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Admirável Mundo Ágil

Tecnologia para acelerar, e não para atrasar, o crescimento dos negócios!
Recursos para Cloud Computing, Azure e S+S

Aproveitando artigo recente do IDC, indicando que os serviços na nuvem devem representar 10% do budget de TI das empresas em 2013 (nada mais, nada menos que U$45 bilhões no mundo), gostaria de compartilhar alguns recursos sobre a plataforma de Cloud Computing da Microsoft.

Em uma lista de discussão sobre Cloud Computing algumas pessoas consolidaram bons recursos para quem quiser se aprender a desenvolver no Azure.

Inicialmente, sugiro visitar http://www.microsoft.com/softwareplusservices/ para reforçar o conceito de Cloud Computing e “Software + Serviços” (S+S) e explorar recursos muito interessantes :)

Depois, vale verificar os conteúdos localizados em português http://msdn.microsoft.com/pt-br/azure/default.aspx

Também recomendo uma série de 3 vídeos de 10 minutos do Waldemir Cambiucci: “Cloud Computing para IT PROs” .

Por fim, seguem os recursos compartilhados pelos especialistas da Microsoft:

Acesse, entenda e compartilhe com sua equipe para aproveitar o potencial da Computação na Nuvem!

Grande Abraço,

Richard Chaves

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Inovação no Caminhão – 16 metros de Tecnologia e Soluções!

Ontem realizamos o Fórum de Soluções de Belo Horizonte, onde pudemos discutir pridoridades na agenda dos CIOs e como a Microsoft está pronta para ajudá-los nestas prioridades.

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Não vou falar do conteúdo agora para não estragar a supresa das próximas 5 cidades - depois da última cidade, vou escrever um post resumindo este fantástico evento.

Para dar um gostinho, vou propor um desafio… Clique na empresas abaixo e descubra qual:

  • Implementou Sharepoint 2007 para melhorar a experiência de seus clientes com solução de Web 2.0
  • Implementou SQL Server 2008 para aumentar performance de seus negócios
  • Está testando Windows 7 para melhorar gerenciamento e produtividade
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Inovação foi o tema que nos acompanhou em toda a discussão. Uma curiosidade foi o formato inovador do evento… Ao invés de apenas um único grande evento, estamos levando o Fórum para 6 capitais! Levando literalmente…

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O evento percorrá 4700km de estradas em uma carreta, construída especialmente para este evento.

Quando estacionada ela se abre, criando um auditório de 70 metros quadrados:

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Para ver como ficou a experiência final, de dentro da carreta, navegue pelo Photosynth abaixo (Palestra de Eficiência durante o evento em BH):

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

Redução de Custos ou Otimização de Investimentos?

Nestes tempos de nova economia, muito se falou em reduzir custos. Em uma discussão semântica com o time de Windows e o time de Marketing, concluímos que a tão famosa “Redução de Custos” pode ser muito perigosa.image

Muitas empresas adotaram um corte de custos “flat” por seus departamentos enquanto o mercado discutia o a “crise financeira”.

A verdade é que, mesmo com corte de investimento, as demandas não diminuíram, e quando se deram conta disso, os cortes já haviam sido feitos e os SLAs já não podiam ser mais cumpridos.

Na verdade, não basta cortar custos. O processo simples assim… É necessário cortar no lugar certo… É necessário Otimizar Investimentos! 

Nesta discussão, lembrei de um artigo da ZDNet que li há alguns dias, sobre como a BMW se orgulha em ter uma TI muito mais “cost-effective” que seus concorrentes. Uma das mais recentes ações da BMW foi programar a adoção do Windows 7, para reduzir custos aumentando eficiência. Algumas características de destacadas pela BMW:

  • Remote Assistance
  • Melhor Gerenciamento de Energia
  • Uso mais inteligente da rede, demandando menos infra (Direct Access e Branch Cache)

A conclusão é que os investimentos devem continuar, mas a priorização será daqueles investimentos que reduzirem custos, trouxerem mais receita ou aumentarem a produtividade e/ ou eficiência da empresa.

Sua empresa está reduzindo custos ou otimizando os investimentos?

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais sobre Otimização de Investimentos:

O Brasil, a tecnologia e a Microsoft

Neste ano de 2009 a Microsoft celebra 20 anos de Brasil. Foram 20 anos de muitas realizações!

Esta crônica, preparada pela equipe de comunicação aqui da Microsoft ficou tão boa, que tomei a liberdade de transcrevê-la aqui no blog. Curta esta viagem no tempo!

A propósito… Bateu saudade de meu MSX Hotbit!  :)

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

O cidadão brasileiro do final dos anos 80 e começo dos 90 estava muito distante da tecnologia. Televisão ainda era o principal eletrodoméstico das residências. Telefone fixo custava uma fortuna, uma linha valia até US$ 5 mil. Ouvir música portátil era coisa de jovens privilegiados que tinham o walk-man – e mais tarde o disc-man. Contas eram pagas no banco. E computador era investimento muito alto para as famílias de classe média. É nesse contexto que a Microsoft aporta no Brasil, em 1989 – ano em o país passa por um dos momentos políticos mais peculiares da história, quando Lula e Collor disputam as primeiras eleições livres após 25 anos de ditadura.

