No dia 17/Junho tive o privilégio de participar do painel Banco do Futuro com Rafael Dan Schur(IBM) e Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca, o Karman. O painel teve como moderador o Maurício Minas da CPM Braxis.
Foi uma discussão super interessante, em cima de um tema fascinante… Muitas das características do Banco do Futuro já vem sido discutidas há algum tempo, mas por vários motivos ainda não foram implantadas de forma efetiva. Concluímos que o Banco do Futuro se constrói hoje, com as tecnologias atuais e com muito esforço e dedicação das pessoas que fazem acontecer dentro das organizações.
Segue um resumo do que abordei no painel. Acesse o ppt da apresentação aqui.
IMPORTANTE: Este é o segundo post sobre o painel, acesse o primeiro post sobre Experiência do Cliente aqui.
Excelência na Execução
O Banco do Futuro não poderá ser nada menos do que excelente.
A recente crise financeira nos mostrou qual é o impacto de erros e regras inadequadas de gestão. Soma-se a este risco o fato da competição acirrada entre as organizações financeiras e potenciais entrantes… Talvez os Bancos não tenham uma era de lucratividade como tiveram recentemente.
Para continuar competitivo e garantir lucratividade a Excelência na Execução e Eficiência operacional serão fundamentais. Fazer mais com menos será mandatório.
O papel da tecnologia nesta perspectiva é crítico, pois agora temos acesso ao poder computacional e a tecnologias que ajudarão muito as organizações do futuro. Nesta linha, são 5 grandes tendências que nos levarão ao Banco do Futuro:
Vou explorar algumas delas…
Negócios a partir da Informação
Nunca tivemos acesso a tanto poder computacional (PETAFLOP) e espaço de
armazenamento (PETABYTE) como temos hoje. Isto permitirá que aquele “bando de dados” possam gerar informação relevante para Tomada de Decisão, Criação assertiva de Produtos e Fidelização de Clientes.
O Banco do Presente já registra muitos dados de seu relacionamento com os clientes, a partir das transações que são realizadas em vários canais.
O Banco do Futuro terá a habilidade de direcionar suas ofertas e efetivamente criar estratégias a partir das informações geradas por estes dados – em tempo real!
Cloud Computing
Falar de Cloud Computing não é uma questão de buzzword, muito menos hype… Como aproveitar as novas opções de arquitetura será um passo fundamental na evolução do Banco do Futuro!
Quando o desktop foi apresentado ao mercado, muitos disseram que era o fim do mainframe… Da mesma forma, no surgimento da Internet, outros profetizaram que seria o fim dos desktops…
O fato é que não existe uma resposta única para todos os problemas! Até hoje ainda vemos mainframes em algumas organizações e um vasto uso de desktops no mercado. A cada vez que surge um novo paradigma o mercado avalia onde seu uso é mais
adequado, migra o que faz sentido e mantém a tecnologia.
No caso de cloud Computing, entendo que o melhor uso é combinar toda a flexibidade da Internet com o poder de processamento e personalização do mundo local. O que a Microsoft chama de Software plus Services.
O Banco do Futuro irá considerar Cloud Computing como mais uma opção de arquitetura para a implementação de seus projetos.
Se irá migrar do Mainframe para plataforma baixa, ou se irá considerar a web como nova plataforma, esta decisão deve se concentrar nos novos benefícios que uma eventual mudança trará, como por exemplo:
- Redução de custos
- Melhor agilidade para o negócio
- Criação de novos produtos/ novas fontes de receita
- Melhor relacionamento com o cliente
O importante é que as opções são excludentes! O Banco do Futuro irá combinar as opções para resolver seus desafios da forma mais adequada.
Hoje, a Microsoft tem a plataforma mais abragente do mercado que permite o desenvolvimento de soluções que permeiam do celular ao datacenter, do mundo local à web. A idéia é ter uma representação na Internet de tudo que a Microsoft disponibiliza no modelo local tradicional:
Esta abordagem garante o melhor aproveitamento dos investimentos atuais, além de garantir poder de escolha total sobre como e onde as aplicações serão desenvolvidas e mantidas, veja algumas possibilidades:
Eficiência
Aqui está um grande desafio de TI… Como é possível parar de concentrar os recursos (financeiros e humando) em “apagar incêndios” e começar a posicionar TI de forma
estratégica na organização?
O objetivo é ter TI alinhada com objetivos de negócio, adaptável às demandas dinâmicas da organização para gerar vantagem competitiva.
Para poder ser estratégica, a TI precisa estar “afinada” com bons processos homologados, liberando o melhor de seus recursos para fazer a diferença na organização e não apenas manter o operacional…
O Banco do Futuro terá identificado seus déficits funcionais e terá montado um plano de ação e terá evoluído sua TI para uma TI Dinâmica.
