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1:1 é a essência do BizSpark One

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BizSpark One é uma extensão do BizSpark. O programa será lançado em apenas  10 países (o BizSpark roda em 99 países hoje). A definição da escolha desses países foi, principalmente, pela maturidade do ecossistema local. O programa  roda nos BRICs, USA, França, Alemanha, Israel e Reino Unido.

A essência do BizSpark é oferecer uma relação 1:1 para as startups selecionadas. Além disso, o programa tem uma rede de VCs (15 no Brasil), comprometidos em oferecer orientações gratuitas e encontros mensais para estas empresas.

Alguns dos benefícios que a empresa One pode obter:

•Plano customizado para assegurar recursos, assistência e orientações de negócios

•Suporte premium e recursos técnicos para acelerar o desenvolvimento de produtos e time-to-market

•Acesso ao roadmap tecnológico da Microsoft, reuniões com time de produtos e de negócios

•Visibilidade na mídia

•Oportunidades de negócios através do canal de parceiros e clientes Microsoft

•Encontros com mentores e investidores

As empresas não se inscrevem no BizSpark One, como acontece no BizSpark. Interessados em fazer parte podem enviar um breve PPT ou uma demo do seu produto ou um vídeo para contato@microsoftsol.com.br. Também pode enviar diretamente para mim :)

Siga-me no Twitter para ficar por dentro de mais novidades @Svaladares

Semana Global do Empreendedorismo

No Brasil, a Endeavor lançou a comunidade do @botapra fazer e conseguiu números recordes com a iniciativa durante a semana passada. Nada menso do que 400 parceiros realizaram atividades durante a #semanaglobal. Obviamente, fizemos o nosso evento na semana passada por conta da parceria com a Endeavor.

A meta original era atingir 2 milhões de pessoas e eles conseguiram mais de 5 milhões de participantes.

Dados gerais publicados no blog:

5.321.000 participantes
1.355 atividades
404 parceiros

O HUB criado

 

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Eu tinha um a suspeita de que a comemoração de 1 ano de #Microsoft Sol seria mais do que um evento para mostrar resultados e lançar o #BizSpark One. Claro que esses assuntos merecem muita festa. Mas a esperança que eu tinha é de termos criamos algo além de  números e fatos com a iniciativa do Microsoft Sol.

Lançado no dia 18 de novembro do ano passado, o MS Sol era o começo de tudo. Como não podíamos falar do BizSpark One, afinal estávamos apenas lançando o BizSpark mundialmente naquele mês, decidimos criar o guarda-sol que abrigaria todas as iniciativas para startups no Brasil.

Isso inclui os treinamentos presenciais, a força dos centros de inovação da Microsoft, os recursos da subsidiária para sustentar essa estrutura e, claro, os programas globais como o BizSpark, o BizSpark One e o Innovation Academy (focado em conteúdo de negócios  e técnicos).

Com essa estratégia, hoje temos mais de 1.100 startups brasileiras fazendo parte do BizSpark, além de 96 Network Partners ajudando a capilarizar o programa para as micro-empresas de software em todas as regiões. Os maiores benefícios dessa rede de parceiros é unir forças para fomentar o empreendedorismo no país.

Se alguém disser que esses programas solucionam todos os problemas que uma startup enfrenta, sou a primeira a dizer que não é bem assim. Mas liberar acesso a toda a plataforma de desenvolvimento da Microsoft, oferecer suporte e, de quebra, treinamento, é um começo interessante.

Mas não suficiente para garantir 100% de êxito nas atividades e na sobrevida de uma startup de software. E é aí que entra o Microsoft Sol. Essa iniciativa coloca a Microsoft ao lado dos que tratam empreendedorismo como prioridade: Endeavor, Anprotec, FINEP, dezenas de incubadoras e aceleradoras.