Se o computador era termo desconhecido para grande parte dos brasileiros, as empresas e os órgãos públicos estavam mais informatizados. Em 1971, o Ministério do Planejamento fez a primeira radiografia do mercado brasileiro de informática. O número de computadores instalados no Brasil tinha saltado para 600 máquinas, das quais 75% eram da IBM, 20% da Burroughs e 5% de outros fabricantes.

Nos anos 80, houve um boom de tecnologia pelo mundo. No Brasil, não foi diferente. Chegaram por aqui os computadores IBM-PC, lançado em 81 e que revolucionou o mercado doméstico de computadores. Outros como Macintosh, TK, MSX e Commodore também fizeram parte da vida dos brasileiros mais "moderninhos" dos anos 80. Os processadores 286 e 386, da Intel, eram os mais modernos da década.

Em 1989 a Microsoft inicia suas operações no Brasil cinco funcionários em um escritório na Berrini, em São Paulo. É com o anúncio do Windows 3.0 em português, em 1990, que a empresa começa a mostrar seu peso no País, revolucionando o mercado com o conceito de "informação na ponta dos dedos". Quando o produto chegou ao Brasil, 1,4 milhão de cópias já tinham sido vendidas pelo mundo, Com ele, surgiu também o mouse, ferramenta que hoje é indispensável.

Antes do mouse, acessar os arquivos no computador era um eterno digitar de códigos. Pensar a internet sem o mouse é um exercício de imaginação. Curiosamente, o mouse pode desaparecer no futuro – já que a tendência agora é o modelo touchscreen.

Entre 1995 e 1999, os brasileiros começam a se conectar para valer. Entram na rede e começam a falar ao celular. A Internet é lançada oficialmente em 1994, com 28 sites de pesquisa. Nesse primeiro ano, o universo de internautas ainda é pequeno – 36 mil – e restrito ao mundo acadêmico. A Microsoft entrou no mercado dos browsers ao lançar o Internet Explorer 3.0 em 1996. O Brasil tinha, então, 100 mil usuários de Internet.

É em 95 que a Microsoft vive um dos momentos mais marcantes para a empresa no Brasil. A partir do lançamento do Windows 95 cada brasileiro que adquire seu primeiro computador, adquire também o sistema operacional da Microsoft. O pacote Office passa a fazer parte da vida do brasileiro informatizado.  Hoje, segundo a FGV, o país conta com 60 milhões de computadores – um para cada três brasileiros – e a instituição  calcula que em 97% das empresas roda alguma versão do sistema operacional Windows, com o Office presente em 92% das máquinas instaladas em empresas.

Outro sucesso da Microsoft que foi lançado ainda na década de 90, foi o sistema de mensagens instantâneas Messenger que completou em 2009 10 anos de existência com 45 milhões de brasileiros entre os 330 milhões de usuários no mundo.

É também em meados dos anos 90 que a empresa dá seus primeiros passos rumo à responsabilidade social e inclusão digital. Mais tarde, em 2003, a Microsoft lança o Parceiros na Aprendizagem, programa que visa estreitar o relacionamento com as secretarias de educação, universidades e escolas técnicas para colocar a tecnologia da informação na pauta da educação brasileira. No ano seguinte, é lançado o Programa Aluno Monitor, que capacita alunos a usar o computador das escolas.

Os últimos cinco anos foram marcados pela interação entre mídias, por novas tecnologias e por uma palavrinha complicada, mas que aponta os novos rumos da empresa: interoperabilidade. Em 2006, o MSN passa a ser acessado pelo celular. Em 2008, a Microsoft faz parceria com a Sony Ericsson para produção do Windows Mobile. Entre as novas tecnologias apresentadas pela companhia no período estão o Silverlight, que permite uma melhor visualização de animações, fotos e vídeos na internet – também compatível com Mac - e o Microsoft Surface, uma mesa de um metro de altura, com uma tela de 30 polegadas, com diversos softwares e recursos de interatividade, na qual o usuário navega tocando a tela (touchscreen). Ambos foram lançados em 2007.

O período também marca o amadurecimento da Microsoft no que diz respeito à responsabilidade social. Em 2006 é criado o Student to Business, curso profissionalizante de alunos recém-formados em ciências da computação e outros cursos ligados à tecnologia, para que não cheguem ao mercado de trabalho sem o devido preparo. Em 2008, mais duas novas iniciativas chegam à subsidiária brasileira: O SOL, programa que disponibiliza softwares a preços de custo para empreendedores que estão começando, e o DreamSpark, programa criado para facilitar o acesso de estudantes do ensino superior e técnico aos softwares da Microsoft.

Estimular a criatividade dos jovens ligados à TI é uma das funções da Microsoft. Em 2005 brasileiros se destacam na Imagine Cup - concurso mundial de inovação voltado para estudantes do Ensino Superior. O Brasil sempre bate recordes de números de inscritos.

