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MICs e Startups

Estou acompanhando agora pelo Live Meeting uma reunião do Microsoft Innovation Center de Porto Alegre com uma startup de Campinas que faz parte do Programa Microsoft Sol e BiSpark.

O gestor me procurou solicitando indicações de alguma empresa que pudesse dar uma consultoria rápida sobre SharePoint. Como a demanda é praticamente uma prova de conceito, fiz o contato com o MIC de Porto Alegre que possui vasta experiência com SharePoint.

Esse é o casamento perfeito. O MIC tem total condições de realizar uma prova de conceito e auxiliar a equipe da startup com treinamento. A startup tem no MIC um time bem capacitado, coordenado por um professores doutores com experiência em tecnologia e empreendedorismo :)

Dentro da estratégia de Local Software Economy, nossa área aqui na Microsoft, não poderia ser melhor. O Microsoft Sol fornecendo a plataforma de software a preço simbólico. O MIC expandindo essas atividades com treinamento e prova de conceitos, dentro de um patamar de custos compatíveis com a realidade de uma startup.

O detalhe legal: estamos acompanhando a turma do professor Bernardo através do Microsoft  RoundTable. Visão panorâmica e ótima resolução.

Evidência

Estou procurando startups que estejam trabalhando com:

  1. Silverlight
  2. Windows 7

Prometo bastante visibilidade para quem entrar em contato comigo e enviar uma demo :)

BizSpark 2.0

Vamos começar uma nova etapa do programa. Não que ele tenha parado de funcionar em algum momento, mas teremos novas features disponíveis para facilitar a vida dos parceiros (e a nossa também).

Isso significa ainda mais agilidade na aprovação das solicitações de inscrição e a retomada dos eventos que são promovidos através da estratégia do Microsoft Sol.

Enquanto isso, continuem enviando as solicitações para os parceiros disponíveis nos sites. E se tiverem alguma dificuldade ou demora na resposta, pode escrever para mim.

Treinamentos disponíveis

Os participantes do Microsoft SOL e do BizSpark podem contar com benefícios adicionais e gratuitos como os treinamentos que estão disponíveis online:

TechNet (Profissionais de TI) - www.technetbrasil.com.br/experience/sol

MSDN (Desenvolvedores) - www.msdnbrasil.com.br/experience/sol

Estamos tentando melhorar cada vez mais esta área de cursos para startups. Feedback, please!

Microsoft na CIAB

Ontem teve palestra dos colegas Richard Chaves e  René de Paula Jr. Amanhã será a vez do Otávio Pecego particicpar do CIAB, evento de tecnologia da informação para instituições financeiras. Ele estará presente no painel sobre cloud computing e novas tecnologias. De uma maneira geral, a participação da Microsoft é focada em apresentar a plataforma como uma aliada na redução de custos e melhora dos processos.

Participação: Otávio Pecego
Data: 19 de junho de 2009 - sexta-feira
Horário: das 14h00 às 16h00
Local: Auditório Linha de Negócios

Evento no instituto FIT

banner_Certificado

A propósito o FIT é o mais novo Network Partner do nosso programa :)

O papel do arquiteto

otavioc_gifEu achava o Otávio Pecego um guru técnico. Mas qual não foi a minha surpresa quando pedi para entrevistá-lo e no primeiro minuto já descobri um empreendedor.  Otávio é o chefe dos arquitetos de soluções aqui na Microsoft Brasil. Os links para blogs, aí do lado esquerdo, são em sua maioria da turminha do Otávio. Corroborando a parte técnica, ele tem mestrado na área de redes (rede local baseada em Token antes do padrão existir) e doutorado em orientação a objetos. E esse carioca é totalmente filho da PUC!

Otávio teve dois momentos "capitalistas". No mestrado, viu a oportunidade de negócio e até chegou a conversar com investidores. O que deu errado? "Não tínhamos plano de negócios". Na segunda tentativa, paralela ao doutorado, Otávio trabalhava em uma empresa desenvolvendo uma Linguagem Orientada a Objetos para as então nascentes interfaces gráficas. "Fomos ao BNDES e esbarramos em coisas como falta de ativos para obter financiamento já que todas as máquinas eram alugadas". A empresa chegou a ajudar a marinha a fazer jogos de guerra com esta linguagem, mas perdeu a oportunidade de ser pioneiro com a chegada ao mercado do Delphi e VB.

