALABILIDADE:
FUNCONALIDADE:
- Acesso baseado em chaves
- Buscas e filtro
- Carregamento local (Servidor Web)
DADOS TRANSACIONAIS
São dados gerados a partir de atividade transacionais nas aplicações.
EXEMPLOS:
- Carrinho de compras
- Session State
- Aplicações coorporativas B2B
TIPO DE ACESSO:
- Leitura e gravação
- Acesso exclusivo
ESCALABILIDADE:
- Muitos dados e acessos simultâneos
FUNCAIONALIDADES:
- Acesso baseado em chaves
- Transações
DADOS DISTRIBUÍDOS
São dados existentes em mais de uma fonte de dados.
EXEMPLOS:
- Dados alterados por transações
- Transações “distribuídas”
- Inventário de venda de passagens
TIPO DE ACESSO:
- Leitura e gravação
- Acesso compartilhado aos dados
FUNCAIONALIDADES:
- Acesso baseado em chaves
- Transações
- Escalabilidade
- Grande número de acessos simultâneos
Agora que já conhecemos os tipo de dados que podemos trabalhar, ver os tipos de Cache que podemos utilizar com o “Velocity”.
CACHES DISTRIBUÍDOS
Os Caches do tipo distribuídos podem ser classificados em particionados e replicado.
PARTICIONADO
- Dados divididos por todos os nós no mesmo named cache
- Usado para escalabilidade e disponibilidade
Exemplo:
- Put (K2, V2) executado na aplicação do Cliente1
- Camada de roteamento envia o item V2 para o Cache2
- Get (K2) executado na aplicação do Cliente2
- Cliente 2 roteia para o Cache 2 para pegar o item V2
REPLICADO
- Dados replicados (copiados) para todos os nós no mesmo named cache
- Usado para escalabilidade (Performance / Leitura)
Exemplo:
- Put (K2, V2) no Cache1
- Cache2 é atualizado e notifica o Cache1 e o Cache3
- Cache2 replica de forma assíncrona os dados para o Cache1 e Cache2
- Get(K2) no cache3
- O Cache 3 lê do seu repositório local os dados e retorna o valor do Item
CACHE LOCAL
O Cache local pode acelerar acesso aos dados no cliente pois ele mantém o Cache no processo da aplicação para dados privados utilizados com frequência e com isso a carga dos dados fica no cliente.
Exemplo utilizando Cache Particionado com Cache Local.
Put (K2, V2) executado na aplicação do Cliente1 Camada de roteamento envia o item V2 para o Cache2 Get (K2) executado na aplicação do Cliente2 Cliente 2 identifica que o dado solicitado existe no Cache Local da aplicação e busca este dado localmente, evitando a “viagem” até o nó do Cache aumentando consideravelmente a performance de leitura aos dados.

No próximo post vou falar sobre arquitetura de Cache em Alta Disponibilidade.
Por enquanto é só.
Abraços,
Daibert