Com 18 anos de operações da Microsoft no País, o Windows ganha, em 2007, uma nova versão: o Vista. Que por sua vez chega com o Office 7. Em 2008, já começam os testes do Windows 7, lançamento programado para outubro de 2009. A expectativa é que esse novo lançamento tenha ainda mais impacto nos países que compõem o BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China. Segundo um estudo do IDC, entre o lançamento do novo sistema até o fim de 2010, cada US$ 1 dólar de receita obtida com o produto deve gerar US$ 22,62 para a economia local.

No final de 2008, a Microsoft anuncia o lançamento do Windows Azure, sua entrada oficial para o universo do "cloud computing" e do software + serviços – umas das tendências na área de TI para os próximos anos. A Microsoft chega ao seu vigésimo aniversário com 570 funcionários.

E nos próximos 20 anos…

De volta ao Blog!

Não foram férias – infelizmente :), mas foram 2 meses distantes dos posts…

Em Julho viajei por causa do MBA e agosto foi dedicado ao Teched Brasil.

 

Assunto é que não falta para discutirmos aqui! Até o próximo post!!!

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

Banco do Futuro (Painel na CIAB 2009) – Post 2/2

No dia 17/Junho tive o privilégio de participar do painel Banco do Futuro com Rafael Dan Schur(IBM) e Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca, o Karman. O painel teve como moderador o Maurício Minas da CPM Braxis.

Foi uma discussão super interessante, em cima de um tema fascinante… Muitas das características do Banco do Futuro já vem sido discutidas há algum tempo, mas por vários motivos ainda não foram implantadas de forma efetiva. Concluímos que o Banco do Futuro se constrói hoje, com as tecnologias atuais e com muito esforço e dedicação das pessoas que fazem acontecer dentro das organizações.

Segue um resumo do que abordei no painel. Acesse o ppt da apresentação aqui.

IMPORTANTE: Este é o segundo post sobre o painel, acesse o primeiro post sobre Experiência do Cliente aqui.

Excelência na Execução
O Banco do Futuro não poderá ser nada menos do que excelente.

A recente crise financeira nos mostrou qual é o impacto de erros e regras inadequadas de gestão. Soma-se a este risco o fato da competição acirrada entre as organizações financeiras e potenciais entrantes… Talvez os Bancos não tenham uma era de lucratividade como tiveram recentemente.

Para continuar competitivo e garantir lucratividade a Excelência na Execução e Eficiência operacional serão fundamentais. Fazer mais com menos será mandatório.

O papel da tecnologia nesta perspectiva é crítico, pois agora temos acesso ao poder computacional e a tecnologias que ajudarão muito as organizações do futuro. Nesta linha, são 5 grandes tendências que nos levarão ao Banco do Futuro:

image Vou explorar algumas delas…

Negócios a partir da Informação

Nunca tivemos acesso a tanto poder computacional (PETAFLOP) e espaço de imagearmazenamento (PETABYTE) como temos hoje. Isto permitirá que aquele “bando de dados” possam gerar informação relevante para Tomada de Decisão, Criação assertiva de Produtos e Fidelização de Clientes.

O Banco do Presente já registra muitos dados de seu relacionamento com os clientes, a partir das transações que são realizadas em vários canais.

O Banco do Futuro terá a habilidade de direcionar suas ofertas e efetivamente criar estratégias a partir das informações geradas por estes dados – em tempo real!

Cloud Computing

Falar de Cloud Computing não é uma questão de buzzword, muito menos hype… Como aproveitar as novas opções de arquitetura será um passo fundamental na evolução do Banco do Futuro!

Quando o desktop foi apresentado ao mercado, muitos disseram que era o fim do mainframe… Da mesma forma, no surgimento da Internet, outros profetizaram que seria o fim dos desktops…

O fato é que não existe uma resposta única para todos os problemas! Até hoje ainda vemos mainframes em algumas organizações e um vasto uso de desktops no mercado. A cada vez que surge um novo paradigma o mercado avalia onde seu uso é mais imageadequado, migra o que faz sentido e mantém a tecnologia.

No caso de cloud Computing, entendo que o melhor uso é combinar toda a flexibidade da Internet com o poder de processamento e personalização do mundo local. O que a Microsoft chama de Software plus Services.

O Banco do Futuro irá considerar Cloud Computing como mais uma opção de arquitetura para a implementação de seus projetos.

Se irá migrar do Mainframe para plataforma baixa, ou se irá considerar a web como nova plataforma, esta decisão deve se concentrar nos novos benefícios que uma eventual mudança trará, como por exemplo:

  • Redução de custos
  • Melhor agilidade para o negócio
  • Criação de novos produtos/ novas fontes de receita
  • Melhor relacionamento com o cliente

O importante é que as opções são excludentes! O Banco do Futuro irá combinar as opções para resolver seus desafios da forma mais adequada.