O Banco do Futuro irá fazer mais com menos!
A Microsoft ajuda as organizações com uma abordagem estruturada (de 4 estágios), baseada em estudos de modelo de maturidade do MIT e Gartner, indicando como as TIs podem evoluir, passo-a-passo para uma TI Dinâmica.
Como o Banco do Futuro se constrói hoje, divido com vocês como o Banco Itaú está caminhando para o Futuro com um uso mais eficiente da tecnologia. Veja o caso completo em: Itaú – Mais Eficiência na Missão Crítica.
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais:
Ontem tive o privilégio de participar do painel Banco do Futuro com Rafael Dan Schur (IBM) e Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca, o Karman. O painel teve como moderador o Maurício Minas (CPM Braxis).
Foi uma discussão super interessante, em cima de um tema fascinante… Muitas das características do Banco do Futuro já vem sido discutidas há algum tempo, mas por vários motivos ainda não foram implantadas de forma efetiva. Concluímos que o Banco do Futuro se constrói hoje, com as tecnologias atuais e com muito esforço e dedicação das pessoas que fazem acontecer dentro das organizações.
Segue um resumo do que abordei no painel. Acesse o ppt da minha apresentação aqui.
Qual é o papel da tecnologia no Banco do Futuro?
Para falar de Banco do futuro, fui buscar uma curiosidade histórica que ilustra bem o papel da tecnologia. No final do século 18, a bolsa de Nova York tinha a mesma representatividade da Bolsa da Filadéfia. Para alguns historiadores a supremacia da bolsa de Nova York se deu por conta da vantagem que o telégrafo oferecia, pois com ele, o processamento de
transações era muito mais ágil em Nova York do que na Filadelfia. Sem o telégrafo as duas bolsas competiriam em igualdade, mas neste caso, a tecnologia do telegrafo gerou um diferencial competitivo e consequentemente uma vantagem de negócio.
Acredito que o Banco do Futuro será o banco que conseguir utilizar a tecnologia para alavancar seu core business, para alavancar o que ele tem de melhor. O papel da tecnologia no banco do futuro, é o mesmo papel de hoje, que é o mesmo papel no tempo do telégrafo: é facilitar que as organizações atinjam seu potencial pleno.
No banco do futuro, a utilização de tecnologia tem 2 perspectivas:
- Do banco para fora: Melhorando a experiência do cliente
- Do banco para dentro: Aumentando a eficiência, melhorando processos, permitindo que as pessoas inovem e forneçam melhores produtos e serviços
Imaginando que o Banco do Futuro se constrói hoje, considere sempre a seguinte reflexão: “Minhas ações estão construindo que tipo de banco para o futuro?”
Como o assunto é interessante (e extenso), vou dividí-lo em 2 posts.
Experiência do cliente
Quando pensamos nos desafios do futuro para interagir com nossos clientes, temos que considerar uma tendência crescente: O cliente no controle!
Esta consciência fará o Banco do futuro revisitar seu conceito de “Foco no Cliente”. O Banco do futuro não só focará no cliente, como focará no cliente certo. A palavra de ordem não será ser o maior, mas sim ser o mais rentável!
Tendo isto em mente, o Banco do futuro apresentará tarifas personalizadas, canais personalizados e produtos personalizados.
É importante reforçar que, quando se fala de experiência, isto não tem a ver com resultado, e sim como se chega neste resultado; Representa todo o processo de interação do usuário (cliente) com alguma coisa, podendo ser:
- Negativa: fila demorada na agência
- Positiva: atendente prestativa que não soliticita 10 vezes a mesma informação
Este processo é indepente do resultado e está diretamente relacionado com a satisfação…
Como o cliente é multi-canal, sob a ótica de Marketing é fantástico, pois gera mais pontos de contato e oportunidades para prospectar negócios e gerar transações.
Do ponto de vista do cliente, todas as transaçõesdeveriam estar disponíveis integralmente em todos os canais.
Do ponto de vista de operações, isto não é nada trivial… Ser multicanal demanda automação de processos, integração de sistemas e um impecável Business Intelligence para viabilizar as interações de valor. É claro que tudo isso deve ser em tempo real, até porque no Banco do Presente o cliente já não tolera latência...
Portanto, ao mesmo tempo que multi-canal aumenta o potencial de vendas, aumenta a sofisticação da operação. Vamos considar três canais que serão muito explorados pelo Banco do futuro: Agência (Presença Física), Internet e Mobile.
Agência (Presença Física)
Se por um lado, o custo de transação nos canais eletrônicos é uma fração do custo das agências, por outro, transações mais sofisticadas e de alto valor podem ter um grande diferencial na interação humana, como operações de crédito e clientes premium. Nestes casos, a experiência no ponto de atendimento (agência) pode ser um fator determinante na escolha de um banco e em sua fidelização. Para interações físicas, a qualidade da informação nas mãos dos gerentes será um fator determinante.