Exatamente neste ponto que eu quero chegar. Poderíamos ter feito muito barulho com as primeiras 500 startups… as primeiras 1000 startups… Mas não fizemos. O motivo é que essa iniciativa é de longo prazo e se desenvolve unindo forças com uma rede de parceiros. Exemplo prático: empresa de software do PRIME tem recursos para gestão. A Microsoft oferece software + treinamento. Assim o pacote de suporte fica cada vez mais redondo para atender as necessidades essenciais de uma pequena empresa.

Essa rede de parceiros foi o motivo principal do meu sorriso na última quarta-feira, no Hub São Paulo. Até o Hub fez negócios no evento, oferecendo o seu ecossistema para as startups presentes. Essa é a essencia do Microsoft Sol e como resultado deste primeiro ano, ficam as pontes construídas, os hubs entre os que estão interessados em empreendedorismo neste país.

Ps. A foto é do @fugita. Tem mais aqui.

Workshop de competitividade

Acabei fazer uma palestra no auditório da Universidade São Judas Tadeu sobre Empreendedorismo e Inovação. Ótima oportunidade para explicar um pouco do que estamos fazendo no Brasil com o Microsoft Sol e seus programas. O evento é promovido pelo SUCESU-SP com apoio do Sebrae e da Assespro.

Na sequência, o Silvio Meira abre a apresentação falando sobre soja e como essa commodity pode ser exemplo de diferenciação. Obviamente, ele fará o link com a indústria de software brasileira, passando o recado para os pequenos empresários presentes no evento.

 

Workshop de Competitividade da Micro e Pequena Empresa
Inovação e Empreendendorismo em TIC

23 de Novembro - 08h30 as 12h30

Objetivo
Criação de um programa de apoio setorial que atenda as necessidades de melhoria da competitividade das MPE’s de Softwares e Serviços de Tecnologia da Informação e Telecomunicação (TIC) estabelecidas na cidade de São Paulo.

Perfil do Público
Empresários e Executivos de Micro e Pequenas Empresas de Software e Serviços de TIC.

Programa Temária

08h30 as 09h00

Credenciamento

09h00 as 09h50

Sobre o Projeto
Apresentação das diretrizes do Projeto e benefícios obtidos pelas empresas participantes.
SEBRAE SP e SUCESU-SP

09h50 as 11h00

"Inovação, Oportunidades e Empreendedorismos no Setor de TIC"
Prof. Silvio Meira - Cientista Chefe do C.E.S.A.R - Articulador do Porto Digital de Recife Silvia Valadares- Gerente de desenvolvimento da economia local de software - Microsoft Brasil

11h00 as 11h30

Coffee Break

11h30 as 12h30

Painel Talk Show com os Painelistas
Moderador: Ethevaldo Siqueira - Jornalista

 

Comemorando no Hub São Paulo hoje

Agenda do evento que estamos promovendo daqui a pouco no Hub São Paulo com os nossos parceiros (Anprotec, GV-Cepe, investidores, Endeavor, entre vários outros).

Acompanhem pelo twitter: @svaladares, @ellenpilia, @ DiegoRemus, @fugita, @leokuba,@YuriGitahy, … e vários outros influenciadores de comunidades de startups e empreendedorismo

 

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365 de SOL

Hoje comemoramos 1 ano da iniciativa Microsoft Sol no Brasil. O Sol  é filho da área de inovação e também de responsabilidade coporativa da Microsoft.  O Microsoft Sol agrega vários programas de incentivo a startups e seu obetivo final é acelerar o crescimento de empresas de software em estágio inicial e, consequentemente, o  desenvolvimento da economia local, pelo estímulo ao mercado de softwares.

 

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MICs e Startups

Estou acompanhando agora pelo Live Meeting uma reunião do Microsoft Innovation Center de Porto Alegre com uma startup de Campinas que faz parte do Programa Microsoft Sol e BiSpark.

O gestor me procurou solicitando indicações de alguma empresa que pudesse dar uma consultoria rápida sobre SharePoint. Como a demanda é praticamente uma prova de conceito, fiz o contato com o MIC de Porto Alegre que possui vasta experiência com SharePoint.