Hoje, a Microsoft tem a plataforma mais abragente do mercado que permite o desenvolvimento de soluções que permeiam do celular ao datacenter, do mundo local à web. A idéia é ter uma representação na Internet de tudo que a Microsoft disponibiliza no modelo local tradicional:

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Esta abordagem garante o melhor aproveitamento dos investimentos atuais, além de garantir poder de escolha total sobre como e onde as aplicações serão desenvolvidas e mantidas, veja algumas possibilidades:

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Eficiência

Aqui está um grande desafio de TI… Como é possível parar de concentrar os recursos (financeiros e humando) em “apagar incêndios” e começar a posicionar TI de forma imageestratégica na organização?

O objetivo é ter TI alinhada com objetivos de negócio, adaptável às demandas dinâmicas da organização para gerar vantagem competitiva.

Para poder ser estratégica, a TI precisa estar “afinada” com bons processos homologados, liberando o melhor de seus recursos para fazer a diferença na organização e não apenas manter o operacional…

O Banco do Futuro terá identificado seus déficits funcionais e terá montado um plano de ação e terá evoluído sua TI para uma TI Dinâmica

O Banco do Futuro irá fazer mais com menos!

A Microsoft ajuda as organizações com uma abordagem estruturada (de 4 estágios), baseada em estudos de modelo de maturidade do MIT e Gartner, indicando como as TIs podem evoluir, passo-a-passo para uma TI Dinâmica.

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Como o Banco do Futuro se constrói hoje, divido com vocês como o Banco Itaú está caminhando para o Futuro com um uso mais eficiente da tecnologia. Veja o caso completo em: Itaú – Mais Eficiência na Missão Crítica.

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais:

 

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Banco do Futuro (Painel na CIAB 2009) – Post 1/2

Ontem tive o privilégio de participar do painel Banco do Futuro com Rafael Dan Schur (IBM) e Carlos Eduardo Corrêa da Fonseca, o Karman. O painel teve como moderador o Maurício Minas (CPM Braxis).

Foi uma discussão super interessante, em cima de um tema fascinante… Muitas das características do Banco do Futuro já vem sido discutidas há algum tempo, mas por vários motivos ainda não foram implantadas de forma efetiva. Concluímos que o Banco do Futuro se constrói hoje, com as tecnologias atuais e com muito esforço e dedicação das pessoas que fazem acontecer dentro das organizações.

Segue um resumo do que abordei no painel. Acesse o ppt da minha apresentação aqui.

Qual é o papel da tecnologia no Banco do Futuro?

Para falar de Banco do futuro, fui buscar uma curiosidade histórica que ilustra bem o papel da tecnologia. No final do século 18, a bolsa de Nova York tinha a mesma representatividade da Bolsa da Filadéfia. Para alguns historiadores a supremacia da bolsa de Nova York se deu por conta da vantagem que o telégrafo oferecia, pois com ele, o processamento de imagetransações era muito mais ágil em Nova York do que na Filadelfia. Sem o telégrafo as duas bolsas competiriam em igualdade, mas neste caso, a tecnologia do telegrafo gerou um diferencial competitivo e consequentemente uma vantagem de negócio.

Acredito que o Banco do Futuro será o banco que conseguir utilizar a tecnologia para alavancar seu core business, para alavancar o que ele tem de melhor. O papel da tecnologia no banco do futuro, é o mesmo papel de hoje, que é o mesmo papel no tempo do telégrafo: é facilitar que as organizações atinjam seu potencial pleno.

No banco do futuro, a utilização de tecnologia tem 2 perspectivas:

  • Do banco para fora: Melhorando a experiência do cliente
  • Do banco para dentro: Aumentando a eficiência, melhorando processos, permitindo que as pessoas inovem e forneçam melhores produtos e serviços

Imaginando que o Banco do Futuro se constrói hoje, considere sempre a seguinte reflexão: “Minhas ações estão construindo que tipo de banco para o futuro?”

Como o assunto é interessante (e extenso), vou dividí-lo em 2 posts.

Experiência do cliente

Quando pensamos nos desafios do futuro para interagir com nossos clientes, temos que considerar uma tendência crescente: O cliente no controle!

Esta consciência fará o Banco do futuro revisitar seu conceito de “Foco no Cliente”. O Banco do futuro não só focará no cliente, como focará no cliente certo. A palavra de ordem não será ser o maior, mas sim ser o mais rentável!

Tendo isto em mente, o Banco do futuro apresentará tarifas personalizadas, canais personalizados e produtos personalizados.

É importante reforçar que, quando se fala de experiência, isto não tem a ver com resultado, e sim como se chega neste resultado; Representa todo o processo de interação do usuário (cliente) com alguma coisa, podendo ser:

  • Negativa: fila demorada na agência
  • Positiva: atendente prestativa que não soliticita 10 vezes a mesma informação

Este processo é indepente do resultado e está diretamente relacionado com a satisfaçãoimage

Como o cliente é multi-canal, sob a ótica de Marketing é fantástico, pois gera mais pontos de contato e oportunidades para prospectar negócios e gerar transações.