No final do ano passado, apoiamos o Banco do Brasil na construção de uma “Agência do Futuro”. O Espaço Tecnologias do Futuro” ficou aberto por algumas semanas na Av. Paulista e pudemos mostrar na prática uma agência que na verdade é um espaço de relacionamento, onde o cliente tem acesso a produtos e serviços de forma transparente e natural.


Era possível explorar produtos em painéis touch-screen, realizar vídeo conferência com especialistas através de ATM e Internet Banking, era possível acessar um “Home banking” a partir da Sala de Estar (com um Windows Media Center), ou mesmo do vídeo game (XBOX)! Veja detalhes deste projeto aqui.
Internet
O Banco do Futuro também terá assimilidado o conceito de comunidades e redes sociais... Saberá interagir com os clientes da geração Y. Veja por exemplo o HSBC Direct que, nos EUA, já permite que uma conta serja aberta pela Internet!
Nos dias de hoje quando uma pessoa quer saber mais sobre um produto, ele chama um amigo do messenger, pesquisa a Internet ou procura por um grupo no Orkut/ Facebook... Se você oferece um produto que cumpre as promessas, corresponde às expectativa dos clientes e gera uma boa experiência. Parabéns! Você ganhou marketing positivo (publicidade gratuita que tem muito mais impacto que um anúnico pago!). Agora, se você tem problemas e não os resolve, prepare-se para os grupos “Eu odeio tal empresa!”.
Podemos observar que as comunidades amplificam os resultados do produtos e serviços oferecidos, para o bem ou para o mal...
Nesta mudança de papéis, onde o cliente assume o controle, o foco será no “Responder bem”, em ter a “oferta certa na hora certa para o cliente certo”, e não mais na oferta bruta de um produto.
Na evolução do canal Internet, o Vídeo estará muito presente em aplicações que terão uma preocupação enorme em usabilidade e possbilitarão total personalização.
Mobile
Em diferentes países, o celular vem se tornando um forma rica de atingir e servir clientes. Estes pontos de contato, bem como os pontos de contato tradicional, precisam ser orquestrados e afinados para gerar interações de valor.
A grande oportunidade é o potencial de bancarização, pois existem muito mais pessoas que possuem um celular do que pessoas com conta-corrente…
Algumas tendências são bem interessantes
- A experiência com mobilidade deve ser diferente da Web “tradicional”
- Explorar SMS
- Pagamentos móveis
- Localização de agências e auto-atendimento
- TAG
- Facilitar transações
- Marketing Anywhere
- Produtos realmente inovadores
- Usar localização por antenas para enviar cupons de desconto para pagamentos com cartões
- Portais móveis de vendas de veículos e imóveis (financiamento)
- Soluções de mobile payment
Casos interessantes como o Zong e VISA Micro Tag nos Estados Unidos, como M-PESA no Kenia e o MABS nas Filipinas já comprovam que este movimento já chegou tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.
No próximo post fecho o assunto abordardando como o Banco do Futuro utilizará a tecnologia internamente para conseguir uma “Excelência em Execução”. Até lá!
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais:
User Experience
Exemplos de Web 2.0 e Redes Sociais
Mobile
Estive recentemente na Editora Abril e o principal assunto foi tecnologia para melhor interatividade e melhor experiência do usuário.
Revisitei alguns posts que publiquei sobre UX e percebi que meus links estavamum pouco desatualizados e resolvi compilar os minhas 15 melhores referências:
Divirtam-se!
Grande Abraço,
Richard Chaves
Há algumas semanas falei sobre tecnologias de reconhecimento de gestos e reconhecimento de voz (veja o post CLI, GUI, NUI… Entendeu?).
Ontem o papo de copa aqui no escritório foi o anúncio que fizemos na E3 sobre a nova forma de interagir com o XBOX: sem controles! Para ter uma idéia do que vem por aí, veja o seguinte vídeo:
É uma questão de tempo para termos usos relevantes no mundo corporativo, além de uma infinidade de oportunidades de negócio…
Na verdade, já existem organizações se beneficiando destes meios para enriquecer suas soluções. O projeto de segurança do Superbowl é um excelente caso:
Superbowl 43 Case Study
Grandes empresas no Brasil já possuem “salas de guerra” para tomada de decisão (algumas delas em 3D), onde soluções de BI avançadas ou simples PPT ganham interavidade para executivos. Seja para tomar decisões a partir de informações, seja para interagir melhor com clientes ou simplesmente para jogar vídeo-game, temos um admirável mundo a ser explorado!
Agora, se quiser viajar fundo e ver a visão de futuro para estas tecnologias, acesse o Productivity Future Video, do Microsoft Office Labs. A propósito… São todas tecnologias ques estão sendo pesquisadas pelo Microsoft Research.