Esse é o casamento perfeito. O MIC tem total condições de realizar uma prova de conceito e auxiliar a equipe da startup com treinamento. A startup tem no MIC um time bem capacitado, coordenado por um professores doutores com experiência em tecnologia e empreendedorismo :)

Dentro da estratégia de Local Software Economy, nossa área aqui na Microsoft, não poderia ser melhor. O Microsoft Sol fornecendo a plataforma de software a preço simbólico. O MIC expandindo essas atividades com treinamento e prova de conceitos, dentro de um patamar de custos compatíveis com a realidade de uma startup.

O detalhe legal: estamos acompanhando a turma do professor Bernardo através do Microsoft  RoundTable. Visão panorâmica e ótima resolução.

Evidência

Estou procurando startups que estejam trabalhando com:

  1. Silverlight
  2. Windows 7

Prometo bastante visibilidade para quem entrar em contato comigo e enviar uma demo :)

BizSpark 2.0

Vamos começar uma nova etapa do programa. Não que ele tenha parado de funcionar em algum momento, mas teremos novas features disponíveis para facilitar a vida dos parceiros (e a nossa também).

Isso significa ainda mais agilidade na aprovação das solicitações de inscrição e a retomada dos eventos que são promovidos através da estratégia do Microsoft Sol.

Enquanto isso, continuem enviando as solicitações para os parceiros disponíveis nos sites. E se tiverem alguma dificuldade ou demora na resposta, pode escrever para mim.

Treinamentos disponíveis

Os participantes do Microsoft SOL e do BizSpark podem contar com benefícios adicionais e gratuitos como os treinamentos que estão disponíveis online:

TechNet (Profissionais de TI) - www.technetbrasil.com.br/experience/sol

MSDN (Desenvolvedores) - www.msdnbrasil.com.br/experience/sol

Estamos tentando melhorar cada vez mais esta área de cursos para startups. Feedback, please!

Microsoft na CIAB

Ontem teve palestra dos colegas Richard Chaves e  René de Paula Jr. Amanhã será a vez do Otávio Pecego particicpar do CIAB, evento de tecnologia da informação para instituições financeiras. Ele estará presente no painel sobre cloud computing e novas tecnologias. De uma maneira geral, a participação da Microsoft é focada em apresentar a plataforma como uma aliada na redução de custos e melhora dos processos.

Participação: Otávio Pecego
Data: 19 de junho de 2009 - sexta-feira
Horário: das 14h00 às 16h00
Local: Auditório Linha de Negócios

Evento no instituto FIT

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A propósito o FIT é o mais novo Network Partner do nosso programa :)

O papel do arquiteto

otavioc_gifEu achava o Otávio Pecego um guru técnico. Mas qual não foi a minha surpresa quando pedi para entrevistá-lo e no primeiro minuto já descobri um empreendedor.  Otávio é o chefe dos arquitetos de soluções aqui na Microsoft Brasil. Os links para blogs, aí do lado esquerdo, são em sua maioria da turminha do Otávio. Corroborando a parte técnica, ele tem mestrado na área de redes (rede local baseada em Token antes do padrão existir) e doutorado em orientação a objetos. E esse carioca é totalmente filho da PUC!

Otávio teve dois momentos "capitalistas". No mestrado, viu a oportunidade de negócio e até chegou a conversar com investidores. O que deu errado? "Não tínhamos plano de negócios". Na segunda tentativa, paralela ao doutorado, Otávio trabalhava em uma empresa desenvolvendo uma Linguagem Orientada a Objetos para as então nascentes interfaces gráficas. "Fomos ao BNDES e esbarramos em coisas como falta de ativos para obter financiamento já que todas as máquinas eram alugadas". A empresa chegou a ajudar a marinha a fazer jogos de guerra com esta linguagem, mas perdeu a oportunidade de ser pioneiro com a chegada ao mercado do Delphi e VB.