Do ponto de vista do cliente, todas as transaçõesdeveriam estar disponíveis integralmente em todos os canais.

Do ponto de vista de operações, isto não é nada trivial… Ser multicanal demanda automação de processos, integração de sistemas e um impecável Business Intelligence para viabilizar as interações de valor. É claro que tudo isso deve ser em tempo real, até porque no Banco do Presente o cliente já não tolera latência...

Portanto, ao mesmo tempo que multi-canal aumenta o potencial de vendas, aumenta a sofisticação da operação. Vamos considar três canais que serão muito explorados pelo Banco do futuro: Agência (Presença Física), Internet e Mobile.

Agência (Presença Física)

Se por um lado, o custo de transação nos canais eletrônicos é uma fração do custo das agências, por outro, transações mais sofisticadas e de alto valor podem ter um grande diferencial na interação humana, como operações de crédito e clientes premium. Nestes casos, a experiência no ponto de atendimento (agência) pode ser um fator determinante na escolha de um banco e em sua fidelização. Para interações físicas, a qualidade da informação nas mãos dos gerentes será um fator determinante.

No final do ano passado, apoiamos o Banco do Brasil na construção de uma “Agência do Futuro”. O Espaço Tecnologias do Futuro” ficou aberto por algumas semanas na Av. Paulista e pudemos mostrar na prática uma agência que na verdade é um espaço de relacionamento, onde o cliente tem acesso a produtos e serviços de forma transparente e natural.

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Era possível explorar produtos em painéis touch-screen, realizar vídeo conferência com especialistas através de ATM e Internet Banking, era possível acessar um “Home banking” a partir da Sala de Estar (com um Windows Media Center), ou mesmo do vídeo game (XBOX)! Veja detalhes deste projeto aqui.

Internet

O Banco do Futuro também terá assimilidado o conceito de comunidades e redes sociais... Saberá interagir com os clientes da geração Y. Veja por exemplo o HSBC Direct que, nos EUA, já permite que uma conta serja aberta pela Internet!

Nos dias de hoje quando uma pessoa quer saber mais sobre um produto, ele chama um amigo do messenger, pesquisa a Internet ou procura por um grupo no Orkut/ Facebook... Se você oferece um produto que cumpre as promessas, corresponde às expectativa dos clientes e gera uma boa experiência. Parabéns! Você ganhou marketing positivo (publicidade gratuita que tem muito mais impacto que um anúnico pago!). Agora, se você tem problemas e não os resolve, prepare-se para os grupos “Eu odeio tal empresa!”.

Podemos observar que as comunidades amplificam os resultados do produtos e serviços oferecidos, para o bem ou para o mal...

Nesta mudança de papéis, onde o cliente assume o controle, o foco será no “Responder bem”, em ter a “oferta certa na hora certa para o cliente certo”, e não mais na oferta bruta de um produto.

Na evolução do canal Internet, o Vídeo estará muito presente em aplicações que terão uma preocupação enorme em usabilidade e possbilitarão total personalização.

Mobile

Em diferentes países, o celular vem se tornando um forma rica de atingir e servir clientes. Estes pontos de contato, bem como os pontos de contato tradicional, precisam ser orquestrados e afinados para gerar interações de valor.

A grande oportunidade é o potencial de bancarização, pois existem muito mais pessoas que possuem um celular do que pessoas com conta-corrente…

Algumas tendências são bem interessantes

  • A experiência com mobilidade deve ser diferente da Web “tradicional” image
    • Explorar SMS
    • Pagamentos móveis
    • Localização de agências e auto-atendimento
  • TAG
    • Facilitar transações
    • Marketing Anywhere
  • Produtos realmente inovadores
    • Usar localização por antenas para enviar cupons de desconto para pagamentos com cartões
    • Portais móveis de vendas de veículos e imóveis (financiamento)
  • Soluções de mobile payment

image Casos interessantes como o Zong e VISA Micro Tag nos Estados Unidos, como M-PESA no Kenia e o MABS nas Filipinas já comprovam que este movimento já chegou tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.

 

No próximo post fecho o assunto abordardando como o Banco do Futuro utilizará a tecnologia internamente para conseguir uma “Excelência em Execução”. Até lá!

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais:

User Experience

Exemplos de Web 2.0 e Redes Sociais

Mobile

 

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User Experience: Meus Links Favoritos!

Estive recentemente na Editora Abril e o principal assunto foi tecnologia para melhor interatividade e melhor experiência do usuário.

Revisitei alguns posts que publiquei sobre UX e percebi que meus links estavamum pouco desatualizados e resolvi compilar os minhas 15 melhores referências:

 

Divirtam-se!

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

Nova dinâmica de trabalho com Novas Tecnologias - NUI

Há algumas semanas falei sobre tecnologias de reconhecimento de gestos e reconhecimento de voz (veja o post CLI, GUI, NUI… Entendeu?).