Na Microsoft, Otávio é o cara que consegue ver negócio além do software. Ele define arquiteto de soluções como o profissional que olha para o mercado e para o crescimento da empresa no longo prazo antes de escolher a arquitetura tecnológica. "Não existe arquitetura correta sem um modelo de negócios definido. É preciso pensar em como será o suporte, o  licenciamento e vários outros aspectos do negócio antes de decidir a tecnologia".

Essa entrevista foi feita pensando nas 787 startups que fazem parte do programa Microsoft Sol, até o momento, e que estão na fase crítica de decidir como crescer. Otávio abre as portas de um universo de informações disponíveis em blogs, comunidades e sites para quem deseja se aprofundar neste assunto.

Silvia Valadares - Como você define o papel do arquiteto de informação?
Otávio Pecego
- Ele é responsável pelas decisões necessárias antes de começar o projeto de desenvolvimento. Pensar em arquitetura depois do desenvolvimento representa risco e custo elevado para a empresa. O arquiteto fará a escolha da tecnologia, dos módulos, de como fazer a interface gráfica, pensará em segurança, na comunicação entre várias camadas, em como reportar erros. Depois que o arquiteto define, vai para o programador e fazem juntos a prova de conceito.

E como essas decisões são impactadas pelo negócio?
O.P. - Não existe arquitetura correta sem um modelo de negócios. Depois de entender o que o mercado quer e precisa, é possível definir a arquitetura e aplicar o conhecimento  técnico que muitas vezes dão origem às empresas de tecnologia. Muita gente boa sai do mestrado acreditando na sua tecnologia e depois de investir no desenvolvimento descobre que não consegue atender às demandas do mercado. E o inverso também ocorre: o empreendedor tem uma boa idéia de negócio e não tem um bom arquiteto e/ou engenheiro de software para desenvolver.

E o que você recomenda nesses casos?
O.P. - Vai depender do tamanho das empresas.

Considerando o nosso universo de startups...
O.P.
- Sempre será mais viável pensar na arquitetura primeiro, em qualquer estágio de crescimento. A dica é contratar um consultor para fazer a escolha da arquitetura já que existem várias opções. No caso de startups, procurar um Microsoft Innovation Center pode ser uma boa alternativa. E temos excelente material disponível nas comunidades Microsoft  como o MSDN e o TechNet. O primeiro é mais focado nos desenvolvedores e segundo em infra-estrutura e sistemas operacionais. Temos artigos de excelente qualidade técnica e também  sobre tendências. Existe também o Channel 9, com vídeos do nosso pessoal, além dos blogs que são uma ótima oportunidade para se comunicar com o time da Microsoft e obter respostas públicas.

E quando isso não acontece?
O.P.
- O primeiro passo deveria ser sempre construir pensando no futuro. Começar pequeno mas pensar na estrutura adequada para poder crescer pois isso diminui consideravelmente o risco técnico e de negócio. Mas a gente vê casos de empresas que precisam customizar a solução para cada cliente e tendo que dar manutenção em vários códigos fontes ao mesmo tempo. Tem idéia do custo disso? Para ampliar a base de clientes, será preciso um novo ciclo de investimento. São empresa que abraçam o comprador em vez de abraçar o mercado. O risco é muito grande. Eu acho que o pessoal fala muito pouco do product manager.  Esse profissional tem um olho no mercado e outro no desenvolvimento. Esse é o cara que vai evitar problemas no futuro pois olhar o mercado vai impactar na arquitetura e no modelo de crescimento da empresa.

Hoje temos quase 800 startups fazendo uso da plataforma Microsoft através do Programa Sol e BizSpark. Que mensagem você daria para essas empresas?
O.P. – Adie a questão tecnologia e pense antes no modelo de negócios quando for começar o seu negócio. E começar com a Microsoft tem um lado excelente. A Microsoft é uma empresa de plataforma.  É uma habilitadora. Quero fazer segurança, já tá lá. Quero enviar mensagem, já está lá. Quero BI, puro BD, já está tudo lá. A plataforma capacita o empresário a pensar na aplicação de negócios em vez de gastar muita energia no problema tecnológico que já é resolvido na plataforma.