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais:
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No começo de Maio, palestrei no evento Software Innovation, onde abordamos o futuro da computação, com foco nas novidades da web e SaaS. Também estavam presentes fornecedores de tecnologia como IBM, Oracle, Google, entre várias outras empresas.
Foi bem interessante ver que a abordagem restrita à nuvem, onde todos os desafios tem sua respota na internet, está restrito a poucos players, como a Salesforce. Os demais acreditam em uma convivência entre os software “On-premise”, mantido localmente, e as soluções na web.
A Microsoft batizou esta abordagem inclusiva de Software mais Serviços (S+S). englobando SOA, SaaS, e outras tendências. Não se trata de uma invenção da Microsoft… A diferença é que acreditamos que não existe uma única resposta para todos os problemas, e que o poder da escolha deve ficar com indivíduos e organizações, que possuem necessidades específicas. Para mais detalhes veja meu post sobre S+S e o texto “The Greater Sum”).
Outro ponto relevante é que, empresas tradicionalmente WEB estão movendo para expandir suas ofertas para o desktop, enquanto a Microsoft expande do desktop para a Web.
Pois bem, para garantir que esta visão é compartilhada pelo mercado, vou dividir alguns depoimentos da indústria de tecnologia, que suportam a visão de S+S:
“Economics of IT are changing, and many companies are looking at combinations of on-premise software and software as a service.”
Rishi Chandra, Product Manager for Google Enterprise (June 2008) – link para a matéria
“IBM believes this view neglects to consider that large enterprises are not going to outsource their entire data center operations to a public cloud like Amazon’s. Different workloads demand different support, and as such, there are certain applications that shouldn’t be moved to a cloud model.”
IBM (April 2009) – Link para post
“But a new model has emerged powered by fantastic experiences at the front end and platform delivered as a service on the back end”
Steve Fisher, SVP Platform Division, Salesforce.com – Link para matéria
“Google’s Secure Data Connector is instrumental in connecting data from behind the company firewall to the web-based apps and gadgets that exist in the cloud"
Mark Woollen, VP of Social CRM at Oracle (April 2009) – link para a matéria
“Microsoft's Software + Service strategy has rapidly matured and is native to Exchange 2010. This architecture of a single environment that spans on-premise and cloud-based gives large firms an opportunity to leave some mailboxes on-premise and host others in the cloud to save money without incurring admin hassles.”
Ted Shadler, Forrester (April 2009) – link para o post
“We are taking a balanced approach, and are building a hosted infrastructure. It’s not just about the cloud, but also about the desktop. There are some who are all about the cloud while others think about the desktop first. We have a hybrid approach, and we are doing that with our products like AIR.”
Kevin Lynch, CTO, Adobe (August 2008) - link para a matéria
“Two years ago, cloud meant all the compute capacity in the world would end up in large data centers, and the industry thought the only energy-efficient way to operate was with these hyperscale data centers. But there’s been a change in that perspective as products such as containerized data centers allow customers to build energy-efficient compute capacity at low incremental costs, so there will be far more participants in the cloud than many people would have thought many years ago”
Russ Daniels aka HP’s “Cloud Guru” (April 2009) – link para entrevista
Fica o convite para você avaliar como sua organização vai aproveitar os benefícios da abordagem S+S!
Grande Abraço,
Richard Chaves
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A forma que consumimos vídeo para entretenimento vem mudando muito nos últimos anos. É muito gratificante fazer parte de um marco como este onde a tecnologia permite o surgimento de um novo modelo de negócio que impacta um grande número de pessoas.
Ontem realizamos uma coletiva de imprensa aqui na Microsoft para anunciar o serviço Saraiva Digital, de venda e aluguel de filmes.
Você pode estar se perguntando: o que há de inovador em vídeo digital? Afinal, ofertas de vídeo na web, legais ou ilegias, são infinitas...
Bom… Vou enumerar algumas características que tornam este projeto realmente único:
- Acessibilidade
- Os clientes da Saraiva vão comprar ou alugar filmes pelo site de comércio eletrônico da mesma forma que compram livros, CDs e outros itens físicos;
- Para todos! Existe dois tipos de aplicação: Uma lite, para quem tem computadores mais simples e uma aplicação Rica e Interativa para quem tiver hardware mais avançado para um experiência completa;
- É possível comprar um filme a partir do escritório, internet café e eventualmente do celular, pelo site e o donwload do filme será realizado na residência do cliente, onde o computador estará com o filme disponível para consumo assim que o usuário chegar em casa;
- Flexibilidade
- Não se trata de streaming… O Filme fica na biblioteca local do computador do usuário. Mesmo sem conexão com a Internet é possível assistir aos filmes;
- O cliente compra uma licença que permite acesso ao conteúdo. Pode assistir o filme em computadores diferentes;
- Proteção à Propriedade Intelectual
- Tecnologia reconhecida pelos estúdios, que inibe cópias indevidas;
- Tropicalizado para a realidade Brasileira
- Troca dinâmica de legenda e trilhas de aúdio
Quer entender como o projeto surgiu, qual são os impactos no negócio e a utilização da tecnologia, veja o estudo de caso no vídeo abaixo:
No uso da tecnologia vale destacar alguns pontos… A plataforma Microsoft foi utilizada de ponta-a-ponta. Encoding (Expression Encoder), proteção (DRM/ Playready), distribuição (Windows Server e IIS), visualização dos trailers (Silverlight), Aplicação (.Net, WPF e Media Player), Banco de Dados (SQL Server), Desenvolvimento (Visual Studio).