Ontem o papo de copa aqui no escritório foi o anúncio que fizemos na E3 sobre a nova forma de interagir com o XBOX: sem controles! Para ter uma idéia do que vem por aí, veja o seguinte vídeo:

 

É uma questão de tempo para termos usos relevantes no mundo corporativo, além de uma infinidade de oportunidades de negócio…

Na verdade, já existem organizações se beneficiando destes meios para enriquecer suas soluções. O projeto de segurança do Superbowl é um excelente caso:


Superbowl 43 Case Study

Grandes empresas no Brasil já possuem “salas de guerra” para tomada de decisão (algumas delas em 3D), onde soluções de BI avançadas ou simples PPT ganham interavidade para executivos. Seja para tomar decisões a partir de informações, seja para interagir melhor com clientes ou simplesmente para jogar vídeo-game, temos um admirável mundo a ser explorado!

Agora, se quiser viajar fundo e ver a visão de futuro para estas tecnologias, acesse o Productivity Future Video, do Microsoft Office Labs. A propósito… São todas tecnologias ques estão sendo pesquisadas pelo Microsoft Research.

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais:

O mercado e a abordagem Software plus Services (S+S)

No começo de Maio, palestrei no evento Software Innovation, onde abordamos o futuro da computação, com foco nas novidades da web e SaaS. Também estavam presentes fornecedores de tecnologia como IBM, Oracle, Google, entre várias outras empresas.

Foi bem interessante ver que a abordagem restrita à nuvem, onde todos os desafios tem sua respota na internet, está restrito a poucos players, como a Salesforce. Os demais acreditam em uma convivência entre os software “On-premise”, mantido localmente, e as soluções na web.image

A Microsoft batizou esta abordagem inclusiva de Software mais Serviços (S+S). englobando SOA, SaaS, e outras tendências. Não se trata de uma invenção da Microsoft… A diferença é que acreditamos que não existe uma única resposta para todos os problemas, e que o poder da escolha deve ficar com indivíduos e organizações, que possuem necessidades específicas. Para mais detalhes veja meu post sobre S+S e o texto “The Greater Sum”).

Outro ponto relevante é que, empresas tradicionalmente WEB estão movendo para expandir suas ofertas para o desktop, enquanto a Microsoft expande do desktop para a Web.

Pois bem, para garantir que esta visão é compartilhada pelo mercado, vou dividir alguns depoimentos da indústria de tecnologia, que suportam a visão de S+S:

“Economics of IT are changing, and many companies are looking at combinations of on-premise software and software as a service.”

Rishi Chandra, Product Manager for Google Enterprise (June 2008) – link para a matéria

 

“IBM believes this view neglects to consider that large enterprises are not going to outsource their entire data center operations to a public cloud like Amazon’s. Different workloads demand different support, and as such, there are certain applications that shouldn’t be moved to a cloud model.”

IBM (April 2009) – Link para post

 

“But a new model has emerged powered by fantastic experiences at the front end and platform delivered as a service on the back end

Steve Fisher, SVP Platform Division, Salesforce.comLink para matéria

 

“Google’s Secure Data Connector is instrumental in connecting data from behind the company firewall to the web-based apps and gadgets that exist in the cloud"

Mark Woollen, VP of Social CRM at Oracle (April 2009) – link para a matéria

 

Microsoft's Software + Service strategy has rapidly matured and is native to Exchange 2010. This architecture of a single environment that spans on-premise and cloud-based gives large firms an opportunity to leave some mailboxes on-premise and host others in the cloud to save money without incurring admin hassles.”

Ted Shadler, Forrester (April 2009) – link para o post

 

“We are taking a balanced approach, and are building a hosted infrastructure. It’s not just about the cloud, but also about the desktop. There are some who are all about the cloud while others think about the desktop first. We have a hybrid approach, and we are doing that with our products like AIR.”

Kevin Lynch, CTO, Adobe (August 2008) - link para a matéria

 

Two years ago, cloud meant all the compute capacity in the world would end up in large data centers, and the industry thought the only energy-efficient way to operate was with these hyperscale data centers. But there’s been a change in that perspective as products such as containerized data centers allow customers to build energy-efficient compute capacity at low incremental costs, so there will be far more participants in the cloud than many people would have thought many years ago

Russ Daniels aka HP’s “Cloud Guru” (April 2009) – link para entrevista

 

Fica o convite para você avaliar como sua organização vai aproveitar os benefícios da abordagem S+S!

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais:

 

  
Tecnologia Revolucionando o Entretenimento no Brasil

A forma que consumimos vídeo para entretenimento vem mudando muito nos últimos anos. É muito gratificante fazer parte de um marco como este onde a tecnologia permite o surgimento de um novo modelo de negócio que impacta um grande número de pessoas.image

Ontem realizamos uma coletiva de imprensa aqui na Microsoft para anunciar o serviço Saraiva Digital, de venda e aluguel de filmes.

Você pode estar se perguntando: o que há de inovador em vídeo digital? Afinal, ofertas de vídeo na web, legais ou ilegias, são infinitas...