E para quem está começando, o Software as Service (SaaS) pode ser considerado uma vantagem?
O.P. O SaaS já elimina um custo inicial de compra de hardware e software e a deixa as empresas usuárias do software livres para focar no seu core business. Considero SaaS como um dos tipos de cloud computing no qual você abre a oportunidade de ter multi-inquilinos, isto é, um software sendo um usado por vários clientes. Dependendo do modelo de negócio, o software pode ser acessível pelo browser ou num mash-up com o software no cliente e/ou servidor ou todos ao mesmo tempo. Chegada esta hora, é a arquitetura quem  vai definir como.

As dicas da PV Inova

Você sabe com quantas empresas concorreram no prêmio do InfoDev (Global Innovators Contest 2009)?
André Averbug - Não tenho certeza, mas creio que foram muitas, afinal foi global.

A PV Inova é uma empresa premiada e reconhecida. O que significa para vocês mais este prêmio?
André Averbug
- Esse prêmio é muito importante pois têm repercussão global. Pretendemos alavancar essa exposição para que se traduza em negócios.

Por um acaso a gente se conheceu na mesa de um investidor, a PV Inova está em busca de capital privado para acelerar seu crescimento?
André Averbug - Sim! A empresa está em fase de captação de recursos. Buscamos investidores anjos ou fundos de seed/VC. Quem tiver interesse pode entrar em contato direto comigo - andre@pvinova.com.br

Vocês já conseguiram recursos da FINEP e a agência é um caminho mais fácil para startups já que não temos cultura de VC no Brasil.  Esses recursos de subvenção foram essenciais para a PV Inova....
André Averbug - Foram essenciais, sim. Com eles montamos nossa equipe de P&D, em parceria com o Centro de Estudos em Telecomunicações da PUC-Rio (CETUC), e pudemos desenvolver nossos produtos.

Sobre escala, vocês estão expandindo as atividades para outros países. Quais as principais dificuldades?
André Averbug - Precisamos de parceiros estratégicos e comerciais para crescer dentro e fora do país. Pretendemos cada vez mais focar em inovação, desenvolvimento tecnológico, escalando nossos produtos através de representantes já estabelecidos e com base de clientes sólida. Sem parceiros locais as dificuldades seriam muito grandes.

A PV Inova é uma empresa inscrita no Microsoft Sol e BizSpark. Como vocês estão se beneficiando deste programa da Microsoft?
André Averbug - Temos usado o Microsoft Sol essencialmente para baixar ferramentas que aumentam nossa produtividade, como Microsoft Office, Microsoft Visio, e Microsoft Project. Também estamos fazendo uso do Microsoft Windows Server 2003 como plataforma estável para rodar as aplicações web que estamos desenvolvendo. Usamos rol de ferramentas bastante úteis e que se tornaram essenciais ao correto funcionamento da empresa e que de outra forma provavelmente não teríamos acesso.

O que você diria para quem está abrindo uma empresa esta semana?
André Averbug - Planeje bem. Associe-se a pessoas experientes e parceiros estratégicos. Não reinvente a roda. Inove com foco no que o cliente quer - inovação por inovação não é negócio.

Ramp Up

Ramp UP é um programa de treinamento online, e gratuito, para desenvolvedores. Novos tracks acabaram de ser disponibilizados (existem outros como SharePoint para desenvolvedores, Visual Studio 2008). Além desse programa,vou postar alguns outros links com excelente conteúdo, só que em inglês.

1.    Web Development with ASP.NET
2.    Move from ASP to ASP.NET
3.    Move from PHP to ASP.NET
4.    Develop Windows Mobile 6 Applications

Global Innovators 2009

O André Aveburg da startup PV Inova acaba de nos enviar um email avisando que está entre os 11 empreendedores selecionados pelo InfoDev para o Global Innovators Contest 2009. Já contamos a história do InfoDev e Anprotec aqui. Estarão juntando os eventos em outubro, em Florianópolis.

Parabéns para o André e para o Instituto Genesis. Estávamos na torcida até porque a PV Inova é uma startup do Microsoft Sol :)

Vejam notícia aqui e mais detalhes em breve.

Sobre o Bing

Ontem o Christian Aranha, diretor de tecnologia da startup Cortex  perguntou  mais detalhes sobre o Bing. Como o Aranha tem no seu core business soluções em inteligência competitiva e venda de serviços sofisticados, qualquer novidade quando se trata de search engine soa o alerta para eles.