Na visão de arquitetura, a Saraiva está totalmente alinhada com a abordagem de Software + Serviços, combinando a magia do software, com o poder do hardware local com a flexibilidade da Internet.
É fantástico ver um projeto tão inovador indo para o ar, depois de meses de trabalho intenso de todos os envolvidos! O pré-anúncio foi feito em Outubro passado no evento Teched Brasil, durante o keynote de Steve Ballmer, contando com a presença do Sr. Marcílio Pousada, presidente da Saraiva.
De lá pra cá, o projeto evoluiu muito, as negociações com os estúdios avançaram e hoje o projeto vai ao ar com aproximadamente 500 títulos de 6 estúdios como Warner e Paramount.
Obviamente que a pessoa que não quer pagar por contéudo e consome filmes de forma ilegal, a partir de torrents e outras fontes, não é o cliente para este tipo de serviço. Por outro lado, a pessoa que gostaria de comprar conteúdo legítimo de forma digital, até então não tinha opção no mercado brasileiro. Agora tem!
Pensando no futuro, a arquiture baseada na visão de software mais serviços permitirá expansões fortes para redes sociais, visualização em dispositivos móveis, etc. A tecnologia está pronta e a plataforma esta pronta!
Para visualizar a abordagem, veja o infográfico feito pela EXAME, na reportagem A fantástica fábrica de downloads:

Para um projeto deste se tornar realidade, foi fundamental a dedicação de 3 partes: Saraiva, Microsoft e Truetech. A Saraiva com a visão e a coragem para inovar, a Truetech com sua experiência no segmento de vídeo, streaming e tecnologia e Microsoft proendo a plataforma tecnologica em parceira com Saraiva e Truetech.
A Truetech, além de desenvolver as aplicações, gerencia a produção do conteúdo digital e sua distribuição.
Parabéns à empresas e parabéns aos cinéfilos e consumidores de filmes que contam agora com um grande serviço!
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais sobre o serviço:
Para saber mais (tecnologia e assuntos relacionados):
Artigos e Reportagens sobre o projeto Saraiva Digital:
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Quando o desktop surgiu, muitos afirmaram que era o fim dos mainframes…
Quando a Internet surgiu, muitos afirmaram que era o fim dos desktop…
O que aconteceu com os Mainframes? O mercado mudou e eles estão aplicados onde fazem a diferença. Foram extintos? Negativo…
Agora… Você acredita que a internet vai aposentar o desktop? Eu não!
A visão de S+S da Microsoft é uma abordagem inclusiva e não exclusiva. As oportunidades que a internet e os dispositivos conectados nos apresentam se tornam maiores quando temos a liberdade de escolher onde e como hospedar aplicações e desenhar soluções. O poder da escolha é individual de cada organização.
Em tempo: Eu não gostaria de saber que meu banco contratou um serviço na nuvem e mantém meus dados e transações por um contrato de SaaS…
Seja por regulamentação ou mesmo por características do negócio, cenários 100% web não poderão ser aplicados para toda e qualquer solução. É aqui que entra o poder da escolha da abordagem Software-plus-Services.
O vídeo abaixo é extremamente didático é ajuda entender a vantagem de uma abordagem inclusiva:
Gosto sempre de lembrar que a Microsoft vai muito, mas muito além do Windows e Office. No que diz respeito a este mundo nas nuvens, além de deixar o poder de escolha para indivíduos e organizações, a Microsoft oferece componentes para qualquer combinação de cenários:
- Serviços Completos: Modelo software as a Service (SaaS)
- Serviços Complementares: Utilize em conjunto com soluções instaladas em seu Data Center ou dispositivo
- Plataforma de Desenvolvimento: Crie sua solução na nuvem a partir do zero, de forma produtiva e interoperável

Some estes recursos na nuvem à amplitude da plataforma Microsoft…
…e os benefícios resultantes são produtividade no desenvolvimento, menor time-to-market, melhor aproveitamento e alavancagem do conhecimento da equipe.