Bom… Vou enumerar algumas características que tornam este projeto realmente único:

  • Acessibilidade
    • Os clientes da Saraiva vão comprar ou alugar filmes pelo site de comércio eletrônico da mesma forma que compram livros, CDs e outros itens físicos;
    • Para todos! Existe dois tipos de aplicação: Uma lite, para quem tem computadores mais simples e uma aplicação Rica e Interativa para quem tiver hardware mais avançado para um experiência completa;
    • É possível comprar um filme a partir do escritório, internet café e eventualmente do celular, pelo site e o donwload do filme será realizado na residência do cliente, onde o computador estará com o filme disponível para consumo assim que o usuário chegar em casa;
  • Flexibilidade
    • Não se trata de streaming… O Filme fica na biblioteca local do computador do usuário. Mesmo sem conexão com a Internet é possível assistir aos filmes;
    • O cliente compra uma licença que permite acesso ao conteúdo. Pode assistir o filme em computadores diferentes;
  • Proteção à Propriedade Intelectual
    • Tecnologia reconhecida pelos estúdios, que inibe cópias indevidas;
  • Tropicalizado para a realidade Brasileira
    • Troca dinâmica de legenda e trilhas de aúdio

Quer entender como o projeto surgiu, qual são os impactos no negócio e a utilização da tecnologia, veja o estudo de caso no vídeo abaixo:

No uso da tecnologia vale destacar alguns pontos… A plataforma Microsoft foi utilizada de ponta-a-ponta. Encoding (Expression Encoder), proteção (DRM/ Playready), distribuição (Windows Server e IIS), visualização dos trailers (Silverlight), Aplicação (.Net, WPF e Media Player), Banco de Dados (SQL Server), Desenvolvimento (Visual Studio).

Na visão de arquitetura, a Saraiva está totalmente alinhada com a abordagem de Software + Serviços, combinando a magia do software, com o poder do hardware local com a flexibilidade da Internet.

É fantástico ver um projeto tão inovador indo para o ar, depois de meses de trabalho intenso de todos os envolvidos! O pré-anúncio foi feito em Outubro passado no evento Teched Brasil, durante o keynote de Steve Ballmer, contando com a presença do Sr. Marcílio Pousada, presidente da Saraiva.

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De lá pra cá, o projeto evoluiu muito, as negociações com os estúdios avançaram e hoje o projeto vai ao ar com aproximadamente 500 títulos de 6 estúdios como Warner e Paramount.

Obviamente que a pessoa que não quer pagar por contéudo e consome filmes de forma ilegal, a partir de torrents e outras fontes, não é o cliente para este tipo de serviço. Por outro lado, a pessoa que gostaria de comprar conteúdo legítimo de forma digital, até então não tinha opção no mercado brasileiro. Agora tem!

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Pensando no futuro, a arquiture baseada na visão de software mais serviços permitirá expansões fortes para redes sociais, visualização em dispositivos móveis, etc. A tecnologia está pronta e a plataforma esta pronta!

Para visualizar a abordagem, veja o infográfico feito pela EXAME, na reportagem A fantástica fábrica de downloads:

Para um projeto deste se tornar realidade, foi fundamental a dedicação de 3 partes: Saraiva, Microsoft e Truetech. A Saraiva com a visão e a coragem para inovar, a Truetech com sua experiência no segmento de vídeo, streaming e tecnologia e Microsoft proendo a plataforma tecnologica em parceira com Saraiva e Truetech.

A Truetech, além de desenvolver as aplicações, gerencia a produção do conteúdo digital e sua distribuição.

Parabéns à empresas e parabéns aos cinéfilos e consumidores de filmes que contam agora com um grande serviço!

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais sobre o serviço:

Para saber mais (tecnologia e assuntos relacionados):

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Software plus Services (S+S) e sua importância para os negócios

Quando o desktop surgiu, muitos afirmaram que era o fim dos mainframes…

Quando a Internet surgiu, muitos afirmaram que era o fim dos desktop…

O que aconteceu com os Mainframes? O mercado mudou e eles estão aplicados onde fazem a diferença. Foram extintos? Negativo…

Agora… Você acredita que a internet vai aposentar o desktop? Eu não!

A visão de S+S da Microsoft é uma abordagem inclusiva e não exclusiva. As oportunidades que a internet e os dispositivos conectados nos apresentam se tornam maiores quando temos a liberdade de escolher onde e como hospedar aplicações e desenhar soluções. O poder da escolha é individual de cada organização.

Em tempo: Eu não gostaria de saber que meu banco contratou um serviço na nuvem e mantém meus dados e transações por um contrato de SaaS…

Seja por regulamentação ou mesmo por características do negócio, cenários 100% web não poderão ser aplicados para toda e qualquer solução. É aqui que entra o poder da escolha da abordagem Software-plus-Services.