O Bing foi lançado ontem pelo Steve Ballmer. Vocês podem entender melhor sobre a estratégia nesta entrevista que ele concedeu para o WSJ. Está em inglês mas tem legendas :)

Em tempo, a Cortex é uma empresa graduada do Instituto Genesis, Rio de Janeiro. Tem cinco aos, grandes clientes, tecnologia promissora e está fora do escopo do Microsoft Sol por conta de idade e faturamento que supera o limite de R$ 1,2 milhão (felizmente para eles).

Startups da semana

Empresas que entraram esta semana no programa:

Onea Tecnologia, de João Pessoa na Paraíba, Vega Telecom e Sairox, de Santa Rita do Sapucaí em Minas Gerais, a WG de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e a WR Consultoria e Software, de São José do Rio Preto, São Paulo.

Esse é o primeiro passo para entrar no ecossistema do Microsoft Sol. Eu estimulo sempre essas empresas a enviarem para a gente detalhes sobre os projetos que estão desenvolvendo com a plataforma de desenvolvimento da Microsoft. Casos de interoperabilidade são muito bemvindos.

Não é preciso enviar detalhes, planos de negócios, códigos. O que é relevante é uma breve descrição para que a gente possa entender o core business da empresa e divulgar em nosso site. Não dá para prometer através deste programa que vamos indicar para parceiros as soluções das startups. Muita gente já me perguntou isso mas não faz parte do escopo. Porém a gente tem relatos de empresas que através dos MICs já começam a ganhar visibilidade e, consequentemente, atrair clientes.

Para enviar sua história: contato@microsoftsol.com.br

Para se atualizar

Conforme prometido ontem, o João Paulo Clemente me ajudou a disponibilizar os links para os sites dos nossos colegas. Eu recebo muitos emails de quem já faz parte do Micrsoft Sol e do BizSpark solicitando mais informações sobre a Microsoft.

A gente já falou  aqui do MSDN e do TechNet como comunidades importantes para se manter atualizado. Um outro canal são os links aí do lado esquerdo. Essa turminha entende tudo de tecnologia e vai ajudar a esclarecer para nossos empresários o roadmap da Microsoft.

Como o JP me ajuda em tudo no que diz respeito a este blog, o primeiro destaque vai para o blog dele:

Lançamos na sexta-feira passada o primeiro vídeo do Newscast Brasil no Channel 9. Esta série de vídeos trará as novidades das tecnologias Microsoft e os acontecimentos mais importantes nos portais MSDN e TechNet, como novos programas, melhorias de navegação e onde achar conteúdos para download.

Mais detalhes no blog do JP.

Mais blogs

OK, vamos melhorando aos poucos este blog. Amanhã o JP vai adicionar link para os blogs dos nossos colegas aqui na Microsoft. Assim nosso público pode ter uma visão mais integrada da empresa e, principalmente, acesso a informações técnicas sobre a plataforma MS.

Vou usar também todo o meu background de jornalista (sim, eu fui. sou?) para trazer algumas entrevistas curtas e legais sobre startups + VC + tecnologia.

O sistema mudou

Mas mudou para melhor. Quem acessar o BizSpark, o programa mundial para download dos softwares e suporte, vai notar que está diferente. Muitas novas features foram lançadas com o objetivo de simplificar ainda mais a inscrição.

Como esse programa é mundial, ao entrar no site do BizSpark, altere o idioma para o português.

ESSE PROGRAMA É GRATUITO?

Outro dia vi em um outro blog um usuário se perguntando se teria que pagar uma taxa de adesão ao Network Partner para fazer parte do nosso programa.

Não precisa se associar a uma incubadora e não precisa pagar nada. O único custo do BizSpark são os US$ 100 ao final do terceiro ano de uso.

E o que vai acontecer depois destes três anos? Está no contrato mas não custa nada relembrar. A empresa vai continuar utilizando tranquilamente. Mas para atualizações é necessário entrar em um programa de parceria da Microsoft ou assinar o MSDN Premium.

Em tempo: muitos empresários não querem procurar um Network Parnter e correm de incubadoras. Mas o que a gente está vendo na prática é que startups de incubadoras tem mais chance de conseguir recursos financeiros, por exemplo, por conta da orientação que recebem.

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