A discussão mais importante é sobre acessiblidade: O ponto é ter acesso a informação relevante na hora certa, pelo dispositivo mais adequado. Por isso que eu vejo na proposta de S+S da Microsoft, uma proposta sem igual, pronta para cobrir qualquer cenário atual e pronta para evoluir com as inovações tecnológicas.
Agora… Se você não acredita em Mainframes e acha que os desktops serão devorados pela Internet, nem perca tempo vendo o vídeo…
Grande Abraço,
Richard Chaves
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Nos últimos meses temos visto algumas inovações em uma área que mudou muito pouco na história dos computadores: a interação homem-máquina.
Temos aqui uma excelente oportunidade de negócio!
Ok… Vamos pular os cartões perfurados… Falando de computação pessoal, fora o design, ainda usamos teclados muito parecidos com os primeiros teclados da década de 70.

Nesta época, se trabalhava com terminais e a interação se dava por comandos (CLI – Command Line Interface).
Com o advento do Macintosh e do Windows, tivemos a adoção do mouse como parceir
o inseparável do teclado, e a interação com o computador já era feita por representações gráficas (GUI – Graphic user Interface).
Já passamos da época do CLI e certamente ainda estamos na era do GUI, mas já temos acesso a dispositivos que propõe uma interação mais intuitiva com dispositivos, a chamada NUI (Natural User Interface).
Dispositivos como Surface exploraram interações através do toque, o iPod e os novos celulares Windows Mobile além de explorar o toque também aproveitam a movimentação do dispositivo (como o vídeo-game Wii).
No início deste ano a Ydreams apresentou uma interface natural bem interessante aplicada ao Photosynth. Veja o vídeo abaixo.
A empresa americana OZWE foi além e desenvolvimento um interface que além de reconhecer gestos, identifica o usuário para ser sensível à contexto. Veja a reportagem abaixo:
Em paralelo, o reconhecimento de voz ainda continua evoluindo e em alguns anos o poder computacional permitirá que esta interface se torne realidade.
No mundo corporativo é importante refletir como estas interfaces podem aumentar a produtividade e acessibilidade dos funcionários. Algumas empresas já disponibilizam “war rooms” com grandes telões para análises de informações e tomada de decisão.
Lojas de varejo, Hotéis, Cassinos e Bancos já estão aplicando o Surface para uma melhor interação com seus clientes. Veja alguns vídeos em: http://www.microsoft.com/surface/Default.aspx?page=Videos
Mais uma boa oportunidade aplicar a tecnologia para gerar resultados de negócios!
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais:
Já há vários meses que o Photosynth deixou de ser uma pesquisa no Microsoft Live Labs e está disponível gratuitamente na web para que qualquer pessoa recrie em 3D ambientes reais.
O bacana é que não é preciso doutorado em fotografia nem equipamentos especiais para isso!
Em uma implementação típica de Software + Serviços, você pode carregar um conjunto de fotos (pode até ser do seu celular mesmo) sobre um assunto qualquer que o Photosynth vai analisá-las e criar uma representação virtual em 3D.
Realmente é muito simples… Fiz algun ensaios e me surpreendi com a facilidade e perfeição… Veja dois exemplos que preparei:
Agora a novidade… Se você reparou, o plug-in que permitiu a visualização foi o Silverlight! Com isso, o Photosynth acaba de se tornar acessível em vários browser e vai além do Windows!
Um dos exemplos mais famosos, foi a recriação do momento da posse do Obama, promovido pela CNN, que contou com fotos das pessoas que estavam no local.
Dá para imaginar inúmeras aplicações: Explorar ambientes decorados em sites de eCommerce, verificar os detalhes internos de um novo modelo de automóvel, visitar virtualmente um apartamento…
Sem contar que o Photosynth já estrelou em um episódio do CSI para ajudar a resolver um crime :)
E você? Que uso pretende dar ao Photosynth?
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais:
Vídeo compilado de alguns executivos que palestraram no Congresso TV 2.0, comentando o tema: http://tinyurl.com/congressotv20.
Grande Abraço,
Richard Chaves
Post Original: TV 2.0
É curioso ver como a classificação “2.0” vem sendo amplamente adotada nos mais variados cenários.

Ontem palestrei no Congresso TV 2.0 na AMCHAM e posso dizer que o termo realmente faz sentido para este mercado. Estavam presentes grandes emissoras, portais web, operadoras de TV a cabo e telefonia, além de estúdios e produtores. Para acessar o ppt, veja este link.
Para mim está claro que a pergunta não é se a TV 2.0 vai acontecer, a pergunta é “Como e com qual velocidade ela vai acontecer”
Existe uma inércia compreensível para se mover dos modelos tradicionais. Vamos falar de advertising… Entre 2007 e 2008 o volume investido em publicidade OnLine no Brasil duplicou, atingindo mais de R$ 700 milhões, mas mesmo assim representa uma pequena fatia no bolo da publicidade. Sem falar na dificuldade em “provar” o retorno do investimento.