O vídeo abaixo é extremamente didático é ajuda entender a vantagem de uma abordagem inclusiva:

Gosto sempre de lembrar que a Microsoft vai muito, mas muito além do Windows e Office. No que diz respeito a este mundo nas nuvens, além de deixar o poder de escolha para indivíduos e organizações, a Microsoft oferece componentes para qualquer combinação de cenários:

  • Serviços Completos: Modelo software as a Service (SaaS)
  • Serviços Complementares: Utilize em conjunto com soluções instaladas em seu Data Center ou dispositivo
  • Plataforma de Desenvolvimento: Crie sua solução na nuvem a partir do zero, de forma produtiva e interoperável

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Some estes recursos na nuvem à amplitude da plataforma Microsoft…

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…e os benefícios resultantes são produtividade no desenvolvimento, menor time-to-market, melhor aproveitamento e alavancagem do conhecimento da equipe.

A discussão mais importante é sobre acessiblidade: O ponto é ter acesso a informação relevante na hora certa, pelo dispositivo mais adequado.  Por isso que eu vejo na proposta de S+S da Microsoft, uma proposta sem igual, pronta para cobrir qualquer cenário atual e pronta para evoluir com as inovações tecnológicas.

Agora… Se você não acredita em Mainframes e acha que os desktops serão devorados pela Internet, nem perca tempo vendo o vídeo…

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais:

 

CLI, GUI, NUI… Entendeu?

Nos últimos meses temos visto algumas inovações em uma área que mudou muito pouco na história dos computadores: a interação homem-máquina.

Temos aqui uma excelente oportunidade de negócio!

Ok… Vamos pular os cartões perfurados… Falando de computação pessoal, fora o design, ainda usamos teclados muito parecidos com os primeiros teclados da década de 70.

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Nesta época, se trabalhava com terminais e a interação se dava por comandos (CLI – Command Line Interface).

Com o advento do Macintosh e do Windows, tivemos a adoção do mouse como parceirPrimeiro Mouse inventadoo inseparável do teclado, e a interação com o computador já era feita por representações gráficas (GUI – Graphic user Interface).

Já passamos da época do CLI e certamente ainda estamos na era do GUI, mas já temos acesso a dispositivos que propõe uma interação mais intuitiva com dispositivos, a chamada NUI (Natural User Interface).

Dispositivos como Surface exploraram interações através do toque, o iPod e os novos celulares Windows Mobile além de explorar o toque também aproveitam a movimentação do dispositivo (como o vídeo-game Wii).

No início deste ano a Ydreams apresentou uma interface natural bem interessante aplicada ao Photosynth. Veja o vídeo abaixo.

 

A empresa americana OZWE foi além e desenvolvimento um interface que além de reconhecer gestos, identifica o usuário para ser sensível à contexto. Veja a reportagem abaixo:

Em paralelo, o reconhecimento de voz ainda continua evoluindo e em alguns anos o poder computacional permitirá que esta interface se torne realidade.

No mundo corporativo é importante refletir como estas interfaces podem aumentar a produtividade e acessibilidade dos funcionários. Algumas empresas já disponibilizam “war rooms” com grandes telões para análises de informações e tomada de decisão.

Lojas de varejo, Hotéis, Cassinos e Bancos já estão aplicando o Surface para uma melhor interação com seus clientes. Veja alguns vídeos em: http://www.microsoft.com/surface/Default.aspx?page=Videos

Mais uma boa oportunidade aplicar a tecnologia para gerar resultados de negócios!

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais:

Photosynth em Silverlight

Já há vários meses que o Photosynth deixou de ser uma pesquisa no Microsoft Live Labs e está disponível gratuitamente na web para que qualquer pessoa recrie em 3D ambientes reais.

O bacana é que não é preciso doutorado em fotografia nem equipamentos especiais para isso!

Em uma implementação típica de Software + Serviços, você pode carregar um conjunto de fotos (pode até ser do seu celular mesmo) sobre um assunto qualquer que o Photosynth vai analisá-las e criar uma representação virtual em 3D.

Realmente é muito simples… Fiz algun ensaios e me surpreendi com a facilidade e perfeição… Veja dois exemplos que preparei:

 

Agora a novidade… Se você reparou, o plug-in que permitiu a visualização foi o Silverlight! Com isso, o Photosynth acaba de se tornar acessível em vários browser e vai além do Windows!

Um dos exemplos mais famosos, foi a recriação do momento da posse do Obama, promovido pela CNN, que contou com fotos das pessoas que estavam no local.

Dá para imaginar inúmeras aplicações:  Explorar ambientes decorados em sites de eCommerce, verificar os detalhes internos de um novo modelo de automóvel, visitar virtualmente um apartamento…

Sem contar que o Photosynth já estrelou em um episódio do CSI para ajudar a resolver um crime :)

 

E você? Que uso pretende dar ao Photosynth?

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Para saber mais:

TV 2.0 (update com entrevista)

Vídeo compilado de alguns executivos que palestraram no Congresso TV 2.0, comentando o tema: http://tinyurl.com/congressotv20.

 

Grande Abraço,

Richard Chaves

 

Post Original: TV 2.0

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