Na Microsoft, Otávio é o cara que consegue ver negócio além do software. Ele define arquiteto de soluções como o profissional que olha para o mercado e para o crescimento da empresa no longo prazo antes de escolher a arquitetura tecnológica. "Não existe arquitetura correta sem um modelo de negócios definido. É preciso pensar em como será o suporte, o  licenciamento e vários outros aspectos do negócio antes de decidir a tecnologia".

Essa entrevista foi feita pensando nas 787 startups que fazem parte do programa Microsoft Sol, até o momento, e que estão na fase crítica de decidir como crescer. Otávio abre as portas de um universo de informações disponíveis em blogs, comunidades e sites para quem deseja se aprofundar neste assunto.

Silvia Valadares - Como você define o papel do arquiteto de informação?
Otávio Pecego
- Ele é responsável pelas decisões necessárias antes de começar o projeto de desenvolvimento. Pensar em arquitetura depois do desenvolvimento representa risco e custo elevado para a empresa. O arquiteto fará a escolha da tecnologia, dos módulos, de como fazer a interface gráfica, pensará em segurança, na comunicação entre várias camadas, em como reportar erros. Depois que o arquiteto define, vai para o programador e fazem juntos a prova de conceito.

E como essas decisões são impactadas pelo negócio?
O.P. - Não existe arquitetura correta sem um modelo de negócios. Depois de entender o que o mercado quer e precisa, é possível definir a arquitetura e aplicar o conhecimento  técnico que muitas vezes dão origem às empresas de tecnologia. Muita gente boa sai do mestrado acreditando na sua tecnologia e depois de investir no desenvolvimento descobre que não consegue atender às demandas do mercado. E o inverso também ocorre: o empreendedor tem uma boa idéia de negócio e não tem um bom arquiteto e/ou engenheiro de software para desenvolver.

E o que você recomenda nesses casos?
O.P. - Vai depender do tamanho das empresas.

Considerando o nosso universo de startups...
O.P.
- Sempre será mais viável pensar na arquitetura primeiro, em qualquer estágio de crescimento. A dica é contratar um consultor para fazer a escolha da arquitetura já que existem várias opções. No caso de startups, procurar um Microsoft Innovation Center pode ser uma boa alternativa. E temos excelente material disponível nas comunidades Microsoft  como o MSDN e o TechNet. O primeiro é mais focado nos desenvolvedores e segundo em infra-estrutura e sistemas operacionais. Temos artigos de excelente qualidade técnica e também  sobre tendências. Existe também o Channel 9, com vídeos do nosso pessoal, além dos blogs que são uma ótima oportunidade para se comunicar com o time da Microsoft e obter respostas públicas.

E quando isso não acontece?
O.P.
- O primeiro passo deveria ser sempre construir pensando no futuro. Começar pequeno mas pensar na estrutura adequada para poder crescer pois isso diminui consideravelmente o risco técnico e de negócio. Mas a gente vê casos de empresas que precisam customizar a solução para cada cliente e tendo que dar manutenção em vários códigos fontes ao mesmo tempo. Tem idéia do custo disso? Para ampliar a base de clientes, será preciso um novo ciclo de investimento. São empresa que abraçam o comprador em vez de abraçar o mercado. O risco é muito grande. Eu acho que o pessoal fala muito pouco do product manager.  Esse profissional tem um olho no mercado e outro no desenvolvimento. Esse é o cara que vai evitar problemas no futuro pois olhar o mercado vai impactar na arquitetura e no modelo de crescimento da empresa.

Hoje temos quase 800 startups fazendo uso da plataforma Microsoft através do Programa Sol e BizSpark. Que mensagem você daria para essas empresas?
O.P. – Adie a questão tecnologia e pense antes no modelo de negócios quando for começar o seu negócio. E começar com a Microsoft tem um lado excelente. A Microsoft é uma empresa de plataforma.  É uma habilitadora. Quero fazer segurança, já tá lá. Quero enviar mensagem, já está lá. Quero BI, puro BD, já está tudo lá. A plataforma capacita o empresário a pensar na aplicação de negócios em vez de gastar muita energia no problema tecnológico que já é resolvido na plataforma.