Se um anunciante vai para a TV, ele pergunta quantos pontos de IBOPE o programa tem. As pessoas sabem trabalhar com esta informação, mas quando vamos para web temos “page views” e “unique visitors”. Como isto se compara com pontos de IBOPE? A comparação fica difícil… São bananas contra laranjas…
Esta inércia está desacelerando a chegada da TV 2.0. As empresas preferem uma evolução ao invés de uma revolução. A evolução está vindo através de mais canais HD pelas operadoras de TV a Cabo, recursos de catch-up e Anytime, replica de conteúdo de TV na Web e popularização de Video-on-Demand (VoD), por exemplo. Entretanto, o quente da TV 2.0 é a revolução! Preparei um TAG cloud com alguns recursos com o potencial de revolucionar:

Acredito que, em breve, veremos uma forte movimentação para Recursos Sociais e Consume on-the-go.
Nos primórdos de rádio e TV, ficou claro que ambos eram equipamentos nativamente sociais. As pessoas se agrupavam para ouvir um programa no rádio ou mesmo na TV. Ainda hoje, como temos uma transmissão linear, o papo na segunda feira de manhã é sobre o futebol ou o filme que passou na TV no final de semana.
Com a popularização do VoD, a atividade está se tornando mais individual.
Hoje programas de TV já fazem forte uso de SMS para votação e interação com os expectadores (até porque existe um fonte de receita considerável neste modelo). Imaginem as possibilidades de assitir um conteúdo no computador e chamar os amigos para assistir o mesmo conteúdo, aplicar conceitos de folsksonomy para ajudar a escolher um conteúdo.
O Live Messenger está aplicando este conceito no Messenger TV e garantindo que assistir um vídeo continue sendo uma atividade social.
Quando a Netflix adicionou o XBOX em seu portfolio, ela não apenas estendeu sua abrangência para 17 milhões de assinantes do XBOX Live, mas ganhou também recursos sociais nativos do XBOX. Assim é possível assistir um filme do Netflix e convidar amigos para um chat de voz enquanto todos assistem.
Além de Netflix, veja outras grandes emissoras têm feito com tecnologia Microsoft:
Além de interatividade social, outro desafio que deve ser prioridade é o consumo de qualquer conteúdo em qualquer dispositivo a qualquer hora. Do lado do usuário é uma questão de transparência e simplicidade!
A Microsoft possui tecnologia para a revolução da TV 2.0 aconteça hoje! São servidores robustos para o encoding e proteção de conteúdo, dispositivos e software na web e no desktop para que o consumo seja feito de acordo com a demanda do usuário. Esta plataforma completa e integrada permite que a complexidade de se avançar para a TV 2.0 seja bem simplificada, diminuindo o time-to-market e reduzindo o custo de desenvolvimento e manutenção.
E você? Vai evoluir ou revolucionar?
Grande abraço,
Richard Chaves
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Se você tem filhos ou mesmo sobrinhos com menos de 10 anos, sabe da impressionante facilidade que estas figurinhas tem com o mundo digital.
Para o mundo dos negócios, é necessário uma perspectiva sem “pré-conceitos” para entender como lidar, interagir e fazer negócios com esta geração.
Bancos estão fazendo um excelente trabalhando na linha universitária, com produtos, ofertas e serviçoes bem direcionados ao público jovem. Ainda há muito o que fazer, especialmente quando os famosos “Digital Natives” entrarem para o mercado de trabalho e, mais ainda, para o mercado consumidor.
Se você criar produtos ou serviços, estude o assunto. Em breve eles chegarão!
Selecione 3 comerciais que a Microsoft publicou há algumas semanas atrás para materializar este perfil.
Video: The Rookies: Alexa, Age 7
Video: The Rookies: Adam, Age 8
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais:
- Generation Y (Artigo Wikipedia)
- Born Digital (Livro)
- Estou na metade do livro e confesso que me surpreendou positivamente!
Lá estava eu, plena segunda-feira à noite, discutindo Recruitment e Turnover no MBA, quando reparo que meu colega Bruno veio equipado para aula:
- 2 iPhones
- 1 Nextel
- Seu inseparável MacBook Air

Na hora lembrei do Live Mesh!
Tirando a questão dos 2 iPhones (Segundo o Bruno, um era para avaliar a rede 3G), este é um cenário cada vez mais comum. Faça o teste: Dos devices abaixo, quantos você usa:
- Desktop
- Laptop
- Celular
- Tocador de música (iPod, Zune, MP3 genérico, etc…)
Só de olhar a foto, fica claro que às vezes temos mais de um tipo deles… De qualquer forma, como vou garantir que o documento que preciso ler esteja no dispositvo certo, na hora certa?