E para quem está começando, o Software as Service (SaaS) pode ser considerado uma vantagem?
O.P. O SaaS já elimina um custo inicial de compra de hardware e software e a deixa as empresas usuárias do software livres para focar no seu core business. Considero SaaS como um dos tipos de cloud computing no qual você abre a oportunidade de ter multi-inquilinos, isto é, um software sendo um usado por vários clientes. Dependendo do modelo de negócio, o software pode ser acessível pelo browser ou num mash-up com o software no cliente e/ou servidor ou todos ao mesmo tempo. Chegada esta hora, é a arquitetura quem  vai definir como.

As dicas da PV Inova

Você sabe com quantas empresas concorreram no prêmio do InfoDev (Global Innovators Contest 2009)?
André Averbug - Não tenho certeza, mas creio que foram muitas, afinal foi global.

A PV Inova é uma empresa premiada e reconhecida. O que significa para vocês mais este prêmio?
André Averbug
- Esse prêmio é muito importante pois têm repercussão global. Pretendemos alavancar essa exposição para que se traduza em negócios.

Por um acaso a gente se conheceu na mesa de um investidor, a PV Inova está em busca de capital privado para acelerar seu crescimento?
André Averbug - Sim! A empresa está em fase de captação de recursos. Buscamos investidores anjos ou fundos de seed/VC. Quem tiver interesse pode entrar em contato direto comigo - andre@pvinova.com.br

Vocês já conseguiram recursos da FINEP e a agência é um caminho mais fácil para startups já que não temos cultura de VC no Brasil.  Esses recursos de subvenção foram essenciais para a PV Inova....
André Averbug - Foram essenciais, sim. Com eles montamos nossa equipe de P&D, em parceria com o Centro de Estudos em Telecomunicações da PUC-Rio (CETUC), e pudemos desenvolver nossos produtos.

Sobre escala, vocês estão expandindo as atividades para outros países. Quais as principais dificuldades?
André Averbug - Precisamos de parceiros estratégicos e comerciais para crescer dentro e fora do país. Pretendemos cada vez mais focar em inovação, desenvolvimento tecnológico, escalando nossos produtos através de representantes já estabelecidos e com base de clientes sólida. Sem parceiros locais as dificuldades seriam muito grandes.

A PV Inova é uma empresa inscrita no Microsoft Sol e BizSpark. Como vocês estão se beneficiando deste programa da Microsoft?
André Averbug - Temos usado o Microsoft Sol essencialmente para baixar ferramentas que aumentam nossa produtividade, como Microsoft Office, Microsoft Visio, e Microsoft Project. Também estamos fazendo uso do Microsoft Windows Server 2003 como plataforma estável para rodar as aplicações web que estamos desenvolvendo. Usamos rol de ferramentas bastante úteis e que se tornaram essenciais ao correto funcionamento da empresa e que de outra forma provavelmente não teríamos acesso.

O que você diria para quem está abrindo uma empresa esta semana?
André Averbug - Planeje bem. Associe-se a pessoas experientes e parceiros estratégicos. Não reinvente a roda. Inove com foco no que o cliente quer - inovação por inovação não é negócio.

Ramp Up

Ramp UP é um programa de treinamento online, e gratuito, para desenvolvedores. Novos tracks acabaram de ser disponibilizados (existem outros como SharePoint para desenvolvedores, Visual Studio 2008). Além desse programa,vou postar alguns outros links com excelente conteúdo, só que em inglês.

1.    Web Development with ASP.NET
2.    Move from ASP to ASP.NET
3.    Move from PHP to ASP.NET
4.    Develop Windows Mobile 6 Applications

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