Para ficar mais complexo (e realista): Se eu quiser compartilhar o mesmo documento com amigos, clientes e/ ou fornecedores?
Normalmente cada dispositivo tem sua própria aplicação de sincronização, e ela atende uma pequena ponta deste iceberg… Soluções de mercado como o Apple MobileMe, expande o conceito de sincronização.
Há quase um ano a Microsoft anunciou o Live Mesh com o objetivo de manter seus dispositivos sincronizados, garantir um fácil compartilhamento de informações com seus contatos e com um ingrediente a mais: Você tem um “computador virtual” na web!
Na figura abaixo é possível ver meu desktop virtual, as pastas sincronizadas entre meus dispositivos (algumas compartilhadas com meus contatos), uma imagem sendo visualizada em background, um log de alterações, etc… Tudo isso dentro de um browser! É meu desktop virtual!
Em breve ele terá aplicações. Veja o exemplo da BlockBuster nos artigos abaixo.
No Mesh, temos uma plataforma completa de sincronização que pode ser utilizada para expandir e conectar aplicações tradicionais entre pessoas e entre empresas, de forma transparente e, é claro, vai viabilizar um universo totalmente novo de aplicações!
Quer visualizar o Mesh em ação? Veja o vídeo abaixo (este vídeo está disponível no site de Software+Services junto com outros bem interessantes):
E você? Já começou a pensar no seu mundo Software + Serviços??
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais;
Tomei a liberdade de usar o como título deste post, o título da reportagem do Michel Levy publicada ontem no Estado de Minas. Palavras do presidente da Microsoft Brasil:
“Como qualquer empresa, a Microsoft precisa se adaptar à atual situação de mercado, pois o mundo não passa por uma simples crise pontual. Essa realidade de retração e de limitação de crédito requer medidas especiais, como maior cautela em aplicações e realocação de recursos. Afinal, o grupo tem de dar satisfações e cuidar dos interesses de seus acionistas. Os investimentos em tecnologias, entretanto, não vão nem podem diminuir, pois a inovação tecnológica obtida nas últimas duas décadas é que está por trás de todo o desenvolvimento econômico mundial.”
A Microsoft, que investiu mais de U$ 8 bilhões em pesquisa em desenvolvimento no último ano e manterá a sua estratégia de criar diferencial baseado em inovação. Se olharmos para crises passadas, muitas vezes a diferença entre “se fortalecer” pela a crise e ”sucumbir” na crise está no posicionamento inovador frente aos concorrentes em momentos onde o mercado está pessimista e conservador.
Neste sentido, é motivante verificar a grande quantidade de projetos relacionados à inovação que estão sendo trabalhados no mercado nacional. Em cada reunião que participo para discutir projetos como estes, seja em um varejo, banco, companhias aéras e orgão públicos, tenho certeza que vários executivos compartilhar desta visão e que, realmente, Inovação é um forte antídoto para a Crise!
Fato interessante: Está cada vez mais comun as empresas terem uma área formal (seja um grupo ou um indíviduo) dedicado à inovação!
Inovar dentro casa aumenta eficiência e produtividade, garante que as pessoas tem acesso às ferramentas certas para realizar o seu trabalho e melhor atender seus clientes. Inovar para fora de casa melhora a imagem e o posicionamento no mercado, além de poder gerar novas fontes de receita.

É claro que a revisão de processos para reduzir custos e aumentar a eficiência de processos devem estar como itens prioritários da agenda da Nova Economia para qualquer organização, até porque estas iniciativas ajudarão a manter um fluxo financeiro saudável viabilizare os projetos de inovação!
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais:
Hoje, os executivos responsáveis por soluções de Comércio Eletrônico precisam concentrar seus esforços na experiênca de compra.
Vídeo, chat, sites interativos, wikis, folksonomy… São apenas alguns recusos que os clientes/ internautas encontram nos sites que visitam. É claro que eles tem a expectativa de encontrar estes recursos durante sua compra Online!
Há um consenso em afirmar que experiências ricas durante o processo de compra aumentam a fidelização e a conversão dos clientes. Vejam os exclentes exemplos de interatividade abaixo:
No Brasil ainda estamos nos início desta convergência de conceitos. Quando navegamos por sites de comércio eletrônico ainda encontramos mais do mesmo. Acredito que em breve teremos melhores experiências para navegar por imagens, explorar produtos, discutir com os amigos do Messenger, interagir com a comunidade, etc.
Neste mês de março a Microsoft lançou a versão 2009 do Commerce Server que traz recursos que facilitam a implementação destes conceitos, vale a pena conferir como esta solução ajuda a reduzir o tempo e reduzir custos de implementação destes conceitos.
Grande Abraço,
Richard Chaves
Para saber mais:
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